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Agência Gorilla é a responsável pelo recém-inaugurado Portal Respirar

Foi inaugurado o Portal Respirar, uma iniciativa da marca Maresis, da FQM Farmoquímica. Trata-se de uma plataforma completa para os usuários que procuram informações a respeito da saúde e bem estar. Com o lema Inspirar para respirar, o site traz diversas dicas de como melhorar a qualidade de vida, nas diversas situações do dia a dia e cuidar de um dos sistemas mais importantes do corpo humano, o respiratório.
A agência Gorilla é a responsável pelo desdobramento do site e redes sociais. O planejamento de todas as ações foi pensado pelo publicitário e gerente de projetos digitais, Gabriel Dias. À frente do desenvolvimento está a Camila Paixão, o gerenciamento de tráfego fica a cargo do Murilo Souza, design pelo Luiz Henrique Dunham e criação de conteúdo na responsabilidade da Mariana Mattos e de Hector Muniz.
O site trabalha o conceito de marketing de conteúdo. “Para conquistar a atenção do usuário, fornecemos conteúdo relevante. Uma troca justa e saudável que, no final, ainda conseguimos engajar e transformar ele em um embaixador ou admirador do projeto. Não dá mais para pensar em fazer publicidade igual se fazia nas décadas passadas. O consumidor está mais exigente, conectado e empoderado”, explica Gabriel.
A agência contou com a colaboração dos médicos consultores da FQM para a elaboração e validação de cada conteúdo disponibilizado aos usuários. O Portal Respirar conecta-se com as redes sociais de forma que, apesar das diferentes abordagens, os conteúdos tenham afinidade e se completem, trazendo uma experiência única a todos que acompanham o desdobramento da iniciativa.
“Há muita responsabilidade, pois estamos em um segmento de saúde, ainda mais nos tempos de hoje. Precisamos ser assertivos, mas com a sensibilidade certa para entender o comportamento do público neste momento delicado que vivemos. Além disso, de forma técnica, saber que tudo precisa estar conectado: site, rede social, influenciadores, médicos, assessoria, outras agências e fornecedores”, diz o publicitário.
Apesar da recente inauguração da plataforma, as expectativas em relação ao êxito do projeto são altas. O Maresis trata-se de um produto de referência para a lavagem nasal. Existe há 10 anos no mercado farmacêutico do País e conquista diariamente a confiança de seus pacientes. Com o Portal Respirar não poderia ser diferente. “Queremos que o site seja de fato um portal de conteúdo com acesso no Brasil inteiro, no qual as pessoas tenham segurança e praticidade na hora de se informar”, finaliza. O Portal Respirar pode ser acessado por meio do link.
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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.
O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.
A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.
O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.
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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.
Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.
O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.
Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.







