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Chilli Beans aposta na inteligência artificial em nova campanha

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Gerar uma provocação a respeito do que é real ou não na era da pós-verdade. Trazer um olhar sem estereótipos da realidade da cultura genuinamente brasileira. Representar pessoas, lugares e produtos por meio de imagens hiper-realistas. Todos esses são objetivos da Chilli Beans, maior rede especializada em óculos escuros da América Latina, ao anunciar a sua nova campanha institucional “Se não existe, a gente inventa”.

Com a novidade, a marca se posiciona como uma das primeiras a criar uma campanha inteiramente com imagens geradas por IA, seguindo seu compromisso de ser uma marca inovadora e visionária, capaz de reproduzir todo e qualquer produto ou ação que quiser. “A gente aqui na Chilli Beans gosta de sair na frente, testar o que é novo, fazer diferente e experimentar. Essa nova campanha institucional, com imagens 100% geradas pela IA, é mais um capítulo dessa história. Quando tivemos a ideia, logo buscamos alguém que já estivesse operando e experimentando essa nova tecnologia, como sempre fizemos com fotógrafos, pintores e artistas em geral. Nossa ideia é testar essa nova realidade e fazer uma brincadeira com o que, na real, não existe. E, se não existe, assim como fazemos com nossos produtos e as ações de marca, a gente vai lá e inventa. É sensacional essa nova possibilidade, com todas as imperfeições e provocações que ela traz. Uma nova realidade, que está aí para todos e nós quisemos curtir um pouco isso. Nem os óculos, nem nada nas imagens, é real”, diz Caito Maia, fundador da Chilli Beans.

Para desenvolver a campanha, a Chilli Beans realizou uma parceria com o casal de artistas Kevin Saltarelli e Carlos Sales, do SAL2 Studio, que resultou em imagens hiper-realistas que retratam a brasilidade, com temas como floresta, sertão, praia, urbano. Sendo pioneiros em trabalhos com inteligência artificial – Kevin é especialista em BI com background de dados e negócios e Carlos é fotógrafo de moda e publicidade -, o casal utilizou diversas ferramentas de IA simultaneamente na composição das imagens, como MidJourney, Stable Diffusion e DALL-E.

A partir de 15 de abril a campanha começa no digital e, na sequência, chega em toda a comunicação dos PDVs nas lojas de todo o Brasil e do mundo. “Chilli Beans está sempre de olho em inovação e nas últimas tendências do mercado. Somos uma empresa com atitude para arriscar e sair da caixa. E a bola da vez é a IA. Vemos uma grande oportunidade com essa campanha baseada em imagens geradas pela IA e também um grande desafio, pois nosso produto é um acessório de moda e precisa estar em destaque nas imagens geradas pela ferramenta. Trazer a Chilli Beans olhando fundo para a tecnologia, trabalhando com novas formas de pensar e agir, e ainda em parceria com novos artistas, é a nossa cara!”, diz Cauê Sanchez, head de marketing da Chilli Beans.

FICHA TÉCNICA

 

CEO Chilli Beans

Caito Maia

 

House Chilli Beans

Direção de criação: Jose Caporrino

Head de arte: Murillo Yoshida

Direção arte: Kauê Andrade e Rafael Antunes

Direção de arte jr: Paula Cosiello

Redação: Juliana Covre e Vinicius Targa

Social Media: Raphaela Capobiango

Assistentes Social Media: Caique Andrade, Gabriela Monteiro e Nathalia Almeida

Atendimento: Eder Leone

Assistente de Atendimento: Felipe Lima

 

Marketing Chilli Beans

Head de Marketing: Cauê Sanchez

Coordenador de Marketing: Thiago Portugal

Analista de Marketing: Iara Pereira

Marketing de influência: Beatriz Oliveira

Mídia: Matheus Diniz

 

Trade Marketing

Gerente de trade marketing: Karina Gonçalves

Coordenadora de Trade Marketing: Aline Sousa

Analista de Trade Marketing: Damares Noqueli

PR

Caio Pamphilo e Sergio Auerbach

Agência Melina Tavares Comunicação

 

Equipe de social media Caito Maia

Bruna Pereira, Jefferson Leandro e Elisa Silva

 

Imagens de Inteligência Artificial

Criação de imagens e Prompt Engineering: Carlos Sales e Kevin Saltarelli

Finalização e Pós-produção: Carlos Sales e Nilcélio Rodrigues

 

Produtora de vídeo

Sailor Studio

Direção: Luccas Oliveira, Gustavo “GGA” Almeida

Atendimento: Gustavo Veloso

Direção de Arte: Teidy Nakao

Motion e VFX: Rafael Matheus, Luccas Oliveira, Gustavo “GGA” Almeida,  Alexandre Alves, Luan Carvalho

Edição: Luiz Alejandre “Ryan”

 

Produtora de áudio

A-Gandaia

Atendimento & Coordenação: Samira Tortelli

Produção Executiva: Pedro Turra

Produção Musical: Fábio Mancuso

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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