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Grupo Carrefour Brasil realiza sua primeira ação no metaverso

O Grupo Carrefour adquiriu um terreno no metaverso The Sandbox, que participa com outros países da ação global de lançamento do jogo “The Last Beehive” e “Save The Bees”, no metaverso. No Brasil, a ideia conta com o apoio do Banco Carrefour, núcleo financeiro do Grupo.
De 11 a 26 de janeiro, clientes e funcionários do Carrefour poderão acessar os jogos diretamente no metaverso, por meio da plataforma Sandbox. Caso seja a primeira experiência, eles podem visitar o estande do recém-inaugurado Paseo Alto das Nações, em São Paulo, onde serão recebidos por promotores para curtir a experiência NFBees com jogos virtuais interativos e temáticos.
Além disso, o estande também contará com óculos de realidade aumentada em uma experiência educativa sobre as NFBees, as NFTs do Carrefour, criadas para conscientizar sobre a importância das abelhas e arrecadar fundos para ajudar a salvá-las. 100% do valor arrecadado com a venda do NFBees serão doados ao BeeFund, uma organização francesa de proteção às abelhas.
Esta é a primeira ação do Brasil no metaverso e tem como objetivo promover uma ação educativa, vivência dos clientes do Carrefour sobre o tema NFT e Metaverso, e conscientizar sobre a importância das abelhas no mundo. A iniciativa faz parte de uma ação do Carrefour para integrar a realidade ao mundo virtual.
“Explorar as tecnologias emergentes é uma forma de ampliar as possibilidades de inovação dentro da empresa. Com o projeto, temos a consciência de que este é apenas o primeiro passo para inserir e educar as pessoas no tema metaverso e todas as suas possibilidades”, explica Charles Schweitzer, diretor de inovação do Grupo Carrefour Brasil.
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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos







