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XP escala Rodrigo Santoro para campanha que coloca o investidor como protagonista

A XP, uma das principais instituições financeiras do país, estreia este mês o primeiro movimento da marca em 2025. A ação coloca o cliente como protagonista. Para estrelar a campanha com o mote “Eu sou XP. Vem ser XP”, a companhia escalou o renomado ator – e cliente XP – Rodrigo Santoro.
“Nesta campanha damos protagonismo aos nossos clientes, personificados na figura de Santoro, investidor XP há anos, e que conta com a qualidade do atendimento que só a melhor assessoria de investimentos pode oferecer”, destaca Lisandro Lopez, CMO da XP Inc. “É um orgulho imenso ter uma personalidade reconhecida globalmente pela sua carreira, como Santoro, dar o seu real testemunho de que a XP foi a melhor escolha para seus investimentos. Ele foi um dos pioneiros em levar o nome do Brasil lá fora e traz um senso de solidez e confiança totalmente aderentes à marca”, complementa o executivo.
A campanha, criada pela Magenta, traz filmes institucionais que reforçam os diferenciais e serviços que quem é cliente XP tem, como uma plataforma de investimentos completa, a solidez de quem cuida de mais de R$ 1 trilhão de ativos sob custódia, a maior rede de assessores de investimento do Brasil, eleita seis vezes como a melhor assessoria do Brasil pelo Datafolha. Também enaltece os diferenciais do planejamento financeiro, instrumento essencial para organização e da construção da melhor estratégia para a vida financeira dos nossos clientes, além de filmetes que apresentam diversos produtos e serviços que atendem a todas as necessidades do investidor.
Segundo Caroline Namora, diretora de Marketing da XP Inc., as peças da campanha mostram, assim como Santoro, o que os clientes XP mais valorizam e como eles próprios se identificam. “Os argumentos da campanha mostram o que o nosso consumidor enxerga como diferencial da XP. Por meio da sinergia de nossos produtos e serviços, que englobam toda a jornada financeira, garantimos a satisfação dos nossos mais de 4,7 milhões de clientes – nossa principal razão de existir”, diz Namora. “’Sou XP’. É com esse orgulho que nossos clientes se identificam. É uma satisfação muito grande para nós fortalecer essa relação de pertencimento e confiança”, complementa.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.








