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“Isto Aqui, o Que É?”, canção de Ary Barroso embala celebração dos 33 anos das Óticas Diniz em filme nostálgico

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Isto aqui ô ô, é um pouquinho da Diniz iá iá. Nesse Brasil que insiste em ser feliz, feliz…Diniz! ” A adaptação da icônica canção de Ary Barroso, conduz o novo filme institucional das Óticas Diniz. A melodia embala toda a produção, conduz o ritmo da celebração de 33 anos da marca, com um olhar voltado para as conexões que o tempo constrói.

A trilha sonora, com “Isto Aqui, o Que É? ”, contribui para a atmosfera íntima e brasileira da campanha. A escolha da música acompanha a leveza do filme, como também traduz a identidade da marca, presente em todas as regiões do país e parte da memória coletiva de diferentes gerações. Ary Barroso traz essa brasilidade mansa, carregada de significado, como quem canta para alguém próximo.

A letra original, escrita em 1940, retrata a alegria e a perseverança do povo brasileiro, valores presentes em toda a trajetória das Óticas Diniz. A rede, que cresceu ao lado de seus clientes, proporcionou mudanças, avanços e novos olhares. A música foi selecionada por expressar essa proximidade da marca com o público.

O resultado é uma produção que nos convida a lembrar. Lembrar que a visão tem impacto direto na qualidade de vida, e que por trás de cada lente existe uma história. Lembrar que cuidar dos olhos é, também, uma forma de cuidar de si e dos outros. Lembrar que, há mais de três décadas, a marca se dedica em entregar um atendimento personalizado para cada cliente.

“Essa campanha nasceu do desejo de agradecer. De traduzir o sentimento de reconhecimento por tudo o que construímos ao lado de quem confia na nossa marca. A Diniz cresceu com as pessoas, acompanhou suas mudanças, suas fases, seus olhares. E esse filme é, acima de tudo, uma forma de dizer: estamos aqui. Com você, e por você”, compartilha Ellen Almeida, gestora de marketing, comunicação e e-commerce das Óticas Diniz.

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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