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Nespresso te convida a celebrar Natal com estilista Ortiz

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Com a proposta de celebrar o clima festivo do Natal proporcionando uma experiência única, a Nespresso, pioneira em cafés porcionados de alta qualidade sustentável, traz ao Brasil a Edição Limitada Festive – Gifts of the Forest. A coleção natalina de cafés é desenvolvida com a estilista colombiana Johanna Ortiz.

Inspirada na beleza das florestas, a coleção Gifts of the Forest submerge na essência da marca. Para isso, a Nespresso capturou os sabores e aromas, e traz ao Brasil os novos sabores da linha Festive 2021: Forest Fruit Flavour e Forest Almond Flavour.

Eles aliam a profundidade da natureza ao ambiente em que o café é cultivado, e Forest Black, o primeiro café sombredo da Nespresso, cultivado sob a copa das árvores.

Para dar vida a edição natalina, Johanna Ortiz, grande nome da moda da América Latina, se inspirou na interação entre a natureza e a sustentabilidade, que transportam os aficionados por café para o universo festivo da Nespresso.

“O café colombiano também tem um lugar verdadeiramente especial em meu coração e como uma apoiadora ativa na luta contra as mudanças climáticas, sabendo que a Nespresso está indo além de seus compromissos agroflorestais ao apoiar a proteção de 10 milhões de árvores na Amazônia, foi mais um grande motivo pelo qual esta colaboração fez todo o sentido. Ao projetar a coleção, tive a ideia de capturar a beleza da floresta em cada peça, incorporando ricas copas das árvores e tons de terra escuros em meus designs. Tem sido um processo e uma parceria incríveis, da qual gostei profundamente”, explica Johanna Ortiz.

Conheça os cafés Nespresso Gifts of the Forest

De frutas silvestres passando pelo adocicado sabor de nozes ao espresso picante com notas amadeiradas, os especialistas Nespresso desenvolveram mais 3 variedades de aromas com perfis diferentes para a Edição Limitada Festive – Gifts of the Forest,. Descubra qual o seu preferido:

Forest Black

Desenvolvido com a técnica de sombreamento total realizada na Colômbia, Peru, Guatemala e Índia, o procedimento além de proteger os grãos proporciona um maior sabor ao café. As exóticas notas amadeiradas vão transportar as papilas gustativas às profundezas da floresta e conferem um espresso picante.

Forest Fruit Flavour

Os aromas de frutas silvestres vermelhas percorrem o café espresso, enquanto os cereais dos Arábicas da América do Sul assume uma nota festiva de confeitaria doce.

Forest Almond Flavour

O sabor adocicado das nozes embutido nos Arábicas da América do Sul deste espresso, confere uma sutileza ao espresso. Prepare-se para descobrir notas de amêndoa marcadas por baunilha e um leve sabor frutado no caráter de cereal suave deste café.

Além dos cafés de edição limitada de Nespresso, o público também as deliciosas receitas de coquetéis do café Gifts of the Forest, especialmente elaboradas para aprimorar a experiência sensorial.

Cada sugestão drinks foi cuidadosamente selecionada, trazendo um sabor da natureza e sofisticação em cada xícara.

Conheça também o Gift of the Forest – Acessórios Limitados:

Calendário da contagem regressiva

O cobiçado Calendário da Contagem Regressiva tem sua embalagem desenhada por Johanna Ortiz, inspirados em elementos da floresta. Disponível para Original Line, o calendário deste ano levará os coffe lovers a uma contagem regressiva de 1 a 23 de dezembro, com um presente especial no dia 24. Preço: R$ 215,00.

Caneca Touch

Chega ao país também, por tempo limitado a icônica caneca de viagem Touch completamente renovada. Disponível na cor dourada, ele remete ao brilho das festividades natalinas, que reluz em qualquer lugar. Preço R$ 120,00.

A companhia tem se concentrado na proteção da natureza por meio de projetos agroflorestais para proteger os ecossistemas dos quais suas fazendas de café dependem.

A conservação da floresta desempenha um papel importante na visão de sustentabilidade da companhia, que é criar uma xícara de café que tenha um impacto positivo no mundo.

Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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Engenharia de dados torna-se a “espinha dorsal” para combater ROIs ilusórios no marketing digital

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No ecossistema do marketing de performance, um cenário de “fantasia” tem se tornado comum nas apresentações de resultados: a Meta reivindica 50 conversões, o Google Ads exige crédito por outras 40 e o TikTok por mais 30. No entanto, o sistema de e-commerce revela a realidade fria do caixa com apenas 80 vendas efetivas. Esse fenômeno, causado pela sobreposição de atribuição onde diferentes plataformas clamam para si o mesmo cliente, é o desafio que a engenharia de dados busca resolver ao estabelecer uma Single Source of Truth (Fonte Única de Verdade).

Para Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em marketing orientado por dados, esse desalinhamento é um risco estrutural que pode levar empresas a tomarem decisões baseadas em custos de aquisição maquiados. “Operações que crescem rápido tendem a quebrar primeiro na mensuração. Quando a base de dados é inconsistente, qualquer tentativa de otimização vira um chute”, alerta o executivo.

A solução para evitar que o marketing opere em um vácuo de realidade está na construção de uma arquitetura de mensuração robusta. Isso envolve estruturar como os dados são coletados e organizados ao longo de toda a jornada do usuário, garantindo que o clique de terça-feira no Instagram e a busca no Google na quinta-feira sejam compreendidos como parte de um único caminho de conversão.

Um dos conceitos centrais apresentados por Bohn é o tracking, o rastreamento técnico das interações por meio de eventos padronizados. Quando ações como visitas, installs ou preenchimento de formulários são organizadas sob regras claras, a empresa ganha consistência na leitura de dados. A criação de uma single source of truth consolida essas informações em um ambiente confiável, eliminando as discrepâncias entre o que as ferramentas de anúncio dizem e o que a conta bancária da empresa mostra. “Esse processo costuma incluir verificações sistemáticas para garantir a qualidade e a integridade das informações coletadas”, aponta o sócio da Elementar Digital.

Além disso, a rastreabilidade ponta a ponta permite mapear as chamadas micro-conversões — etapas intermediárias como adicionar um produto ao carrinho ou assistir a um vídeo. Esse mapeamento detalhado identifica gargalos no funil de vendas com precisão cirúrgica, permitindo ajustes que realmente impactam o resultado final.

Em um mercado cada vez mais competitivo, a capacidade de confiar nos próprios números separa as operações perenes daquelas que colapsam sob o peso do próprio crescimento. Para o especialista, a engenharia de dados é o herói invisível por trás das campanhas de sucesso. “O que separa operações que escalam daquelas que colapsam não é o volume de investimento, mas a capacidade de confiar nos próprios dados. Sem isso, não existe decisão inteligente. A engenharia de dados não aparece no criativo nem na campanha, mas é ela que garante que cada real investido tenha uma direção clara. Sem essa base, crescimento não é escala, é instabilidade”, conclui Felix Bohn.

Com a consolidação dessas práticas, o setor de live marketing e publicidade digital caminha para uma maturidade onde a transparência dos dados sobrepõe-se às métricas de vaidade, garantindo que a estratégia de negócio esteja ancorada em fatos, e não em algoritmos de atribuição conflitantes.

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Gestão contextual de mídia torna-se pilar estratégico para marcas durante a Copa do Mundo 2026

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Com o início oficial da Copa do Mundo marcado para 11 de junho, nos Estados Unidos, Canadá e México, o mercado publicitário global se prepara para o que deve ser o maior pico de audiência digital da história. O torneio não apenas mobiliza torcidas, mas incendeia as redes sociais com bilhões de interações em tempo real, criando um dos ambientes mais valiosos — e desafiadores — para o brand experience. Segundo Edvaldo Silva, diretor regional na América Latina da Zefr, empresa de verificação e contextualização de mídia, o sucesso das marcas dependerá de uma gestão de campanhas significativamente mais sofisticada.

O volume de dados impressiona: o relatório Culture in Play, da We Are Social North America, já registrou mais de 767 milhões de conversas sobre o mundial desde janeiro, gerando bilhões de impressões. Esse cenário transforma plataformas como YouTube, TikTok e Meta em campos de batalha pela atenção do consumidor, onde jogos, memes e transmissões paralelas ditam o ritmo do engajamento. “Eventos globais como a Copa do Mundo criam uma avalanche de conteúdo nas redes sociais. Para as marcas, isso representa uma enorme oportunidade de alcance, mas também exige maior inteligência na gestão das campanhas para garantir que os anúncios apareçam ao lado de conteúdos alinhados aos seus valores e posicionamento”, afirma Silva.

Para o executivo, o conceito tradicional de brand safety (segurança da marca), que foca em evitar conteúdos estritamente negativos, já não é suficiente. A discussão evoluiu para o brand suitability (adequação da marca), que busca garantir o alinhamento contextual fino. Em um ambiente impulsionado por vídeos e recomendações algorítmicas, um anúncio pode ser exibido ao lado de conteúdos sensíveis, como debates políticos ou notícias de última hora, que, embora não sejam “proibidos”, podem estar desalinhados com a imagem da empresa.

Silva alerta que o risco aumenta durante o torneio, quando a conversa sobre uma partida pode rapidamente derivar para temas controversos ou desinformação. “Sem uma análise mais contextual e contínua, parte do investimento pode acabar sendo direcionada a conteúdos que não refletem os valores ou os objetivos de comunicação da marca”, explica o diretor.

Um dos principais obstáculos para as marcas é a rapidez com que as tendências ganham escala. Replays e conteúdos virais inesperados moldam o contexto em questão de segundos. Por isso, a análise não pode ser apenas textual, baseada em palavras-chave, mas deve considerar elementos visuais e narrativas complexas. “Evitar conteúdos inadequados é apenas o primeiro passo. O desafio hoje é ir além da análise textual e também avaliar elementos visuais e narrativas para equilibrar a visibilidade de alto impacto com contextos seguros e adequados durante um momento cultural relevante”, reforça o especialista da Zefr.

Apesar da complexidade operacional, a Copa do Mundo de 2026 permanece como a “vitrine de ouro” para a construção de marca no ambiente digital. A conclusão do setor é clara: em um ecossistema cada vez mais dinâmico, as marcas que conseguirem combinar a escala massiva do evento com um controle contextual rigoroso serão as que transformarão a alta atenção do público em resultados reais de negócio.

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