Conecte-se com a LIVE MARKETING

Empresa

Wolff Sports anuncia a contratação de três novos executivos e mudança de escritório

Publicado

em

Agência de marketing esportivo que mais fecha contratos de patrocínio em esportes no Brasil, a Wolff Sports começa o ano de 2021 anunciando duas novidades: a contratação de três novos executivos de negócios para a equipe e mudança de escritório. Entram para o time os profissionais Guilherme Dias, Rafael Rodrigues e Thomas Rudolph. Eles ingressam no departamento comercial da empresa capitaneada por Fábio Wolff tendo como principal desafio a prospecção de clientes.

Guilherme Dias atua há dez anos nas áreas comercial e de marketing, com experiência em diversos mercados, entre eles o esportivo. Ele é graduado em Publicidade e Propaganda pela Universidade Anhembi Morumbi, cursou Marketing Esportivo na ESPM e Gestão Comercial na Nova School of Business and Economics. Suas experiências de trabalho abrangem atuação na área de vendas no canal de TV por assinatura ESPN Brasil, onde permaneceu por dois anos como um dos responsáveis pelo relacionamento com clientes e obtenção de espaços publicitários, além de planejar, desenvolver, e acompanhar campanhas e ações de marketing. Atuou também fora do Brasil, como Representante de Campo Líder na Appco Group Ireland, na Irlanda; e como Gerente de Vendas & Marketing na Yonest, em Lisboa, Portugal.

Com muitos anos de experiência nas áreas esportiva, comercial e de eventos, Rafael Rodrigues é graduado em Turismo e tem especialização em Eventos pela Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo. Em sua trajetória profissional, iniciada em 2008, acumula uma vasta bagagem, com destaque para a atuação na 2SV Sports & Education, onde trabalhou diretamente na avaliação, coordenação e desenvolvimento da grade de atividades de jogadores jovens de nacionalidade americana, bem como na execução da estrutura operacional dos eventos de captação de talentos ocorridos mensalmente. Também tem no currículo experiência de dois anos no Departamento Comercial da Sportz Viagens Esportivas.

Já Thomas Rudolph é formado em Administração de Empresas pela Universidade Federal de Santa Catarina e tem no currículo os cursos de Governança Corporativa e Desenvolvimento de Novos Acionistas pela Mesa Corporate Governance, além de possuir certificado em Marketing no Futebol emitido pela THE360, curso em que Fábio Wolff, inclusive. Entre suas diversas experiências profissionais destacam-se o trabalho como Gerente Comercial na Jogo Marcado, plataforma de agendamento de partidas de futebol entre amigos em quadras particulares, e o cargo de Assistente Comercial na Associação Esportiva de Futebol Americano T-Rex, em que trabalhava na captação de recursos financeiros para a entidade.

Continue lendo
Clique para comentar

You must be logged in to post a comment Login

Deixe uma resposta

Empresa

2a1 Cenografia une engenharia e inteligência cenográfica para estruturar a Casa Warner em Brasília

Publicado

em

No mercado de live marketing e entretenimento, a transição de um conceito criativo para uma estrutura física de grande porte é frequentemente vista como um ato puramente intuitivo. No entanto, para a 2a1 Cenografia, empresa referência no setor com mais de 27 anos de experiência e responsável por grandes produções na América Latina e nos Estados Unidos, essa transformação é o resultado de um rigoroso processo de engenharia, estratégia de fluxo e viabilidade técnica.

A empresa defende que o sucesso de uma ativação não depende apenas da estética, mas de uma metodologia que garanta que a ideia original sobreviva à execução física sem perder sua essência. O exemplo mais recente desse rigor metodológico pode ser conferido pelo público na edição da Casa Warner em Brasília, onde universos icônicos do entretenimento ganham vida através de cenários detalhados e interativos.

Para a 2a1, transformar ideias em experiências físicas exige uma visão 360º que vai muito além do design. Envolve entender o comportamento do visitante, a durabilidade dos materiais e a logística de montagem em tempo recorde. Cada decisão, do posicionamento de uma luz à textura de uma parede, é baseada em dados e objetivos de marca. “Muitas pessoas acreditam que criar uma experiência como a Casa Warner é um processo puramente artístico, movido pela inspiração. Na realidade, é o oposto: é um processo altamente estruturado, composto por decisões estratégicas e técnicas. Para que uma ideia se torne uma experiência física de impacto, precisamos traduzir o lúdico para a engenharia. Se não houver estratégia por trás da criatividade, o projeto é apenas um cenário; conosco, ele se torna uma jornada emocional e funcional para o público”, afirma Danielle Paulino, CCO da 2a1.

A exposição, realizada em parceria com a Warner Bros. Discovery Global Experiences (WBDGE) e instalada no ParkShopping Brasília, serve como o laboratório perfeito para demonstrar essa filosofia de trabalho. Ao transpor franquias globais para o espaço físico, a 2a1 aplicou inteligência cenográfica para garantir que o fã se sinta, de fato, dentro de seus filmes e séries favoritos.

A precisão na execução garante que a escala, as cores e a interatividade funcionem de forma orgânica, suportando o alto fluxo de visitantes diários e consolidando o espaço como um case de sucesso em brand experience e engenharia de entretenimento.

Continue lendo

Empresa

Descompasso estratégico limita o retorno sobre o investimento na Creator Economy brasileira

Publicado

em

A consolidação do marketing de influência como uma das principais forças do branding contemporâneo é incontestável, mas a execução das campanhas ainda esbarra em dores estruturais. No Brasil, embora 94% das corporações reconheçam que parcerias contínuas e de longo prazo com criadores de conteúdo geram retornos mais consistentes, expressivos 70% do mercado ainda concentram suas verbas em ativações puramente táticas e pontuais. Os dados são da Pesquisa ROI & Influência, realizada pela YOUPIX em parceria com a Nielsen.

Este descompasso ganhou contornos mais urgentes após os debates do SXSW 2026. O festival global de inovação chancelou a Creator Economy como uma agenda estratégica de alta liderança e geração de novos negócios, pressionando as marcas a abandonarem os vícios de formatos analógicos de publicidade.

Para Thyago Iasino, diretor de estratégias digitais, canais e conteúdo da HouseCricket, a indústria precisa recalibrar sua visão operacional. “O influenciador deixou de ser mídia. Quem ainda trata creator como espaço publicitário está comprando alcance e abrindo mão do principal ativo dessa relação, que é a confiança construída com a audiência”, pontua o executivo.

Essa transformação é empurrada por uma mudança drástica no comportamento do consumidor. Atualmente, 65% dos internautas brasileiros já efetuaram compras motivados por recomendações nas redes sociais (Opinion Box), ao passo que, na esfera global, o índice de pessoas impactadas por criadores em suas decisões financeiras chega a 86%. O cenário prova que a métrica de sucesso migrou do alcance em massa para a profundidade da conexão.

Um dos grandes consensos do mercado corporativo em 2026 é a transição dos influenciadores de meros canais de distribuição para verdadeiras unidades de negócio independentes. O ecossistema caminha para um modelo onde os creators assumem papéis consultivos, atuando no planejamento de campanhas, na validação de portfólios em laboratórios de inovação e, frequentemente, como sócios e cocriadores de linhas de produtos em regime de joint venture.

Essa sofisticação eleva a régua da cobrança por eficiência. O investimento no setor deixou a gaveta de verbas experimentais de live marketing e passou a exigir um impacto nítido nos principais indicadores de performance (KPIs) das empresas, como custo de aquisição de clientes (CAC), conversão em vendas e ganho de market share.

Apesar do amadurecimento conceitual, a comprovação de dados continua sendo o calcanhar de Aquiles das agências e marcas. De acordo com o relatório Influencer Trends 2026, assinado pela Ogilvy, metade dos profissionais de marketing globais (50%) admite não ter ferramentas ou processos claros para provar o retorno financeiro (ROI) de suas ações com influenciadores. Mais grave ainda: 44% das campanhas rodam sem metas preestabelecidas.

Com o aumento expressivo dos aportes financeiros na Creator Economy, o mercado caminha a passos largos para um cenário de severa cobrança por maturidade profissional. As marcas que saírem na frente serão aquelas que entenderem que o marketing de influência não se resume a um post pago no feed, mas sim a uma construção de reputação a longo prazo, cujo ativo final é a confiança do consumidor.

Continue lendo