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A reinvenção da experiência entre marcas e fãs por meio do esporte

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O grande desafio de organizadores e empresas que apoiam os principais eventos esportivos do Brasil é, sem dúvida, o de se reinventar em meio a pandemia do século e, consequentemente, a impossibilidade da realização de várias competições calendarizadas para o ano de 2020. Se para os organizadores a realidade é um verdadeiro baque na viabilidade dos negócios, para os patrocinadores oficiais, a situação também é crítica. Isso porque ela representa um distanciamento entre marcas e fãs. Este relacionamento que, no mundo dos esportes, pulsa emoção e saudosismo. 

A justificativa é simples: o branding no esporte depende de experiências que vão além de ações comerciais. Ele visa aproximar-se do público de forma a entender sua verdadeira paixão e alcançá-lo. Neste sentido, procuramos entender o que os motiva e entregamos uma solução que expresse a força deste sentimento. É uma jornada de experiência que busca conectar momentos marcantes entre o corporativo e as pessoas. Dentro desse contexto, como, então, atrair a atenção das pessoas que, por enquanto, não podem sentir a emoção de pilotar um modelo inovador nas pistas ou torcer de perto em uma corrida entre carros velozes? Como proporcionar os efeitos do famoso ronco do motor, o arrepio da arrancada ou a emoção da bandeirada na linha de chegada? Sem contar da possibilidade de tocar e ver, sem a barreira da telinha, tecnologias tão avançadas ali, bem perto.

A resposta, assim como em quase todas as esferas da sociedade neste período, está na tecnologia. A Stock Car, uma das principais competições do automobilismo mundial, inspirada na manutenção dos fanáticos pela velocidade, desenvolveu o primeiro campeonato virtual, que simula as principais pistas do Brasil por meio de uma plataforma de games, a Automobilista2. Essas etapas on-line, que se iniciaram com uma corrida de teste realizada em 1º de julho, demonstram a capacidade de empresas e marcas inovarem também na experiência com os fãs do esporte a motor.

A estratégia suscita a ideia do investimento nos jogos eletrônicos, como meio de amplificar experiências simuladas virtualmente e que, de alguma forma, se aproximam do real. As pessoas podem assistir aos pilotos favoritos sem sair de casa e provar a mesma emoção. É uma extensão mais próxima do que é vivido nas pistas e contribui, ainda mais, para trazer o público mais jovem para perto da modalidade – uma carência sem precedentes para a categoria nos dias atuais.

O esporte sempre foi um celeiro de inovações, que impulsionaram a evolução dos carros que hoje andam pelas ruas. Exemplos não faltam. Só para citar um bem prático: a suspensão inteligente foi laboratório em corridas na década de 1990. Hoje, item básico na fabricação de veículos, o que os tornou ainda mais seguros. O automobilismo sempre foi parceiro inspirador de inovações para as montadoras, desde aprimoramentos no motor e na aerodinâmica, tecnologias aplicadas a melhoria de performance etc.

Pela primeira vez no Brasil, a Toyota GAZOO Racing estreia como patrocinadora e participante da principal categoria do automobilismo brasileiro: a Stock Car. Esta é a receita que determina a essência da divisão esportiva da marca: o sentimento de ir até o limite para fazer cada vez melhor. No futuro, pretendemos expandir o apoio a outros eventos ligados ao automobilismo. Seja por meio das competições ou com os produtos customizados e acessórios para carros, queremos fazer parte de momentos inesquecíveis na memória dos fãs do esporte.

E, cá entre nós, existem inúmeras oportunidades para esse público e um vácuo a ser preenchido pelas empresas, com patrocínio e iniciativas de fomento que vão ajudar a popularizar o esporte no País. E, com os patrocínios, chegarão mais investimentos em infraestrutura, pilotos e, porque não novos eventos, virtuais ou presenciais. A discussão vai nos ajudar a construir um futuro mais inclusivo, com pessoas de diferentes perfis e faixas etárias compartilhando a mesma paixão pela direção. Afinal, o futebol sempre será preferência nacional. Mas os carros ocupam aquele lugar cativo entre os amantes dos esportes.

*Vladimir Centurião é diretor de Operação de Vendas, Pós-Venda e Marketing da Toyota e representante da divisão esportiva Gazoo Racing no Brasil.

Matéria publicada no portal de notícias ADNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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Heineken 0.0 estreia plataforma proprietária de corrida com experiência de socialização no Rio de Janeiro

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A Heineken 0.0 oficializou sua entrada no território do running em 2026 com uma ativação que subverte a lógica tradicional das competições esportivas. Batizada de Rolê 0.0, a iniciativa transformou a linha de chegada de um circuito pelas ruas do bairro da Glória, no Rio de Janeiro, em um evento de celebração coletiva. A ação marcou o lançamento do Finish Line Club, a primeira plataforma proprietária da marca voltada para a modalidade, com o objetivo de integrar o bem-estar à cultura dos bares e da socialização urbana.

Idealizado pela agência LEMA+ e com a plataforma de corrida concebida pela LePub, o projeto utilizou o café & bar Deja Vu como o ponto alto da experiência. O trajeto foi conduzido pelas crews 5am Running e Fashion Run Club, grupos que reforçaram o caráter de comunidade da prova. Ao cruzar a linha de chegada, os participantes foram recebidos com um DJ set curadoria da Festa Rara, tradicional plataforma de música eletrônica carioca, que estendeu a programação festiva até o início da tarde.

A estratégia busca posicionar a versão sem álcool da cerveja como a escolha natural para momentos de lazer que acontecem durante o dia. “Mais do que uma corrida de rua, a proposta foi promover uma experiência de esporte e socialização, além de firmar a Heineken 0.0 como parte ativa das comunidades urbanas e dos momentos coletivos ao longo do dia. O Rolê 0.0 nasceu como um convite para socializar e explorar a cidade de um jeito novo e leve. Acreditamos em momentos que combinam bem-estar, conexões reais e experiências de marca que se integram à vida das pessoas”, destaca Bruna Rosato, gerente de marketing da Heineken 0.0 no Brasil.

O evento serviu como um warm-up para uma corrida proprietária de maior escala que a marca planeja realizar ainda este ano na capital fluminense. Sob o mote “a linha de chegada é só o começo”, a marca foca no comportamento do corredor amador, que valoriza o pós-prova tanto quanto a performance.

Para Yan Prado, diretor-executivo de criação da LePub, a nova plataforma celebra o esporte sob uma ótica democrática. “A nova plataforma da marca celebra o esporte do momento, mostrando que independente do pace, RP, ou distância, o melhor jeito de terminar qualquer corrida é brindando com uma Heineken 0.0.”, conclui o executivo.

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Orla do Rio se consolida como hub estratégico de brand experience com mega-ativação da Nestlé

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A orla carioca reafirma seu status como um dos territórios de live marketing mais disputados do Brasil, transformando seus icônicos quiosques em verdadeiras plataformas modulares de experiência. Até o dia 13 de abril, a Nestlé assume o comando do Quiosque Palace, em Copacabana, para materializar a campanha “O match perfeito”. A ação integra as marcas Nescafé e Sorvetes Nestlé em um espaço temático que apresenta quatro drinks exclusivos de cafés gelados, explorando desde combinações cremosas até versões alcoólicas refrescantes.

A agenda da Nestlé na orla é extensa e foca no estilo de vida do carioca: inclui um sunset com DJ e open bar no dia 26 de março, aulões de yoga na manhã de 29 de março e uma ação de clean up ambiental agendada para 5 de abril. O movimento sinaliza uma mudança estrutural na forma como os grandes anunciantes ocupam a orla, buscando não apenas visibilidade, mas territórios proprietários com previsibilidade e alto impacto cultural.

Sob a gestão da Orla Rio, o trecho que vai do Leme ao Pontal tem servido de palco para uma diversidade de indústrias. Recentemente, a Rabanne ocupou o Quiosque Musa com uma estratégia premium de branding e presença de influenciadores, enquanto o Tinder transformou Copacabana em um ponto oficial de encontros presenciais, estendendo a jornada digital do aplicativo para o mundo real.

“Mais do que ações pontuais, o que vemos é a consolidação da Orla Rio como operadora de um território estruturado de experiências de marca. Aqui conseguimos integrar exposição, experimentação e relacionamento dentro da mesma jornada. Transformamos os quiosques em plataformas capazes de aproximar marcas e consumidores de forma imediata”, afirma Ingrid Lagrotta, diretora de marketing e negócios da Orla Rio.

O ecossistema da orla tem se mostrado eficaz tanto para o lifestyle quanto para a vertical de serviços. A TIM promoveu blitze de vendas com foco em expansão de base, enquanto a Raia instalou tótens gratuitos de proteção solar para gerar conteúdo e prestar serviço ao banhista. No segmento de bebidas, a Brutal Fruit realizou degustações itinerantes em 20 pontos de venda, e a Vinícola Aurora apostou em mecânicas de “compre e ganhe” para elevar o ticket médio nos quiosques.

Seja por meio do wellness da Drogaria Pacheco ou do entretenimento com DJ sets da Amarula, a orla do Rio prova que a combinação de alto fluxo de público com uma gestão operacional padronizada é a receita ideal para marcas que desejam converter sol e mar em indicadores reais de negócio e conexão emocional.

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