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A transformação digital e o impacto na área de compras

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Os processos de compras têm mudado muito nos últimos anos, tanto no varejo quanto no comércio B2B – as operações estão cada vez mais digitalizadas e as negociações remotas vêm ocupando grande espaço no mercado. Durante uma live que realizei com Leonardo Framil, CEO da Accenture Brasil e América Latina, o executivo comentou que a pandemia de covid-19 mostrou a urgência de as companhias estarem presentes no ambiente virtual, e isso fez com que processos de implementações tecnológicas, que demandariam até três anos, fossem feitos em apenas três meses. 

Recentemente, observamos uma disrupção muito grande em diversos setores, o que aumentou ainda mais a competitividade e a busca por soluções que resolvam problemas modernos em curto tempo. As empresas perceberam que a dedicação ao potencial estratégico do mercado deve ser prioridade e isso é ainda mais latente e visível no setor de compras B2B. Hoje, mais do que nunca, será preciso ir além do básico e operacional, e mostrar a capacidade estratégica e criativa de se adaptar às novas demandas, que mudam em um piscar de olhos. A transformação digital é peça-chave para que tudo isso seja possível. 

Segundo o estudo “Compras de classe mundial: redefinindo o desempenho na era digital”, o investimento em novas tecnologias reduz em até 17% os custos gerados pelas áreas de compras. Esses investimentos podem estar ligados a diversos setores da área, como a gestão e organização de estoque e fornecedores e a análise de dados, por exemplo. Esta última, aliás, permite que as empresas analisem o mercado com mais eficiência e realizem tomadas de decisão rápidas e  que potencializem a eficiência dos negócios.

As plataformas on-line de gestão de compras são um grande diferencial da transformação digital – tais ferramentas tornam os processos mais simples, transparentes, organizados e estratégicos. Por outro lado, também eliminam a necessidade de retrabalho e diminuem drasticamente os riscos. Por meio delas, as empresas têm acesso a diversas facilidades como gerenciamento dos contratos, assinaturas digitais (documentos podem ser verificados remotamente e o uso de papel é reduzido) e gestão de riscos – mesmo com todos os cuidados, qualquer negócio está sujeito a problemas, antecipá-los pode ser a chave para evitar crises.

Além de todos os benefícios práticos do dia a dia, a digitalização também permite que as empresas estejam mais próximas de seus fornecedores, o que melhora o relacionamento e os torna parceiros de negócios sustentáveis.

Agora, mais do que nunca, aqueles que não estão se adaptando à nova realidade do mercado vão perder destaque. É preciso estar atento a tudo de novo que surge, e entender quais ferramentas incorporar ao setor de compras para garantir o sucesso dos negócios.

*Luiz Gastão Bolonhez é vice-presidente do Mercado Eletrônico

Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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Descompasso estratégico limita o retorno sobre o investimento na Creator Economy brasileira

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A consolidação do marketing de influência como uma das principais forças do branding contemporâneo é incontestável, mas a execução das campanhas ainda esbarra em dores estruturais. No Brasil, embora 94% das corporações reconheçam que parcerias contínuas e de longo prazo com criadores de conteúdo geram retornos mais consistentes, expressivos 70% do mercado ainda concentram suas verbas em ativações puramente táticas e pontuais. Os dados são da Pesquisa ROI & Influência, realizada pela YOUPIX em parceria com a Nielsen.

Este descompasso ganhou contornos mais urgentes após os debates do SXSW 2026. O festival global de inovação chancelou a Creator Economy como uma agenda estratégica de alta liderança e geração de novos negócios, pressionando as marcas a abandonarem os vícios de formatos analógicos de publicidade.

Para Thyago Iasino, diretor de estratégias digitais, canais e conteúdo da HouseCricket, a indústria precisa recalibrar sua visão operacional. “O influenciador deixou de ser mídia. Quem ainda trata creator como espaço publicitário está comprando alcance e abrindo mão do principal ativo dessa relação, que é a confiança construída com a audiência”, pontua o executivo.

Essa transformação é empurrada por uma mudança drástica no comportamento do consumidor. Atualmente, 65% dos internautas brasileiros já efetuaram compras motivados por recomendações nas redes sociais (Opinion Box), ao passo que, na esfera global, o índice de pessoas impactadas por criadores em suas decisões financeiras chega a 86%. O cenário prova que a métrica de sucesso migrou do alcance em massa para a profundidade da conexão.

Um dos grandes consensos do mercado corporativo em 2026 é a transição dos influenciadores de meros canais de distribuição para verdadeiras unidades de negócio independentes. O ecossistema caminha para um modelo onde os creators assumem papéis consultivos, atuando no planejamento de campanhas, na validação de portfólios em laboratórios de inovação e, frequentemente, como sócios e cocriadores de linhas de produtos em regime de joint venture.

Essa sofisticação eleva a régua da cobrança por eficiência. O investimento no setor deixou a gaveta de verbas experimentais de live marketing e passou a exigir um impacto nítido nos principais indicadores de performance (KPIs) das empresas, como custo de aquisição de clientes (CAC), conversão em vendas e ganho de market share.

Apesar do amadurecimento conceitual, a comprovação de dados continua sendo o calcanhar de Aquiles das agências e marcas. De acordo com o relatório Influencer Trends 2026, assinado pela Ogilvy, metade dos profissionais de marketing globais (50%) admite não ter ferramentas ou processos claros para provar o retorno financeiro (ROI) de suas ações com influenciadores. Mais grave ainda: 44% das campanhas rodam sem metas preestabelecidas.

Com o aumento expressivo dos aportes financeiros na Creator Economy, o mercado caminha a passos largos para um cenário de severa cobrança por maturidade profissional. As marcas que saírem na frente serão aquelas que entenderem que o marketing de influência não se resume a um post pago no feed, mas sim a uma construção de reputação a longo prazo, cujo ativo final é a confiança do consumidor.

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3 Corações celebra Dia Nacional do Café no Taste São Paulo com aula exclusiva de Alex Atala

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A 3 Corações, marca oficial de café no Taste São Paulo, preparou uma programação robusta para o primeiro fim de semana do festival. Em comemoração ao Dia Nacional do Café (celebrado em 24 de maio), a companhia traz como grande destaque uma ativação de live marketing gastronômico comandada pelo renomado chef Alex Atala. No dia 23 de maio, às 16h30, o chef apresentará uma aula exclusiva explorando a versatilidade do grão na alta confeitaria.

A iniciativa visa consolidar o posicionamento da 3 Corações no território da gastronomia premium e da inovação. Durante o workshop, Atala demonstrará técnicas para a produção de um sorvete e de um chantilly utilizando o café como base de sabor, revelando as nuances e a complexidade que o ingrediente pode agregar a pratos sofisticados.

As inscrições para a atividade são totalmente gratuitas e direcionadas ao público presente no festival. Para garantir uma vaga, os interessados devem realizar o cadastro presencialmente no próprio estande da 3 Corações no dia do evento, estando sujeitos à lotação do espaço.

“O chef Alex Atala é um grande parceiro da marca e tê-lo conosco é uma forma poderosa de mostrar como o café pode ir muito além da xícara do dia a dia e fazer parte de momentos variados, trazendo nuances únicas a pratos e bebidas. Essa parceria traduz exatamente o que buscamos no Taste: conectar as pessoas a experiências que ampliam o olhar sobre o café”, destaca Anderson Spada, head de marketing da 3 Corações.

Para estender as comemorações da data sazonal ao longo de todo o sábado e domingo, a marca transformará seu espaço em um ponto de entretenimento. A 3 Corações promoverá uma coffee party integrada ao palco principal do festival, contando com a performance de um DJ convidado.

Durante os momentos de agito e música, o estande da marca operará uma dinâmica de amostragem e relacionamento, distribuindo gratuitamente uma ampla variedade de cafés do seu portfólio para os visitantes. A estratégia une de forma integrada a experimentação de produto, a construção de marca e a celebração cultural em torno da bebida favorita dos brasileiros.

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