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Amstel estreia “I Am Gil”, campanha desenvolvida em parceria com Gil do Vigor explorando suas histórias de vida

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A Amstel anuncia uma nova fase da campanha I AM WHAT I AM, que integra a plataforma de diversidade da marca e visa incentivar as pessoas a serem quem elas realmente são. Desta vez, ao lado de Gil do Vigor, a marca traz um filme cocriado com o ex-BBB, em que ele revela bastidores de sua vida antes da fama, correndo e se despindo de roupas e rótulos que o marcaram, até se jogar completamente nu dentro de uma piscina infinita. Uma alusão visual e poética à liberdade e a um dos momentos mais emblemáticos de sua participação no reality show.

A campanha foi criada pelo HNK Lab e conta também com uma estratégia de mídia digital planejada em parceria com o hub iProspect, que será veiculada em canais digitais e TV. Um dos diferenciais da nova ação fica por conta da narrativa das histórias de vida e superação de Gil, que boa parte do público ainda desconhece. Desde a adolescência, quando só tinha uma roupa verde apelidada pela mãe de ‘esperança’, passando por seu trabalho como auxiliar de garçom até à época em que foi noivo de uma mulher e quase se casou.

“Infelizmente ainda vivemos em uma sociedade repleta de preconceitos e, por isso, algumas pessoas vivem com amarras e inseguranças internas de serem quem elas realmente desejam ser. Através dessa campanha, temos o intuito de seguir incentivando e mostrando que todos têm o direito de serem felizes do seu modo e devem ser respeitados por isso. A história do Gil do Vigor é um exemplo. A liberdade e autenticidade que ele carrega consigo são poderosíssimas e, por meio delas, diverte, encanta e inspira milhões de brasileiros”, explica Vanessa Brandão, diretora de marketing de Amstel no Brasil.

Já para Gil, a participação foi um momento importante em sua jornada. “Estar junto de uma marca como a Amstel e poder compartilhar esta mensagem tão importante e necessária de reafirmar que as pessoas podem ser quem elas são é um incrível reconhecimento. Me sinto feliz de ter tido a possibilidade de, além de estrelar, cocriar a campanha. Que essa mensagem tão linda possa alcançar milhões de lares brasileiros”, comenta.

E as novidades não param por aí: para o público mergulhar ainda mais em cada uma dessas histórias, uma landing page foi criada especialmente para a nova campanha (LINK). Nela é possível conhecer a fundo todos estes vários “Gils”, que formaram um grande homem e ganharam o coração da maioria dos brasileiros.

Para conferir mais detalhes, basta acompanhar os canais oficiais da marca (@amstelbr).

Agência: HNK LAB
Título: I AM GIL

Cliente: Heineken Brasil
Produto: Amstel

Business Lead: Felipe Giacon

ECD/Creative Lead: Quatrocci

Strategy Lead: Renata Valio

Project Director: Marcos Richter

Criação: Lucas Andrade, Caio Camargo, Quatrocci

Atendimento: Luana Garcia, Julianna Carvalho, Marcelo Honorio, Gabriel Pereira
Planejamento: Gabriel Guerra, Bruno Pedra, Larissa Baldassarini

Conteúdo: Nabil Carone, Monikhe Menezes, Ana Martinelli, Michelle Bastos

Midia: Ana Battaglini, Nicole Negrigo, Marcela Patriota e Thiago Sousa

RTV Producer: Guilherme Rodrigues

Aprovação Heineken: Nabil Nasser, Vanessa Brandão, Anna Luisa Dafico, Felipe Richter

Aprovacão Heineken (Mídia): Carina Hermida, Victor Soffiatti e Luana Belchior

Produtora de Imagem: Vetor Filmes

Direção: Carol Delgado

Direção de fotografia: Thiago Cauduro

Diretor Executivo: Alberto Lopes

Produção Executiva: Fernando Carvalho e Francisco Puech

Atendimento: Fernanda Germek, Marcia Guimarães e Pedro Victor

Montagem: Carol Delgado

Coordenação de finalização: Clara Morelli e Tatiana Caparelli

Finalização: Equipe Vetor Zero

Produtora de Som: LOUD+ e S de Samba

Produção: Equipe LOUD+ e Equipe S de Samba

Produtor: Equipe LOUD+ e Diego Guimarães (S de Samba)

Direçao Musical: Gustavo Garbato (Loud+), WIlson Simoninha e Jair de Oliveira (S de Samba)

Atendimento: Priscila Miranda, Karina Amabile e Jin Park (Loud +), Tatiane Ornellas (S de Samba)

Iprospect (Mídia Digital)
Business Director: Caroline Bassi

Media Director: Teda Leite

Business Manager: Marcella Lyra

Media Manager: Carolina Gattas

Media Coordinator: Marilia Lindolfo

Media Analyst: Matheus Carvalho

Insights Manager: Rodrigo Korikawa

Programmatic Media Manager: Artur de Menezes Venâncio Martins

Programmatic Media Analyst: Lucas Lelis

Mynd

Diretora Comercial: Juliana Monteiro

Diretor artístico: Julio Beltrão

Atendimento: Mariana Beulke Correa

Produção artística: Gabi Brito

Make: Janaina Marques

Stylist: Léo Bronk’s

Assistente Pessoal Gil do Vigor: Andreza Martins

Assistente Pessoal Gil do Vigor: Janielle Nogueira
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Engenharia de dados torna-se a “espinha dorsal” para combater ROIs ilusórios no marketing digital

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No ecossistema do marketing de performance, um cenário de “fantasia” tem se tornado comum nas apresentações de resultados: a Meta reivindica 50 conversões, o Google Ads exige crédito por outras 40 e o TikTok por mais 30. No entanto, o sistema de e-commerce revela a realidade fria do caixa com apenas 80 vendas efetivas. Esse fenômeno, causado pela sobreposição de atribuição onde diferentes plataformas clamam para si o mesmo cliente, é o desafio que a engenharia de dados busca resolver ao estabelecer uma Single Source of Truth (Fonte Única de Verdade).

Para Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em marketing orientado por dados, esse desalinhamento é um risco estrutural que pode levar empresas a tomarem decisões baseadas em custos de aquisição maquiados. “Operações que crescem rápido tendem a quebrar primeiro na mensuração. Quando a base de dados é inconsistente, qualquer tentativa de otimização vira um chute”, alerta o executivo.

A solução para evitar que o marketing opere em um vácuo de realidade está na construção de uma arquitetura de mensuração robusta. Isso envolve estruturar como os dados são coletados e organizados ao longo de toda a jornada do usuário, garantindo que o clique de terça-feira no Instagram e a busca no Google na quinta-feira sejam compreendidos como parte de um único caminho de conversão.

Um dos conceitos centrais apresentados por Bohn é o tracking, o rastreamento técnico das interações por meio de eventos padronizados. Quando ações como visitas, installs ou preenchimento de formulários são organizadas sob regras claras, a empresa ganha consistência na leitura de dados. A criação de uma single source of truth consolida essas informações em um ambiente confiável, eliminando as discrepâncias entre o que as ferramentas de anúncio dizem e o que a conta bancária da empresa mostra. “Esse processo costuma incluir verificações sistemáticas para garantir a qualidade e a integridade das informações coletadas”, aponta o sócio da Elementar Digital.

Além disso, a rastreabilidade ponta a ponta permite mapear as chamadas micro-conversões — etapas intermediárias como adicionar um produto ao carrinho ou assistir a um vídeo. Esse mapeamento detalhado identifica gargalos no funil de vendas com precisão cirúrgica, permitindo ajustes que realmente impactam o resultado final.

Em um mercado cada vez mais competitivo, a capacidade de confiar nos próprios números separa as operações perenes daquelas que colapsam sob o peso do próprio crescimento. Para o especialista, a engenharia de dados é o herói invisível por trás das campanhas de sucesso. “O que separa operações que escalam daquelas que colapsam não é o volume de investimento, mas a capacidade de confiar nos próprios dados. Sem isso, não existe decisão inteligente. A engenharia de dados não aparece no criativo nem na campanha, mas é ela que garante que cada real investido tenha uma direção clara. Sem essa base, crescimento não é escala, é instabilidade”, conclui Felix Bohn.

Com a consolidação dessas práticas, o setor de live marketing e publicidade digital caminha para uma maturidade onde a transparência dos dados sobrepõe-se às métricas de vaidade, garantindo que a estratégia de negócio esteja ancorada em fatos, e não em algoritmos de atribuição conflitantes.

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Gestão contextual de mídia torna-se pilar estratégico para marcas durante a Copa do Mundo 2026

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Com o início oficial da Copa do Mundo marcado para 11 de junho, nos Estados Unidos, Canadá e México, o mercado publicitário global se prepara para o que deve ser o maior pico de audiência digital da história. O torneio não apenas mobiliza torcidas, mas incendeia as redes sociais com bilhões de interações em tempo real, criando um dos ambientes mais valiosos — e desafiadores — para o brand experience. Segundo Edvaldo Silva, diretor regional na América Latina da Zefr, empresa de verificação e contextualização de mídia, o sucesso das marcas dependerá de uma gestão de campanhas significativamente mais sofisticada.

O volume de dados impressiona: o relatório Culture in Play, da We Are Social North America, já registrou mais de 767 milhões de conversas sobre o mundial desde janeiro, gerando bilhões de impressões. Esse cenário transforma plataformas como YouTube, TikTok e Meta em campos de batalha pela atenção do consumidor, onde jogos, memes e transmissões paralelas ditam o ritmo do engajamento. “Eventos globais como a Copa do Mundo criam uma avalanche de conteúdo nas redes sociais. Para as marcas, isso representa uma enorme oportunidade de alcance, mas também exige maior inteligência na gestão das campanhas para garantir que os anúncios apareçam ao lado de conteúdos alinhados aos seus valores e posicionamento”, afirma Silva.

Para o executivo, o conceito tradicional de brand safety (segurança da marca), que foca em evitar conteúdos estritamente negativos, já não é suficiente. A discussão evoluiu para o brand suitability (adequação da marca), que busca garantir o alinhamento contextual fino. Em um ambiente impulsionado por vídeos e recomendações algorítmicas, um anúncio pode ser exibido ao lado de conteúdos sensíveis, como debates políticos ou notícias de última hora, que, embora não sejam “proibidos”, podem estar desalinhados com a imagem da empresa.

Silva alerta que o risco aumenta durante o torneio, quando a conversa sobre uma partida pode rapidamente derivar para temas controversos ou desinformação. “Sem uma análise mais contextual e contínua, parte do investimento pode acabar sendo direcionada a conteúdos que não refletem os valores ou os objetivos de comunicação da marca”, explica o diretor.

Um dos principais obstáculos para as marcas é a rapidez com que as tendências ganham escala. Replays e conteúdos virais inesperados moldam o contexto em questão de segundos. Por isso, a análise não pode ser apenas textual, baseada em palavras-chave, mas deve considerar elementos visuais e narrativas complexas. “Evitar conteúdos inadequados é apenas o primeiro passo. O desafio hoje é ir além da análise textual e também avaliar elementos visuais e narrativas para equilibrar a visibilidade de alto impacto com contextos seguros e adequados durante um momento cultural relevante”, reforça o especialista da Zefr.

Apesar da complexidade operacional, a Copa do Mundo de 2026 permanece como a “vitrine de ouro” para a construção de marca no ambiente digital. A conclusão do setor é clara: em um ecossistema cada vez mais dinâmico, as marcas que conseguirem combinar a escala massiva do evento com um controle contextual rigoroso serão as que transformarão a alta atenção do público em resultados reais de negócio.

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