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Kallas Mídia OOH fortalece atuação no Sul e amplia portfólio com mais de 2,3 mil ativos na região

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A Kallas Mídia OOH, uma das maiores empresas de mídia exterior do Brasil, presente em 26 estados, segue avançando em sua estratégia nacional com foco regionalizado, reforçando sua presença no Sul do País. A região deve ser um dos principais vetores do crescimento projetado de 35% para 2025, quando a empresa pretende atingir R$ 350 milhões em vendas em âmbito nacional.

Hoje, a companhia está presente em cidades estratégicas de Santa Catarina,  como Joinville, Balneário Piçarras, Navegantes, Florianópolis e São Joaquim, e do Rio Grande do Sul, incluindo Porto Alegre, Pelotas, Novo Hamburgo, Caxias do Sul e Farroupilha.

Em Santa Catarina, o portfólio reúne mais de 2,3 mil ativos, entre mobiliários urbanos, painéis estáticos e digitais, além de presença em aeroportos. No Rio Grande do Sul, mantém sociedade estratégica com a IMOBI, que responde por operações em praças relevantes como Porto Alegre, Novo Hamburgo e Pelotas. A Kallas também amplia a capilaridade regional com o Cartaxi, mídia em táxis e veículos de aplicativo.

O Sul tem ganhado força no plano de expansão da companhia, impulsionado por um consumidor altamente conectado, forte presença de marcas regionais e elevado fluxo turístico. Nesse contexto, a Kallas investe na ampliação do inventário, digitalização de ativos e parcerias locais. Recentemente, conquistou a concessão de mobiliário urbano em Balneário Piçarras (SC), reforçando o foco em cidades com apelo turístico e alto fluxo de visitantes.

“A região representa oportunidade única de integrar inovação, impacto urbano e capilaridade regional. Nosso foco não é apenas ampliar presença, mas ser um parceiro estratégico para o desenvolvimento urbano e para os anunciantes locais e nacionais”, afirma Nilson Moyses, CSO da Kallas Mídia OOH.

Além da mídia tradicional, a empresa aposta em formatos inovadores, como o Cartaxi e a Zanzar, plataforma de telas digitais em carros de aplicativo, já presente em Florianópolis, Joinville, Porto Alegre e Caxias do Sul.

A Kallas atende grandes marcas nacionais e empresas regionais de peso, como Fort Atacadista, FG e Havan, em segmentos como imobiliário, varejo, atacarejo, energia, logística, shoppings, supermercados e governo. A meta é continuar crescendo de forma sustentável e consolidar ainda mais a atuação no Sul até o fim de 2025.

Insights estratégicos para clientes – Outro destaque é o desenvolvimento de uma ferramenta própria de inteligência em dados, voltada para performance, audiência e segmentação, que trará insights estratégicos aos clientes em todo o país. “Nossa cobertura nacional é um diferencial competitivo. Atendemos desde marcas locais até grandes anunciantes que desejam escalar suas campanhas para todo o Brasil a partir de uma base regional forte”, explica Tsuneo Kussima, Head Regional Sul da empresa.

Entre os projetos mais emblemáticos, está a ação ambiental que transformou um abrigo de ônibus em aquário interativo, com a imagem de uma tartaruga cercada por resíduos plásticos em movimento. A campanha gerou grande impacto visual e conscientização ambiental. Outro exemplo foi a ambientação completa de um abrigo com iluminação azul para a TIM, criando experiência sensorial integrada à marca.

Conexão com os parceiros locais – Como parte de sua estratégia de relacionamento, a empresa promoveu este mês novas edições do Conexão OOH em Joinville e Florianópolis, reunindo profissionais de agências, anunciantes e parceiros para discutir tendências do setor, com foco em inovação e digitalização. Durante os encontros, o CEO Rodrigo Kallas destacou os novos ativos digitais com design moderno e tecnologias globais aplicadas às praças locais.

“O mercado anunciante do Sul é representativo e estratégico, tanto pelo consumo regional quanto pelo potencial de exportação de vendas para outras regiões. Além disso, o perfil conectado e receptivo do público favorece a alta exposição das campanhas, reforçando a relevância da região para ações de grande impacto”, conclui o executivo.

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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