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Nubank lança campanha inspirada na série da Netflix Wandinha

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O Nubank anuncia sua primeira campanha em parceria com a Netflix. A iniciativa celebra a estreia da segunda temporada da série Wandinha e apresenta Pezinho, um personagem exclusivo inspirado no universo da produção. A história protagonizada por ele destaca como os produtos do Nubank podem auxiliar qualquer pessoa a alcançar seus objetivos de forma prática e inovadora.

A parceria com a Netflix solidifica a presença do Nu no território de séries e filmes, que já conta com produções nos universos de House of the DragonsFriends e The Last Of Us, e outras estreladas por Tom Felton e Leslie David Baker.

O filme segue Pezinho, um carismático pé com grandes sonhos de ser ator, inspirado por seu ídolo, Mãozinha. Apesar das inúmeras rejeições e percalços cômicos, a sorte de Pezinho muda ao descobrir o Nubank. Com a ajuda das ferramentas da instituição – como Caixinhas, Cartão e Pix no Crédito –, ele transforma sua vida e se torna um influenciador financeiro de sucesso.

Com visuais e roteiro aprovados por Tim Burton, o filme é produzido pela Iconoclast e tem direção de Gandja Monteiro e Sabrina Duarte. A produção contou ainda com a participação de Victor Dorobantu, ator oficial do Mãozinha na série da Netflix. O maquiador vencedor do Emmy, Tristan Versluis, responsável pela concepção do Mãozinha na série, também participou da criação e desenvolvimento do Pezinho. A gravação foi realizada em estúdio em São Paulo, com cenas externas no centro da capital.

Desenvolvida pelo time criativo interno do Nubank, em parceria com a equipe de marketing criativo para parcerias de marca da Netflix, essa é a primeira campanha no ar em dois países da empresa. Além do Brasil, onde a empresa já possui mais de 104 milhões de clientes, a campanha vai ao ar no México, mercado em que o Nubank já conta com mais de 11 milhões de clientes.

“Sempre refletimos sobre como podemos ir além das expectativas e surpreender nossos clientes. Com essa parceria com a Netflix e a história do Pezinho, mostramos que o Nubank está ao lado de seus clientes em diferentes jornadas, inclusive nas mais fantásticas”, afirma Juliana Roschel, CMO do Nubank.

“Na Netflix, as marcas encontram a audiência mais engajada e apaixonada e, como mostra essa parceria com o Nubank, também descobrem formas criativas de se integrar de maneira autêntica ao conteúdo que nossos fãs amam. Essa colaboração não apenas amplia as oportunidades para as marcas, como também enriquece a experiência dos assinantes ao combinar entretenimento com mensagens relevantes”, comenta Leo Khede, diretor Sr. de publicidade da Netflix para a América Latina.

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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