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Cinerama cria campanha “Pipoca do Bem” que converte vendas em doações de máscaras

Em meio à pandemia do novo coronavírus, um dos produtos mais procurados pela população são as máscaras. O atual cenário também obrigou as pessoas a mudarem a rotina e o modo de consumo e, principalmente, alertou para a necessidade de ajudar quem precisa.
Pensando nisso, a Cinerama, startup paulista e um dos negócios mais bem-sucedidos da quarentena, que leva o serviço de um cinema premium para dentro das residências, desenvolveu a ação “Pipoca do Bem“. A cada compra de pipoca, uma máscara será doada ao Instituto Brasil 200, organização independente e sem fins lucrativos com sede em São Paulo.
As máscaras, feitas com 100% de algodão reutilizável e com dupla camada de proteção, serão destinadas aos moradores de rua e pessoas em situação de vulnerabilidade. Segundo os idealizadores, estima-se que 450 máscaras sejam doadas por semana. A ação terá duração mínima de três meses.
“Nascemos com o objetivo de melhorar a experiência das pessoas nesse período delicado de isolamento e seguimos pensando em como podemos contribuir cada vez mais“, destaca Antônio Oliva, sócio fundador do Cinerama.
Com ticket-médio de R$50, Cinerama chegou ao mercado no fim de março e tem como carro chefe a tradicional pipoca de cinema, preparada e customizada na hora e em diferentes sabores, acompanhamentos e tamanhos de baldes. Além de possuir opções de ‘finger foods’ e refrescos especiais para apreciar um bom filme em casa. A compra pode ser efetuada por meio dos aplicativos iFood e Rappi ou via Whatsapp (11) 99016-1131.
Durante a campanha “Pipoca do Bem”, ao término da compra, que não estabelece um valor mínimo mas só é válida na compra de pipocas, o consumidor é notificado que está contribuindo com a doação.
Semanalmente, a organização comunicará a quantidade de máscaras doadas na página oficial do Instagram.
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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos








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