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Rexona by Anitta é lançada com aulão de dança, desafio e estreia de filme da campanha

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Linha de antitranspirantes cocriada com Anitta une a proteção que não te abandona de Rexona à marca poderosa da artista

Rexona, líder brasileira no mercado de antitranspirantes, promoveu nesta terça-feira, 18, em São Paulo, um evento para celebrar sua parceria com a maior estrela pop do país na atualidade, Anitta. Com a exibição em primeira mão do filme da campanha ‘Baila Comigo’, o evento que marcou o lançamento da linha Rexona by Anitta teve ainda um aulão de dança com a coreógrafa da cantora, Arielle Macedo, e o dono do FitDance, Fabio Big Boss, além de um coquetel para convidados.

“Rexona é uma marca global, mas neste projeto nosso foco é 100% o Brasil. Anitta é consumidora da marca e isso faz toda a diferença quando você lança uma campanha com um artista”, afirmou Andreza Graner, Gerente de Marketing da Unilever, explicando a escolha da artista. “Anitta é democrática, fala com todo mundo e inspira as pessoas a irem muito além”.

O filme tem como tema musical uma versão criada pelo DJ Pedro Sampaio de ‘Baila Comigo’, hit que chegou ao Brasil pelas redes sociais e que já é sucesso nos blocos de todo o país neste Carnaval. Além de poderosa e contagiante, a versão produzida a convite de Rexona & Anitta, ainda reforça a tagline da marca nos versos adaptados que brincam com o alcance global da artista brasileira: em um trecho da letra, o “Não Te Abandona” ganha sotaque espanhol: “No Te Abandonas”.

A campanha foi criada pela Cubocc, também responsável pelo planejamento estratégico, de mídia e de conteúdo. As ativações de marca serão lideradas pela Hood e a frente de earned media pela SOKO. As três agências fazem parte do grupo Flagcx.

“Adorei quando soube que Rexona escolheu ‘Baila Comigo’ como tema, porque eu adoro a música, já tinha produzido um remix dela ao lado do Pedro Sampaio. E a coreografia tem passos das músicas que estão nas embalagens dos três produtos da linha Rexona by Anitta”, afirmou Anitta, que aparece no filme ao lado de Pedro Sampaio, dançando a coreografia criada por Arielle Macedo. Os convidados puderam aprender o passo a passo durante um aulão com dançarina, que abriu as atividades na data.

Rexona e Anitta também anunciaram o início do #DesafioBailaComigo. A partir de hoje, a cantora convida amigos e seguidores a gravarem um vídeo repetindo os passinhos da coreografia que homenageia também passos já consagrados do repertório da cantora. Ícones da dança no país, Carla Perez, Scheila Carvalho e Gretchen estão entre os 30 nomes já garantidos na brincadeira.

A linha Rexona by Anitta marca o início de uma parceria poderosa, que inclui ainda ações durante todo o ano. Em fevereiro, além da nova linha de produtos, que alia a proteção que não te abandona à marca inconfundível de Anitta, Rexona estará ao lado da artista em uma série de ações no Carnaval 2020. A parceria com Anitta dá continuidade à estratégia de Rexona de reforçar a comunicação do propósito da marca, com o desenvolvimento de ações e iniciativas que estimulem as pessoas a se movimentarem _ neste caso, através da dança. Em 2019, Rexona havia lançado uma variante com o grupo Now United, que levou essa mensagem para o consumidor teen.

A linha de antitranspirantes
Inspirada nos hits da cantora que fazem todo mundo dançar, Rexona by Anitta chega em três variantes, ‘Show das Poderosas’, ‘Bang’ e ‘Vai Malandra’. A linha é uma cocriação com Anitta, que participou da escolha das fragrâncias e das embalagens, e mantém nas fórmulas a proteção que não te abandona de Rexona. Todos os produtos estão chegando ao mercado durante este mês, e o preço de venda sugerido é de R$ 12,90 cada.

A ideia de desenvolver a linha surgiu em 2018, quando Rexona enviou à cantora de forma orgânica um kit de antitranspirantes exclusivo, envelopado com seus grandes hits – ideia liderada pelo U-Studio, agência in-house montada pela OLIVER. Era uma reação a uma postagem que havia viralizado, na qual Anitta demonstrava, com bom humor, “a vontade de ser garota propaganda de uma marca de desodorantes para poder indicar aos amigos sem parecer indelicada”. Após ela ter recebido e postado o presente de Rexona, fãs da cantora se mobilizaram nas redes para pedirem que o kit passasse a ser comercializado.

“Sempre fui consumidora de Rexona e quando eles me procuraram eu fiz questão de dizer isso. Depois, acabei descobrindo que o outro desodorante que eu usava fora do país era Rexona também”, encerrou.

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Participação de vendedores americanos no volume de vendas internacionais do Mercado Livre quase triplica em 16 meses

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A representatividade dos vendedores norte-americanos no volume bruto de mercadorias (GMV) transacionado via cross-border no Mercado Livre avançou de 8,7% em abril de 2025 para 25,9% em agosto de 2026. Os dados constam em um levantamento realizado pela JoomPulse, plataforma de inteligência e análise de dados baseada em inteligência artificial. O movimento ocorre em um cenário no qual os itens de origem internacional já equivalem a 45,9% do catálogo ativo da plataforma de e-commerce e a 77,5% dos novos anúncios publicados.

A movimentação financeira associada ao segmento dos Estados Unidos registra um valor médio por pedido de R$ 352,00 — cifra 4,8 vezes superior à média dos vendedores oriundos da China, fixada em R$ 73,00. Apesar do avanço norte-americano, a China e Hong Kong permanecem na liderança da modalidade, respondendo por 71,9% do GMV cross-border do marketplace.

O estudo da JoomPulse monitorou 12 mil unidades de manutenção de estoque (SKUs) no Mercado Livre entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, cobrindo categorias como brinquedos, joias e vestuário. O levantamento indica que o volume de anúncios internacionais que geraram conversão de vendas cresceu 83 vezes no período, enquanto o número total de pedidos desses produtos aumentou seis vezes.

O desempenho do segmento internacional transcorre de forma paralela às reformulações na tributação de compras importadas no país. A legislação que trata da isenção do imposto de importação para encomendas de até US$ 50,00 abrange 94,25% dos pedidos e 68,78% do GMV cross-border. Para transações entre US$ 50,00 e US$ 3 mil, cuja alíquota máxima passou para 30%, concentra-se uma fatia de 5,75% dos pedidos, mas que responde por 31,22% do volume financeiro. Devido ao ticket médio superior, os vendedores dos Estados Unidos concentram suas operações predominantemente nesta segunda faixa.

A análise da consultoria não identificou oscilações nos preços finais ao consumidor após as adequações fiscais. O valor médio dos pedidos situados na faixa entre US$ 30,00 e US$ 50,00 manteve-se estável em R$ 193,00 ao longo de todo o período observado.

No que tange às categorias específicas monitoradas pela legislação — como brinquedos, joias, cosméticos e vestuário —, a participação do comércio internacional sobre o GMV total dessas áreas não apresentou elevação no trimestre encerrado em agosto. Em brinquedos e hobbies, o índice passou de 2,50% em maio para 2,18% em agosto; em joias e relógios, recuou de 2,10% para 1,05%; em beleza e cuidados pessoais, alterou-se de 1,46% para 0,95%; e no segmento de calçados, vestuário e bolsas, passou de 0,47% para 0,38%.

As condições de logística e entrega também figuram como fator competitivo no setor. Nas compras abaixo de US$ 10,00 — faixa que engloba 48,37% dos pedidos internacionais —, apenas 0,1% dos anúncios de fora do país oferecem frete gratuito, ante 73,0% dos vendedores nacionais. Nas faixas de preço acima de US$ 30,00, a oferta de gratuidade no envio se equipara entre itens locais e importados. “Em maio, mostramos que o crescimento do cross-border no Brasil havia começado antes da reforma tributária”, afirma Ivan Kolankov, chief executive officer (CEO) da JoomPulse. “Agora analisamos qual segmento está crescendo mais rapidamente do que os demais. Os sellers precisam entender em qual faixa de preço e categoria entrar, a que preço e sob quais condições de frete. As condições tributárias mudaram, mas de forma diferente entre as faixas de preço, e apenas o analytics pode mostrar onde uma vantagem de fato surgiu. Monitoramos de perto cada tendência e queremos permitir que todos os sellers baseiem suas decisões em dados.”

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Gad lança sétima edição do Gad Insights com análise sobre o futuro do branding e a relevância das marcas

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A consultoria de branding e design Gad’ apresentou a 7ª edição do seu estudo proprietário anual, o Gad Insights 2026. A pesquisa analisa as transformações no comportamento do consumidor ao longo do último ano e sintetiza suas conclusões em dez diretrizes direcionadas a apoiar empresas nas tomadas de decisão de gestão de marca e posicionamento de mercado.

Sob o tema “O Desafio da Relevância – Como continuar importando em um mundo indiferente?”, o relatório deste ano contextualiza um cenário marcado pelo avanço tecnológico, pela saturação de conteúdos e por um público mais impaciente. O levantamento argumenta que o atributo da diferenciação isolada perdeu eficiência, exigindo que as marcas demonstrem utilidade e propósito prático na rotina de seus públicos. “Em um mundo de alternativas abundantes, ser diferente não garante ser importante. É preciso considerar os consumidores em sua complexidade e construir experiências capazes de devolver sentido em um presente fragmentado. O report de 2026 mostra que ter uma marca forte talvez já não resolva todo o problema”, destaca Luciano Deos, chief executive officer (CEO) do Gad’.

A publicação anual, iniciada em 2020, já abordou tópicos como as reconfigurações de consumo na pandemia, a reputação corporativa e o storydoing em 2022, o conceito de marcas inteligentes em 2023, o fenômeno do overbranding em 2024 e a busca pelo resgate das origens das empresas em 2025.

Na edição atual, a pesquisa mapeia vetores de transformação no mercado global. O documento aborda a busca por autenticidade frente à padronização de materiais via inteligência artificial, o combate ao chamado FOMO corporativo — a tendência de marcas perseguirem movimentos passageiros sem sinergia estratégica — e a ascensão do Generative Engine Optimization (GEO), em resposta ao dado de que 58% dos consumidores globais utilizam IAs generativas em substituição aos buscadores tradicionais. “Vivemos a passagem de uma economia da atenção para uma economia da impaciência. Isso atravessa o consumo, mas também nossa relação com trabalho, conhecimento, entretenimento e até com outras pessoas. Diante de um mercado com tantas alternativas, ninguém quer mais ficar preso a algo, e a lealdade às marcas precisa ser reconquistada todos os dias”, observa Deos.

O estudo traz ainda recortes populacionais e econômicos, citando dados da empresa de arquitetura e design Gensler de que entre 15% e 20% da população mundial é neurodivergente, o que exige adaptações sensoriais no varejo físico. O levantamento destaca também a expansão da silver economy, voltada ao público com 60 anos ou mais — segmento que movimenta US$ 4,2 trilhões anualmente no mundo —, e aponta um estudo da BALT indicando que 77% dos consumidores brasileiros exigem evidências concretas para validar compromissos socioambientais anunciados pelas empresas. “Ser relevante hoje é resolver uma necessidade; continuar sendo relevante amanhã exige reconhecer que aquela mesma pessoa terá outro corpo, outra família, outros projetos e outras prioridades. O desafio é construir uma marca capaz de acompanhar essas mudanças, sem gerar dependência ou presumir que sua presença será imutável”, finaliza Deos.

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