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Anitta e Lu se unem em hit para marcar chegada da Magalu ao Rio

Música ganhou videoclipe com a cantora e a digital influencer na capital fluminense
A chegada do Magalu ao Rio de Janeiro será marcada por várias ações especiais da empresa, uma delas, é a parceria com Anitta. A cantora preparou uma música inédita que celebra a entrada do Magalu na região. O hit ganhou também um videoclipe em que Anitta divide o protagonismo com a influencer virtual Lu.

Filme com Anitta mostra lugares icônicos do Rio
O filme mostra as personalidades em lugares icônicos da cidade aproveitando produtos cariocas como o tradicional chá gelado e o biscoito Globo, itens encontrados também no Magalu. O figurino da dupla no filme, como roupas, calçados e acessórios, também serão disponibilizados com exclusividade no SuperApp da marca. A Sentimental Filmes assina a produção do clipe.
“A nossa campanha já adianta o espírito de como será nossa relação com o Rio: ‘vamos chegar geral’. Queremos criar uma forte relação com o carioca. Para isso, a nossa campanha vem com o ‘jeito do Rio’ e a Anitta foi crucial para afinar esses detalhes. Ela nos ajudou bastante com a mensagem”, afirma a diretora de marketing do Magalu, Ana Paula Rodrigues.
A estratégia de comunicação do lançamento contempla também vídeo manifesto celebrando as maravilhas, força e personalidade dos moradores da cidade. Com tom inspiracional, a peça veiculada em TV aberta reforça o compromisso da empresa com seus principais pilares, como a geração de empregos em lojas e centros de distribuição e a plataforma de digitalização de pequenos empreendedores Parceiro Magalu.
“Para poder fazer um lançamento de comunicação à altura do Magalu no Rio, a gente precisava de uma estratégia igualmente de peso. Nada melhor do que trazer a garota do Rio – Anitta – ao lado da garota da internet – a Lu – para juntas apresentarem a novidade. Chegamos com tudo para mostrar que Magalu veio para fazer parte do Rio de Janeiro em grande estilo”, destaca Daniel Schiavon, diretor executivo de criação da Ogilvy Brasil, agência parceira na criação da campanha.
Criando uma alma carioca
O Magalu fará a digitalização dos espaços públicos da cidade, com, por exemplo, reformas e disponibilização de rede wifi em grandes centros. Mil bikes personalizadas da marca em parceria com a empresa Tembici, que opera o modal urbano na cidade, estarão disponíveis de forma gratuita por sete dias para os cariocas – e quem pedalar em uma bike do Magalu ainda ganha cupom de 20 reais em compras. A ação vale para os novos usuários da Tembici ou aqueles já cadastrados com contas inativas.

Na quarta-feira (7) o Cristo Redentor receberá iluminação de 50 feixes de luz para celebrar a inauguração das lojas. Além disso, com o objetivo de impactar positivamente o dia a dia de milhares de pessoas, um calendário de novas ações que se estendem até o verão, serão divulgadas em breve. A empresa tem a Dream Factory como parceira nas ações.
Estratégia 360
A Lu também aproveitou sua popularidade nas redes sociais para fomentar as conversas sobre a chegada do Magalu ao Rio. Faz parte da estratégia #MagaluNoRio a interação da dupla no Twitter com apoio de influenciadores. Destaque para nomes como Regina Casé, Viviane Araújo, Djamila Ribeiro, João Vicente, entre outros, que também ajudarão a contar a história.
Os seguidores também poderão acompanhar a visita da Lu no Rio, bem como seu passeio de bike e de BRT, além da visita a uma das novas lojas. O lançamento do clipe no próximo dia 7 de julho, com direito a tuitaço. Um challenge no Tiktok com a coreografia inspirada na trilha sonora da campanha incentivará as conversas em social sob a hashtag #MagaluNoRio.
Com estratégia de comunicação 360, a chegada do Magalu conta com veiculações nacionais em TV aberta, impressos, rádio, digital, empenas, outdoor e mobiliário urbano. A mídia regional também ganhará destaque, sobretudo, em cidades como Niterói, Campos dos Goytacazes, Petrópolis, volta Redonda e a própria capital fluminense.
Ficha Técnica
Agência: Ogilvy Brasil
Campanha: Magalu Chegou Geral
Cliente: Magalu
Produto: Entrada Rio de Janeiro
CCO: Félix del Valle
Operações: Daniela Paris / Tânia Garcia
Diretor de Criação Executivo: Daniel Schiavon
Diretor de Criação Associado: Breno Rodrigues
Redator: Lucas Negreiros / Gustavo Rodrigues / Jessica Szklarz
Diretor de Arte: Pedro Gouveia / Fernando França / Edmilson Silva
Atendimento: Larissa Ferrari / Raira Ferrabraz / Gabriel Penedo / Fabio Valle
Produção: Tânia Garcia / Henrique Coleti
Planejamento: Daniel Tomazo / Isa Prado / Luciana Garcia
Data: Guilherme Kyoji / Raquel Calderon / Priscila Sbarra
Mídia: Leonardo Moraes/ Patricia Scaloppi / Adriana Reimão / Amanda Pereira / Alina Antunes / Paula Vieira
Produtora de Audio: GPS
Produtor: PC Bernardes
Letra Música: Anitta
Produtora: Sentimental Filme
Diretor: Mau e Lu
Direção de Fotografia: Fernando Young Brasileiro
Montador: Márcio Canella
Produção Executiva: Marcos Araujo
Atendimento Produtora: Wander Damiani / Adriana Putini
Head de Produção: Renata Pacheco
Pós-Produção: Sentimental Filme
Animação Lu: OAK
Aprovação do Cliente: Frederico Trajano / Eduardo Galanternick / Ana Paula Rodrigues / Bernardo Leão
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2a1 Cenografia une engenharia e inteligência cenográfica para estruturar a Casa Warner em Brasília

No mercado de live marketing e entretenimento, a transição de um conceito criativo para uma estrutura física de grande porte é frequentemente vista como um ato puramente intuitivo. No entanto, para a 2a1 Cenografia, empresa referência no setor com mais de 27 anos de experiência e responsável por grandes produções na América Latina e nos Estados Unidos, essa transformação é o resultado de um rigoroso processo de engenharia, estratégia de fluxo e viabilidade técnica.
A empresa defende que o sucesso de uma ativação não depende apenas da estética, mas de uma metodologia que garanta que a ideia original sobreviva à execução física sem perder sua essência. O exemplo mais recente desse rigor metodológico pode ser conferido pelo público na edição da Casa Warner em Brasília, onde universos icônicos do entretenimento ganham vida através de cenários detalhados e interativos.
Para a 2a1, transformar ideias em experiências físicas exige uma visão 360º que vai muito além do design. Envolve entender o comportamento do visitante, a durabilidade dos materiais e a logística de montagem em tempo recorde. Cada decisão, do posicionamento de uma luz à textura de uma parede, é baseada em dados e objetivos de marca. “Muitas pessoas acreditam que criar uma experiência como a Casa Warner é um processo puramente artístico, movido pela inspiração. Na realidade, é o oposto: é um processo altamente estruturado, composto por decisões estratégicas e técnicas. Para que uma ideia se torne uma experiência física de impacto, precisamos traduzir o lúdico para a engenharia. Se não houver estratégia por trás da criatividade, o projeto é apenas um cenário; conosco, ele se torna uma jornada emocional e funcional para o público”, afirma Danielle Paulino, CCO da 2a1.
A exposição, realizada em parceria com a Warner Bros. Discovery Global Experiences (WBDGE) e instalada no ParkShopping Brasília, serve como o laboratório perfeito para demonstrar essa filosofia de trabalho. Ao transpor franquias globais para o espaço físico, a 2a1 aplicou inteligência cenográfica para garantir que o fã se sinta, de fato, dentro de seus filmes e séries favoritos.
A precisão na execução garante que a escala, as cores e a interatividade funcionem de forma orgânica, suportando o alto fluxo de visitantes diários e consolidando o espaço como um case de sucesso em brand experience e engenharia de entretenimento.
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Descompasso estratégico limita o retorno sobre o investimento na Creator Economy brasileira

A consolidação do marketing de influência como uma das principais forças do branding contemporâneo é incontestável, mas a execução das campanhas ainda esbarra em dores estruturais. No Brasil, embora 94% das corporações reconheçam que parcerias contínuas e de longo prazo com criadores de conteúdo geram retornos mais consistentes, expressivos 70% do mercado ainda concentram suas verbas em ativações puramente táticas e pontuais. Os dados são da Pesquisa ROI & Influência, realizada pela YOUPIX em parceria com a Nielsen.
Este descompasso ganhou contornos mais urgentes após os debates do SXSW 2026. O festival global de inovação chancelou a Creator Economy como uma agenda estratégica de alta liderança e geração de novos negócios, pressionando as marcas a abandonarem os vícios de formatos analógicos de publicidade.
Para Thyago Iasino, diretor de estratégias digitais, canais e conteúdo da HouseCricket, a indústria precisa recalibrar sua visão operacional. “O influenciador deixou de ser mídia. Quem ainda trata creator como espaço publicitário está comprando alcance e abrindo mão do principal ativo dessa relação, que é a confiança construída com a audiência”, pontua o executivo.
Essa transformação é empurrada por uma mudança drástica no comportamento do consumidor. Atualmente, 65% dos internautas brasileiros já efetuaram compras motivados por recomendações nas redes sociais (Opinion Box), ao passo que, na esfera global, o índice de pessoas impactadas por criadores em suas decisões financeiras chega a 86%. O cenário prova que a métrica de sucesso migrou do alcance em massa para a profundidade da conexão.
Um dos grandes consensos do mercado corporativo em 2026 é a transição dos influenciadores de meros canais de distribuição para verdadeiras unidades de negócio independentes. O ecossistema caminha para um modelo onde os creators assumem papéis consultivos, atuando no planejamento de campanhas, na validação de portfólios em laboratórios de inovação e, frequentemente, como sócios e cocriadores de linhas de produtos em regime de joint venture.
Essa sofisticação eleva a régua da cobrança por eficiência. O investimento no setor deixou a gaveta de verbas experimentais de live marketing e passou a exigir um impacto nítido nos principais indicadores de performance (KPIs) das empresas, como custo de aquisição de clientes (CAC), conversão em vendas e ganho de market share.
Apesar do amadurecimento conceitual, a comprovação de dados continua sendo o calcanhar de Aquiles das agências e marcas. De acordo com o relatório Influencer Trends 2026, assinado pela Ogilvy, metade dos profissionais de marketing globais (50%) admite não ter ferramentas ou processos claros para provar o retorno financeiro (ROI) de suas ações com influenciadores. Mais grave ainda: 44% das campanhas rodam sem metas preestabelecidas.
Com o aumento expressivo dos aportes financeiros na Creator Economy, o mercado caminha a passos largos para um cenário de severa cobrança por maturidade profissional. As marcas que saírem na frente serão aquelas que entenderem que o marketing de influência não se resume a um post pago no feed, mas sim a uma construção de reputação a longo prazo, cujo ativo final é a confiança do consumidor.








