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HyperX reforça posicionamento em estilo de vida com a nova campanha Beyond The Game

A HyperX, equipe da HP Inc. dedicada a periféricos gamer, vai além dos jogos eletrônicos com sua nova campanha de marketing “Beyond The Game”, que mostra como os equipamentos da marca estão inseridos no estilo de vida de pessoas com perfis, estilos, preferências e hábitos variados.
“A campanha faz parte do plano de sustentação do slogan We’re All Gamers, que reflete a forma como a HyperX enxerga o mercado de jogos eletrônicos. Todos somos jogadores em algum momento de nossa rotina e isso independe de qualquer questão social, de gênero, raça, credo ou nível de conhecimento sobre games”, explica Caio Martins, gerente de marketing da HyperX na América Latina. “Com as novas peças publicitárias mostramos que nossos produtos estão inseridos nos mais diversos estilos de vida, seja dos esportistas, dos que trabalham em casa, dos que estão sempre em movimento, dos que cuidam da família, dos que jogam muito ou de qualquer outro”.
A campanha Beyond the Game já começou nos canais oficiais da HyperX no YouTube, Instagram, Twitter e TikTok, e apresenta inicialmente cinco personagens expressando liberdade, criatividade, paixão e habilidade enquanto usam produtos da marca. “A tatuadora, o músico, a jogadora de futebol freestyle, o trabalhador de escritório e a pro-player de esportes eletrônicos têm diferentes perfis profissionais, mas, por outro lado, têm em comum os produtos da HyperX inseridos em suas rotinas, seja na hora do lazer ou de se concentrar nas tarefas diárias”, conta Martins.
Além de um vídeo principal, a primeira parte da campanha conta com cinco vídeos curtos, cada um focado em um dos perfis retratados, e explora o uso dos equipamentos em diferentes situações. Beyond the Game, que terá duração de seis meses, contará ainda com uma segunda divulgação com a presença de influenciadores famosos que compartilharão histórias pessoais usando a hashtag #BeyondTheGame para engajar com seus seguidores, e os convidarão a também contarem momentos marcantes de suas vidas no TikTok. Os melhores relatos, tantos dos influenciadores quanto dos usuários, serão compilados em um vídeo final, que será lançado no segundo semestre.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.








