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Após polêmica, Heineken tira cervejas de coletivas de atletas muçulmanos

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Após polêmica, Heineken tira cervejas de coletivas de atletas muçulmanos

Iniciativa surge após o jogador Pogba, da seleção francesa, retirar garrafa da marca em uma coletiva de imprensa

Nesta edição de 2021, a Eurocopa está sendo marcada por episódios polêmicos para as marcas patrocinadoras. Em especial para a Coca-Cola, que por coincidência ou não, viu suas ações caírem em 1,6%, o que representa cerca de US$ 4 bilhões em seu valor de mercado, após Cristiano Ronaldo retirar uma garrafa da marca da coletiva de imprensa. Logo após, o ocorrido, Paul Pogba, repetiu o gesto de Cristiano, mas dessa vez com uma garrafa de Heineken.

A atitude de Pogba, meio-campista francês, ocorreu devido a religião do jogador, que é muçulmano. Ou seja, o jogador da seleção francesa retirou a cerveja da bancada, não por não consumir álcool de forma opcional, já que ele não consome álcool justamente por ser muçulmano.

Heineken e Uefa retiram garrafas da marca

Tendo isso em vista, nesta sexta-feira (25), Heineken e Uefa anunciaram que não serão mais colocadas garrafas da marca, mesmo que sejam sem álcool, durante suas coletivas. Além disso, de acordo com o MKT Esportivo, equipes, dirigentes e jogadores serão questionados se eles se iriam se opor a ter as garrafas de Heineken 0.0 na mesa por motivos religiosos.

Lembrando, que embora a Heineken tenha o gesto de Pogba, demonstrado que apoia qualquer tipo de religião, e é contra a intolerância religiosa, a empresa pressionou, juntamente com a Coca-Cola, a Uefa por causa do descontrole sobre a situação nas entrevistas. Em sequência, a entidade máxima do futebol europeu, emitiu comunicado confirmando que os atletas, por motivos religiosos, poderiam retirar as garrafas, mas orientou as federações a não permitirem que os atletas retirassem as bebidas.

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Fenômeno de receitas virais impulsiona buscas no Google e estimula empreendedorismo na confeitaria e eletros domésticos

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O surgimento de tendências gastronômicas em redes sociais tem encurtado de forma acelerada o caminho entre a visualização de conteúdos digitais e o preparo em casa. Casos recentes como o “morango cravejado” — cujas buscas saltaram 1.460% em uma semana, acumulando milhares de publicações no TikTok e Instagram e um aumento de até 350 vezes em pedidos no iFood — ilustram um comportamento do consumidor focado na reprodução imediata de receitas.

O ranking das preparações mais buscadas no Google Brasil em 2025 confirma a influência dos conteúdos curtos e da praticidade: o “morango do amor” liderou as pesquisas, seguido pelo biscoito do Round 6 e o ovo de Páscoa caseiro. A tecnologia doméstica também figura no centro desse consumo, com a air fryer presente em seis das dez receitas mais procuradas na plataforma.

Paralelamente ao uso recreativo, a cozinha residencial tem se consolidado como ponto de partida para pequenos negócios. Dados do Observatório do Sebrae apontam que o setor de fabricação de produtos de padaria e confeitaria contava com 201.940 empresas ativas em 2025, das quais 92,7% das novas aberturas corresponderam a Microempreendedores Individuais (MEIs). O segmento apresenta expressiva participação feminina, que representa 61,4% da força de trabalho.

Acompanhando a demanda por maior volume de produção e precisão, marcas de eletroportáteis reforçam seus portfólios com equipamentos de alta capacidade. A Britânia destaca linhas como a Batedeira Planetária BBP90A (900W de potência e tigela de 5 litros), o Liquidificador BLQ14A (1400W e jarra de vidro) e a Fritadeira Air Fryer Oven BAF16B (2.000W de potência, painel digital e 16 litros de capacidade). “As receitas que viralizam mostram que o consumidor quer experimentar, e o produto eletrodoméstico ideal ajuda a transformar essa vontade em um excelente resultado, com mais praticidade, facilidade e qualidade, tanto para quem cozinha por prazer quanto para quem está começando a empreender”, destaca Maria Cristina da Matta Silva, vice-presidente comercial da Britânia.

O movimento consolida a convergência entre entretenimento digital, hábitos alimentares e o fortalecimento da renda autônoma por meio da gastronomia artesanal.

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Pesquisa revela que 39% dos brasileiros preferem ver anúncios curtos para liberar notícias protegidas por ‘paywall’

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Uma pesquisa inédita realizada com leitores no Brasil apontou que 39% dos consumidores aceitariam assistir a um anúncio em formato curto para acessar reportagens restritas por paywall, enquanto apenas 8% demonstraram disposição para contratar uma assinatura paga. O levantamento, encomendado pela adtech Fusify (integrante do ecossistema Membrana Media), reflete a busca de veículos de comunicação por modelos alternativos e sustentáveis de monetização digital.

Os dados dialogam com as conclusões do Digital News Report 2026, do Instituto Reuters, que indicou que apenas 15% dos brasileiros pagam por notícias online — uma retratação de cinco pontos percentuais em comparação a 2023. O estudo da Fusify, realizado com 814 pessoas maiores de 18 anos em todo o país, também revelou o comportamento do público diante de bloqueios rígidos de conteúdo: ao encontrarem um paywall tradicional, 27% buscam a mesma informação em sites gratuitos e 15% recorrem às redes sociais (como Instagram e TikTok) ou aplicativos de mensagem.

Para responder a essa migração de audiência, a Membrana desenvolveu o AdWall, ferramenta alimentada pela demanda publicitária da Fusify. A solução permite ao leitor liberar o acesso ao texto em troca da visualização de uma peça publicitária curta (vídeo, banner ou animação), gerando receita para os publishers sem exigir desembolso financeiro direto do usuário.

“Em um país onde apenas 15% dos leitores pagam por conteúdo online, os paywalls tradicionais acabam, inadvertidamente, excluindo a grande maioria da população do acesso ao jornalismo de qualidade. A questão para os veículos já não é simplesmente se os leitores vão pagar por notícias, mas sim como construir modelos sustentáveis que reflitam a maneira como as pessoas realmente consomem conteúdo digital. Nossa pesquisa sugere que há demanda por alternativas ao modelo ‘pague ou saia’. O AdWall é uma forma de ponte para essa lacuna”, explica Daniela Benoit, head de vendas da Fusify Brasil.

A proposta do formato visa atuar de forma complementar aos modelos tradicionais de assinatura, retendo leitores em ambientes editoriais consolidados e oferecendo aos anunciantes um canal direto de impacto em audiências qualificadas.

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