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Always atua em diferentes frentes para reforçar o apoio às mulheres durante a pandemia do coronavírus

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Marca procura enaltecer as forças femininas por meio de doações financeiras a pesquisadoras, além da distribuição gratuita de produtos e criação de uma plataforma de apoio às mulheres atuantes no sistema de saúde

Always, líder global em produtos para cuidados femininos, tem como objetivo estar ao lado das mulheres para tornar os dias mais confortáveis, com segurança e confiança para serem quem elas querem ser. A partir daí, a marca procurou entender como poderia ser uma plataforma para enaltecer as forças femininas que estão transformando esse momento crítico que estamos vivendo e resolveu atuar em diferentes frentes.

Com o intuito de transmitir segurança para todas as mulheres que estão trabalhando durante a pandemia, a marca irá distribuir absorventes para aquelas que estão na linha de frente da saúde. Serão 200 mil unidades de absorventes que serão entregues a médicas, enfermeiras, serviços de limpeza, recepcionistas, etc, em hospitais públicos e privados de São Paulo.

Segundo dados divulgados pela ONU (Organização das Nações Unidas), as mulheres ocupam 70% dos cargos nos setores social e de saúde em todo o mundo. Por isso, Always se propõe também a oferecer suporte emocional para essas mulheres que estão na luta contra a Covid-19, sendo uma ponte para conectar pessoas que querem oferecer apoio e quem precisa dele.

Por meio de uma landing page, durante todo o período de isolamento, as pessoas poderão gravar mensagens de conforto e agradecimento e mostrar que essas mulheres não estão sozinhas. Desse modo, Always quer abraçar a realidade delas que se dedicam durante longas horas em atos de altruísmo.

A plataforma, desenvolvida pela Integer\OutPromo, empodera mulheres a compartilhar segurança e confiança junto com Always.

Para participar, basta publicar uma mensagem, que pode ser vídeo, foto ou texto, nas principais redes sociais, marcar @AlwaysBrasil e colocar #MeninaAjudaMenina. Todas as postagens com essa combinação serão direcionadas, de forma automática, à plataforma de Always, lançada no dia 2 de abril, compilando todos os agradecimentos e elogios.

Além das ações acima, Always efetuou uma doação de R$ 200 mil reais à equipe liderada pela Drª. Ester Sabino – composta 60% por mulheres -, do Laboratório de Investigação Médica da Fundação Faculdade de Medicina, da Universidade de São Paulo, para fomentar as pesquisas sobre o novo coronavírus no Brasil e incentivar a participação de mulheres na ciência.

O recurso oferecido pela marca auxiliará nas pesquisas que buscam entender a curva de crescimento da Covid-19 no Brasil, servindo para o entendimento de diversas questões que estamos enfrentando atualmente.

Todas as doações fazem parte da campanha de Always #MeninaAjudaMenina, para incentivar a sororidade entre mulheres.

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Britânia lança campanha de Dia dos Pais com inteligência artificial e foco nos momentos do cotidiano

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A Britânia acaba de colocar no ar sua campanha nacional de Dia dos Pais 2026 sob o conceito institucional “Para os momentos que importam”. A estratégia de marketing foi desenhada para reforçar que o ato de presentear vai além do valor material do produto, posicionando a marca de eletroportáteis e eletrodomésticos como uma facilitadora de momentos de carinho, cuidado e conexão real nas pequenas rotinas familiares.

A peça central da campanha dá continuidade à narrativa emocional iniciada no Dia das Mães de 2026. Produzido pela GRID Content, o filme publicitário destaca-se pelo uso de inteligência artificial aplicada à pós-produção. Na campanha, a tecnologia foi adotada como um recurso estético e criativo para enriquecer a transição das cenas, mantendo a autenticidade e a sensibilidade das interações cotidianas reais entre pai e filho.

A nova campanha chega ao mercado respaldada pelo excelente desempenho comercial registrado pela Britânia no Dia dos Pais de 2025, período em que a marca alcançou um crescimento expressivo de no tíquete médio de vendas em comparação ao ano anterior. Os resultados financeiros comprovam uma tendência consolidada de consumo de presentes úteis, voltados para a casa e para o preparo de refeições compartilhadas.

A campanha de Dia dos Pais desdobra-se em uma estratégia de comunicação integrada 360 graus. A marca ativará pontos de contato estratégicos que incluem compra de mídia online e offline, forte presença de conteúdo nas redes sociais, ações táticas com influenciadores digitais e assessoria de imprensa corporativa.

Esse movimento integra-se a um plano de expansão institucional que, nos últimos anos, ampliou os investimentos da Britânia em patrocínios de eventos gastronômicos, inserções publicitárias em grandes emissoras de TV aberta e materiais personalizados de merchandising nos pontos de venda (PDV).

Ana Luiza Buffara, vice-presidente da Britânia, ressalta a importância da data para a conexão histórica da marca com a população. “Há 70 anos, a Britânia faz parte da rotina das famílias brasileiras. Nesta data, queremos lembrar que presentear é também uma forma de demonstrar cuidado, carinho e criar memórias. Afinal, são os pequenos momentos compartilhados no dia a dia que realmente fortalecem a relação entre pais e filhos.”

Com o lançamento, a Britânia reafirma sua proposta de valor e aproximação emocional com o consumidor, ofertando um portfólio completo que integra as categorias de cuidados pessoais, cozinha e eletrodomésticos, facilitando as tarefas do lar e liberando tempo para o que realmente importa: a convivência familiar.

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Viés racial em Inteligência Artificial e as falhas de representatividade e os limites éticos do mercado de US$ 617 bilhões

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O mercado global de Inteligência Artificial caminha para atingir a marca de US$ 617 bilhões até o final do segundo semestre de 2026, mantendo uma taxa de expansão de ao ano, segundo dados da consultoria alemã Statista. No entanto, diante das mais de 47 mil ferramentas ativas mapeadas pela plataforma “There’s An AI For That” (TAAFT) em setores que vão do recrutamento empresarial à publicidade, desenvolvedores e especialistas acendem um alerta: os vieses raciais e algorítmicos podem comprometer a sustentabilidade e a confiabilidade desse crescimento tecnológico.

O debate ganhou contornos urgentes com a divulgação do documento “Lado Sombrio do Escalonamento de Conjuntos de Dados” no GitHub. O estudo revelou que, em 14 modelos multimodais baseados na arquitetura Vision Transformers (ViT-L) — sistemas que processam texto e imagem simultaneamente —, a probabilidade de uma imagem de um homem negro ou latino ser erroneamente associada ao termo “criminoso” aumentou em até .

Cáren Cruz, CEO da Pittaco Consultoria, especialista em imagem identitária e participante da 9ª temporada do programa Shark Tank Brasil, explica que a atual crise ética da inteligência artificial generativa herda falhas estruturais de tecnologias de análise facial desenvolvidas há quase uma década. “Ainda em 2017, a pesquisadora Joy Buolamwini, do MIT Media Lab, vinha denunciando falhas nos sistemas de visão computacional a partir da sua própria experiência como mulher negra. Em 2018, ao lado de Timnit Gebru, ela publicou o estudo Gender Shades, demonstrando que softwares comerciais de análise facial apresentavam índices de erro drasticamente maiores ao analisar mulheres de pele escura em comparação a homens de pele clara.”

Para Cáren Cruz, a raiz do problema reside na curadoria dos bancos de dados que alimentam os algoritmos de machine learning. Sem uma base de dados que represente a pluralidade humana, a inteligência artificial acaba por reproduzir e automatizar as desigualdades históricas do ambiente analógico. “A tecnologia não nasce neutra. Ela aprende a partir de bancos de dados, imagens, descrições e repertórios que também carregam desigualdades históricas. Se esses dados foram construídos com baixa diversidade racial, a ferramenta tende a reproduzir essas limitações. Quando o sistema altera características fundamentais de uma pessoa negra, está reproduzindo uma lógica histórica em que determinados traços são tratados como algo a ser corrigido ou neutralizado.”

Com mais de 18 anos de atuação no mercado de consultoria identitária corporativa, a CEO da Pittaco defende que a diversidade racial e a precisão técnica em colorimetria devem ser tratadas como prioridades de engenharia pelas big techs. A executiva relembra uma dinâmica de desenvolvimento de produto em que participou de um grupo focal nacional: a metodologia de uma instituição tentou categorizar a pele negra em apenas 6 tons. Trata-se de uma simplificação analítica ineficaz para o mercado de cosméticos, imagem e tecnologia, especialmente no Brasil.  “Quem trabalha com imagem sabe que essa redução não abraça a complexidade das peles negras. Não estamos falando de uma única cor ou classificação, mas de um espectro muito amplo, que envolve variações de pigmentação, subtons, luminosidades, contrastes e profundidades cromáticas decorrentes de intensas miscigenações. A inovação verdadeira precisa reconhecer, preservar e respeitar a pluralidade das aparências negras sem apagar, suavizar ou padronizar aquilo que nos identifica.”

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