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Pedro Scooby e Gabriel Medina são os novos sócios do Grupo Sal

O Grupo Sal, reconhecido há 18 anos por sua atuação no mercado de comunicação, branding, conteúdo de marca e entretenimento, anuncia uma significativa reestruturação com a chegada de novos sócios, incluindo nomes como os surfistas Pedro Scooby e Gabriel Medina. Mirando um crescimento de 30% ainda neste ano, a empresa visa expandir sua capacidade de entrega criativa para marcas através de projetos desenvolvidos por uma equipe multidisciplinar, complementar e disruptiva.
Além de sócios, Pedro Scooby e Gabriel Medina passam a contribuir ativamente com a criação de projetos autorais e co-criação de conteúdos para marcas de diversos segmentos. O objetivo é ampliar e intensificar a conexão das pessoas com as marcas por meio da construção de narrativas relevantes e, agora, a partir de novas perspectivas na criação e na produção de conteúdo, bem como em novos negócios.
“O Pedro é um comunicador nato, com uma visão única de projetos ligados ao esporte e ao lifestyle. O Medina traz foco, excelência e já tem experiência como sócio de outras empresas. Os dois têm uma influência enorme nas redes, o que é um ativo valioso para um grupo de comunicação como o nosso”, afirma Marcelus Viana, cofundador e vice-presidente de criação do Grupo Sal.
Scooby e Medina já participam ativamente do desenvolvimento de conteúdos e projetos especiais, cocriando com o time do Sal ideias originais que dialogam com suas trajetórias, com o universo do esporte e com o estilo de vida ao ar livre, pilares que estão cada vez mais presentes na atuação do grupo. “Passei anos convivendo com o Marcelus e o pessoal do Grupo Sal. Fizemos o documentário para o Globoplay juntos, entre outras coisas. Agora, como sócio, vamos poder criar novos projetos”, explica Pedro Scooby.
O primeiro passo dessa nova parceria é a criação de um núcleo dedicado a branding e conteúdo para atletas profissionais, que já está trabalhando na criação da nova marca MEDINA e na produção de conteúdos para o YouTube com o tricampeão mundial de surfe. Pedro Scooby também já lidera iniciativas com projetos sustentáveis em praias do Rio de Janeiro e alguns projetos de conteúdo audiovisual.
“Investimos em uma rede colaborativa de pessoas com capacidades complementares, totalmente fora do padrão do mercado pois acreditamos que ao reunir surfistas com empreendedores, advogados com designers, produtores com programadores, por exemplo, somos capazes de produzir conteúdos autênticos e com mais profundidade”, detalha Marcelus Viana.
A chegada dos atletas consolida a reestruturação da empresa que foi dividida em duas fases. Na primeira, chamada de “Mar Adentro”, o Grupo Sal estruturou sua liderança com a ascensão de Claudio Arruda, diretor de comunicação, Ana Correia, diretora de branding, Rodrigo Abranches, diretor de criação e Juarez Escosteguy, diretor de criação e conteúdo, profissionais que atuam na companhia há mais de 15 anos e passaram a integrar o quadro societário do grupo.
Já a segunda fase, batizada de “A Grande Onda” apresenta a entrada de um novo grupo de sócios. Além dos surfistas, o publicitário Carlos André Eyer, CMO e diretor de criação premiado com mais de 11 Leões em Cannes, chega para fortalecer a capacidade criativa e estratégia da comunicação, além de atender novos clientes e liderar novas frentes de negócios; Felipe Stanford que tem larga experiência em gestão de atletas e marketing esportivo para liderar novas unidades de negócio no universo dos esportes; Mário Chady e Eduardo Ourivio, empreendedores fundadores do Grupo Trigo (holding que detém as marcas Spoleto, Gurumê e China in Box) para aperfeiçoar a gestão de negócios e expansão de redes e de inovação; e o advogado Fabio Campos Mello, trazendo sua visão jurídica e estratégica para a nova fase de expansão.
O Grupo Sal liderou projetos para Nike, Google, Globo, Waze, Energisa, Stone, Shopping Leblon, Vicunha, Rider, Corona, Unimed, Elite Rede de Ensino, PRIO, entre outras, sempre focados em construção de narrativas consistentes, conectadas com a cultura, o comportamento e o propósito das marcas.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.








