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Yalochat recebe investimento milionário de ex-sócio do Facebook

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Já parou para contar quantas vezes você já tratou com um chatbots, desde os últimos dias? A Yalochat, é uma plataforma de comércio de conversação, que facilita a comunicação entre as marcas e seus consumidores. Com a ferramenta, processos de compras, dúvidas, e outras formas de lidar com o seu público passam a ser mais ainda mais humanas e causam mais identificação.

Grandes marcas como Coca-Cola e Walmart já estão neste mundo de chatbots recebendo pagamentos e fornecendo serviços aos seus clientes pelo WhatsApp, Facebook Messenger e pelo WeChat, app de conversas popular na China.

E não só com grandes marcas, a Yalo garante que, desde o início da pandemia da COVID-19, a plataforma teve um aumento de dez vezes no volume e um aumento de 650% no volume de mensagens à medida que mais empresas grandes – especialmente fora dos EUA – usam os apps de mensagens para gerenciar algumas operações de vendas e quase todos os processos de atendimento ao cliente.

A Yalochat também está seguindo um mercado de rápido crescimento. De acordo com MarketsandMarkets, empresa de pesquisa de mercado, o mercado de software de IA de conversação deve registrar uma receita de US$ 4,8 bilhões este ano e mais do que o triplo desse valor até 2025.

‘Com a Coca-Cola, começamos no Brasil e os ajudamos a administrar seu comércio quando se trata de conversar com pequenas lojas familiares’, diz o fundador e CEO da Yalochat, Javier Mata, que estudou engenharia e fundou três outras empresas começando em 2013 antes de lançar Yalochat.

‘Eles tiveram tanto sucesso no processo de pedidos que nos levaram ao México e à Colômbia, e estamos conversando com eles sobre a entrada nas Filipinas e na Índia’. Mata diz: ‘Você tenta obter sucesso rápido em um mercado, então o conglomerado o leva a outras áreas de negócios para que possam otimizar seus fluxos de trabalho em torno de vendas e atendimento ao cliente em outros países’.

Mata faz o processo parecer extremamente fácil, especialmente considerando que dezenas de startups também estão focadas em comércio de conversação e também em levantar fundos agora.

Em empresas como o Walmart, por exemplo, ele diz que o Yalochat ‘começaria com algo super simples, mas de alto valor, que eles poderiam lançar em uma semana. Diríamos: ‘Esse processo de vendas que você levou anos para organizar’.

‘Era pouco para eles nos testar e, assim que viram nossas taxas de conversão, fomos apresentados a outras unidades com a corporação.’ Diz Mata: ‘Acho que o motivo de muitas outras empresas não terem tido sucesso é que a tecnologia não é simples ou realmente não funciona. Tornamos o nosso escalável, fácil de lançar e capaz de funcionar sem problemas, sem passar essa complexidade para os usuários finais.’

Matéria publicada no portal de notícias ADNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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Vivo faz estreia em ações de conteúdo na novela ‘Quem Ama Cuida’ em parceria com a Globo e GALERIA.ag

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A Vivo estreou nas ações de conteúdo de ‘Quem Ama Cuida’ em uma parceria desenvolvida pela agência GALERIA.ag em conjunto com a TV Globo. A marca de telecomunicações integrou-se à trama para destacar os atributos técnicos do Vivo Fibra — como estabilidade, velocidade e cobertura Wi-Fi — e a presença do serviço na rotina das famílias brasileiras.

A inserção ocorreu no capítulo exibido na segunda-feira, dia 3 de agosto de 2026, durante uma cena de tensão com a personagem Pilar (Isabel Teixeira). No enredo, após uma explosão de raiva em que Pilar destrói diversos objetos do cenário, o único item preservado é o modem do Vivo Fibra. Na sequência, a personagem Tilde (Luana Martau) intervém para resguardar o equipamento, utilizando uma abordagem bem-humorada para abordar a importância da conectividade na residência.

A ação de merchandising destacou atributos operacionais do Vivo Fibra, ressaltando o suporte a demandas simultâneas como streaming, jogos online, videochamadas e o uso de tecnologias como o padrão Wi-Fi 7 em planos ultrarrápidos.

A estratégia de mídia desdobrou-se também para o intervalo comercial sequencial. O break contextualizado deu continuidade à estética da cena da novela: em câmera lenta, objetos aparecem se despedaçando contra as paredes, mantendo o tom dramático do folhetim até a câmera focar novamente no modem preservado no centro da sala.

A peça publicitária encerra-se com o conceito: “Perder a calma é uma coisa… mas ficar sem Vivo Fibra, isso nem na novela”, conectando a narrativa da ficção com a oferta de serviços de banda larga da operadora.

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Pague Menos lança campanha “Pague Menos Scan” e transforma frase do varejo em cupons de desconto

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A  rede de farmácias Pague Menos apresentou a campanha “Pague Menos Scan”, uma estratégia de mídia alternativa desenvolvida para transformar a tradicional expressão “Pague Menos” — amplamente utilizada no comércio em anúncios, embalagens e folhetos promocionais — em um canal direto de conversão para a marca.

Criada pela agência Lola\TBWA, a ação funciona como um hack de mídia digital. Por meio de um hotsite acessível via smartphone durante todo o mês de agosto de 2026, o consumidor utiliza a câmera do celular para escanear o texto “Pague Menos” onde quer que ele esteja impresso ou exibido digitalmente — incluindo embalagens de produtos, encartes de supermercados, aplicativos de entrega ou vitrines de redes concorrentes.

Ao reconhecer a frase, o sistema valida a leitura e libera automaticamente cupons e ofertas exclusivas no e-commerce e no aplicativo oficial da Pague Menos. As condições promocionais contemplam benefícios das mecânicas “Combinou, Descontou” e “Piscou, Perdeu”, além de descontos aplicáveis aos serviços oferecidos nos Consultórios Farmacêuticos da rede.

A ideia criativa partiu de dados de uma pesquisa realizada pela Score em 2025, indicando que 83% dos consumidores brasileiros escolhem marcas motivados por promoções recentes, combinando a busca por economia com o hábito de consumo do público. “Durante anos, o mercado usou a expressão ‘Pague Menos’ como atrativo de vendas. A única coisa que fizemos foi finalmente assumir esse marketing gratuito que o varejo já proporciona naturalmente, fazendo jus ao nome da nossa marca”, destaca Marcel Desco, vice-presidente de clientes da Pague Menos. A gerente de marketing da rede, Thaisy Barbosa, reforça que a iniciativa utiliza a tecnologia para criar engajamento direto e reforçar a presença do ecossistema digital da empresa.

Para a agência responsável pelo projeto, o foco foi transformar um termo recorrente na comunicação do varejo em ativo de marca. “As melhores ideias costumam estar escondidas em lugares óbvios. Todo o varejo brasileiro usa a expressão ‘Pague Menos’ há décadas. Em vez de disputar esse espaço, decidimos transformá-lo em mídia para a própria marca. Pegamos uma frase que já faz parte da paisagem do consumo e demos a ela um significado literal”, conclui Leo Macias, CCO da Lola\TBWA.

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