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Ana Maria apresenta campanha de lançamento dos novos bolinhos sabor churros em parceria com Leite Moça® da Nestlé

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Ana Maria apresenta campanha de lançamento dos novos bolinhos sabor churros em parceria com Leite Moça® da Nestlé
Ana Maria, marca da Bimbo Brasil, lança campanha para apresentar seu novo produto, o bolinho com sabor churros, feito com Leite Moça® da Nestlé. O objetivo é reforçar para os consumidores, que buscam pelo momento reconfortante do “eu mereço um docinho”, que os bolinhos têm aquele gostinho nostálgico da infância.

A campanha destaca Ana Maria Churros como uma ótima opção para os consumidores que procuram praticidade na hora do “lanchinho” da tarde, da sobremesa ou naquele momento que bate a vontade de comer um docinho. Ressalta também a presença do tradicional Leite Moça®, que completa 100 anos em 2021 e é o queridinho das famílias brasileiras. A comunicação é voltada para o público jovem e adulto, por isso utiliza uma linguagem mais próxima, aumentando o vínculo emocional de Ana Maria com os consumidores. Além disso, destaca ainda os principais atributos dos produtos com o novo sabor.

“A campanha de Ana Maria Churros apresenta a nostalgia que os bolinhos podem levar aos consumidores. Qual brasileiro nunca comeu um churros na porta de saída da escola? O produto é prático para o dia a dia, para a hora do docinho, afinal, nós merecemos. Com o sabor churros, a maciez de Ana Maria e o selo Leite Moça® de sabor e qualidade, fica ainda mais delicioso”, afirma Alejandro Lacorte, diretor de marketing e inovação da Bimbo Brasil.

Impactados no Instagram, Facebook e Twitter, os consumidores do Sudeste do país tiveram acesso a um vídeo que despertou curiosidade sobre o lançamento, sem fazer alusão ao doce de leite ou churros. Apenas eram incentivados a tentar descobrir a novidade e interagir com a marca dentro dos canais digitais. Desde a primeira etapa, a interação com a Nestlé nas redes sociais já vem sendo feita.

Já nas próximas fases, os consumidores poderão se inspirar realizando desafios divulgados nas redes sociais das marcas – Instagram, Twitter, Facebook, Tik Tok e Pinterest – o co-branding estará sempre presente. A marca também contará com o marketing de influência nas redes sociais, em que os influenciadores divulgarão conteúdos variados, como a produção de uma tábua de doces para que os seguidores inspirem, entre outras ativações.

“A nostalgia, que é algo cíclico, é capaz de criar um laço emocional entre marcas e consumidores, e o lançamento de Ana Maria Sabor Churros possibilitou a proximidade com o público da geração Y, os millenials. Dessa forma, com base em pesquisas, a estratégia para o ambiente digital foi pautada a partir de canais, conteúdo e influenciadores que estavam alinhados aos públicos de interesse”, diz William Castro, planejamento da Focusnetworks.

Ficha Técnica
Anunciante: Bimbo
Produto: Rap10
Agência: Focusnetworks
Diretor de Criação: Leonardo Lima
Redator: Matheus Garrido
Atendimento: Gabrielle Prado e Kakau Gomes
Planejamento: William Castro
Mídia: Marina Teixeira
Aprovado por: Alejandro Hernandez Lacorte, Renata Araujo e Thais Santos.
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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

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A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.

O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.

O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.

Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.

O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.

Clique aqui para ver o estudo completo.

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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

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A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.

Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.

Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.

A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.

A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.

Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.

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