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Agência Plug e APAE lançam o movimento Junho Lilás

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A agência Plug, em parceria com a APAE DE SÃO PAULO lançou em 06 de junho a campanha Junho Lilás para celebrar o Dia Nacional do Teste de Pezinho. Criado para mostrar aos futuros pais e familiares a importância do exame o movimento terá edições anuais.

Trazido ao Brasil em 1976 pela APAE DE SÃO PAULO o teste é realizado a partir da coleta de gotinhas de sangue do calcanhar do bebê. O exame é fundamental na prevenção da Deficiência Intelectual e na melhoria da qualidade de vida das crianças.

O teste do pezinho básico é obrigatório e gratuito em todo o país. Identifica, no Estado de São Paulo, as seguintes doenças: Fenilcetonúria, Hipotireoidismo Congênito, Fibrose Cística, Anemia Falciforme e demais Hemoglobinopatias, Hiperplasia Adrenal Congênita e Deficiência de Biotinidase.

A APAE DE SÃO PAULO acredita que a prevenção é a melhor forma de cuidar da saúde do bebê e, por isso, oferece, além do Teste do Pezinho Básico, o MAIS e o SUPER, que juntos identificam até 48 doenças. Em 2016, também foi incorporada a triagem para Imunodeficiências Combinadas Graves (SCID) e Agamaglobulinemia (AGAMA), doenças genéticas do sistema de defesa, somando 50 doenças.

O exame básico é oferecido na rede pública de saúde e também em instituições particulares. “Conscientizar sobre a importância de realizá-lo é um esforço que encampamos como meta dessa campanha”, explica Daniel Santander, diretor de criação da Agência Plug.

Para que isso seja possível o Teste do Pezinho deve ser feito entre as primeiras 48 horas e o 5º dia de vida do bebê. “Por isso é essencial entender a importância do exame e mostrar aos futuros pais e familiares que esta é uma etapa fundamental na prevenção de algumas doenças que podem causar deficiência intelectual e seqüelas para a vida da criança”, acrescenta Santander.

A Plug orientou toda a estratégia da campanha para que o Teste do Pezinho seja entendido facilmente como os movimentos ligados ao câncer de mama e de próstata. O principal eixo da ação é passar a mensagem de que o exame é o primeiro passo para definir um futuro saudável para os bebês.

Isa Dias Degaspari, gerente de Desenvolvimento Institucional da APAE SÃO PAULO conta que a ideia é criar um impacto permanente. “Queremos que a campanha tenha poder de viralização para disseminar o conhecimento. O principal é mostrar para as famílias que realizar o teste é etapa fundamental para um crescimento saudável”, explica.

“Desde o começo a intenção foi criar algo maior que uma ação tradicional. Uma boa campanha pode ser lembrada por meses. Mas um movimento com um propósito tão digno pode ser seguido para sempre”, enfatiza Daniel Santander, fundador da agência – www.agenciaplug.com.br

Composta por veiculações em mídia impressa e online, redes sociais, spots em rádio e mobiliário urbano, a campanha Junho Lilás contará ainda com um filme com a participação de Thiago Abravanel e da Palavra Cantada. As atrizes Naiume Gondoni e Karina Bacchi, e a cantora Maria Cecília (da dupla Maria Cecília e Rodolfo) são mamães que abraçaram a causa e participam da ação.

Além disso, Dra Ana Escobar – médica pediatra consultora do programa Bem Estar na TV Globo – e embaixadora oficial da área da saúde na APAE – tem apoiado a iniciativa. Recentemente a médica liderou com a Dra. Flavia Piazzon, consultora científica da APAE DE SÃO PAULO um encontro com as influenciadoras digitais do segmento maternidade Mamãe Paulista, Maternidade Colorida, Petit Nino, Mamãe Tri Legal e Naiumi Goldoni para contar sobre o Movimento Junho Lilás. Além disso, outros influenciadores também participarão de uma blogagem coletiva, onde compartilharão conteúdos na semana do dia 06 de junho.

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Publicidade nos muros das favelas gera cestas básicas ao G10

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Presente em comunidades de todo o país, o Outdoor Social® foi criado para conectar marcas com o público das favelas e aquecer a economia local. Na prática, como modelo de mídia OOH (Out Of Home), o morador recebe para tornar o muro de sua casa um outdoor para anúncios, fazendo com que a população local tenha contato com as marcas. “É uma forma de mostrar ao mundo o poder de consumo da região e possibilitar uma renda extra aos expositores, que são domiciliados locais”, explica Emilia Rabello, fundadora do Outdoor Social®, pioneiro no segmento OOH em favelas.

Nesse momento de agravamento da pandemia, além da renda extra, que auxilia os moradores, o Outdoor Social® destinará cestas básicas para o G10, bloco das 10 maiores favelas do Brasil. A cada painel instalado em abril, uma cesta básica é doada. A meta é alcançar o mínimo de 1.000 outdoors, de marcas como O Boticário e Tim, colocados nos muros dos moradores das principais favelas do país. O intuito é amenizar os impactos socioeconômicos deste momento de crise no país. “Estamos em uma situação crítica com o agravamento da pandemia e precisamos nos mobilizar. Só na primeira semana, conseguimos entregar 268 cestas e esperamos distribuir ainda mais rapidamente. Com essas doações, queremos atravessar juntos o momento de crise e inspirar outros líderes empresariais a destinarem parte do lucro à entrega social”, conta Emilia.

Segundo o Monitor das Doações Covid-19, organizado pela Associação Brasileira dos Captadores de Recursos (ABCR), a população brasileira fez muitas doações durante os 12 meses da pandemia no país. A cifra da solidariedade já totaliza R$ 6,5 bilhões, englobando doações de pessoas físicas e jurídicas. Desse valor, 84% são originários de companhias privadas.

 “Não podemos mais esperar por políticas públicas. Somos um povo forte, unido, trabalhador e juntos, sairemos dessa”, ressalta Gilson Rodrigues, presidente do G10. Acreditando na soma de esforços para atender as necessidades da sociedade, Emilia reforça o potencial que as comunidades têm. “As favelas brasileiras possuem um enorme potencial cultural, intelectual e econômico. Por isso, precisamos seguir somando esforços para garantir as ferramentas de pleno desenvolvimento dessas populações e alavancar a economia do país”, finaliza.

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Marketing de influência: como as comunidades potencializam as marcas

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A oportunidade de criar uma proximidade maior com os clientes é um dos pontos que mais chama atenção das marcas para as comunidades, que também são conhecidas como “Fórum 4.0”. O levantamento do Community Roundtable, que aponta as estratégias de comunidade com um ROI médio de 6.469% para as marcas, é a prova de que esse tipo de ação está em alta entre as empresas.
As comunidades propiciam a troca de conhecimento por meio da produção de artigos, interação rápida, cursos online e se tornou uma oportunidade para o público, influenciadores e marcas conviverem em um ambiente virtual seguro e garante até mesmo uma chance de obter renda e maior faturamento. De acordo com Luciano Kalil, CPO da Squid e especialista em comunidades, essa é uma forma assertiva de as marcas entenderem o que de fato os consumidores estão buscando.

“Para se aproximar dos seus clientes, empresas têm investido na construção de comunidades como um canal direto de relacionamento com influenciadores e, claro, com o consumidor. Esse canal se torna um ambiente de troca de informações e também para a construção de produtos e serviços que tenham a cara daquele público, pois quem consome tem esse canal direto com a marca”, analisa o executivo da empresa líder em marketing de influência e comunidades no Brasil.

Essas comunidades também são importantes para que as empresas compreendam quais as necessidades da sua marca e apliquem mudanças em seus serviços ou produtos. É como se fosse um novo FAQ, em que as principais dúvidas dos usuários são esclarecidas e a partir disso, é possível realizar mudanças que aproximem ainda mais aquela empresa ao público final.

No mundo, essa solução já é a realidade de muitas empresas. A Lego, por exemplo, criou uma comunidade para os amantes da marca. Lá, os consumidores conseguiram propor novas soluções, votar em seus favoritos e enviar feedbacks. As ideias mais populares se tornam produtos e o idealizador do projeto ganha um percentual das vendas. A plataforma agrega mais de 1 milhão de inscritos.

“Aqui no Brasil, a Squid lançou o #ClubeDaInfluência e já possui mais de 40 mil inscritos. Nesse espaço, os criadores de conteúdo ajudam os outros de forma colaborativa e encontram na plataforma cursos que proporcionam a profissionalização de influenciadores digitais. É uma oportunidade de gerar conhecimento, além de movimentar o mercado da influência”, explica Luciano Kalil.

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