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Voz dos Oceanos propõe limpeza dos mares e tem apoio da ONU

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Voz dos Oceanos propõe limpeza dos mares e tem apoio da ONU

Projeto da Família Schurmann, de velejadores, coloca o Veleiro Kat numa jornada pelos oceanos durante dois anos

Em comemoração aos 37 anos velejando, a Família Schurmann partirá em uma expedição especial, reunindo cientistas, ambientalistas, ONGs e outros integrantes de uma rede de apoio pelos mares. O projeto, chamado “Voz dos Oceanos“, tem apoio global do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e teve inicio em 15 de agosto.

A viagem parte de Santa Catarina, no Veleiro Kat, e levará dois anos para ser concluída, terminando na Nova Zelândia. Durante o percurso, serão percorridos os mares da costa brasileira, ilhas do Caribe, costa atlântica dos Estados Unidos, arquipélago das Bermudas, canal do Panamá, Galápagos e Polinésia.

A expedição também passará pelos pontos onde o plástico mais se acumula no oceano, além de observar e registrar o que está acontecendo nos oceanos. O projeto, único vinculado à campanha “CleanSeas“, da ONU, no Brasil, pretende buscar soluções para os problemas de poluição marítima, conscientizar a população sobre eles e estimular a ação das pessoas para a proteção dos oceanos e da vida marinha.

Assista ao ADTALKS sobre o Voz dos Oceanos, com Vilfredo Schurmann e Heloisa Schurmann:

 

Patrocinadores de Voz dos Oceanos

A iniciativa conta com o patrocínio de Corona, que já limpou mais de 1,2 milhão de m² de praias no Brasil e recolheu mais de 5,4 toneladas de lixo descartados de forma irregular na natureza, e também Faber-CastellNatura Kaiak e Sabesp. Além disso, o projeto recebe apoio dos projetos Plastic Soup Foundation PNUMA.

“Como uma cerveja que nasceu na praia, Corona tem uma conexão muito especial com o mar e a natureza. Somos movidos pelo desejo de curtir os paraísos, mas também pela responsabilidade de cuidar deles. Sabemos que essa missão só pode ser realizada com a colaboração de todos, por isso buscamos nos unir a parceiros que, assim como nós, entendem que o plástico não pertence ao paraíso e também querem mudar essa realidade”, conta João Pedro Zattar, head de marketing de Corona no Brasil.

Família Schurmann

Em 1984, após dez anos de planejamento e preparativos, Vilfredo e Heloisa partiram de Santa Catarina, com os filhos Wilhelm, David e Pierre – na época, aos 7, 10 e 15 anos, respectivamente – com o objetivo de realizar um sonho: dar a volta ao mundo a bordo de um veleiro.

Em sua primeira grande aventura, os Schurmann passaram dez anos no mar e, ao retornarem, passaram a ser conhecidos como a primeira família brasileira a dar a volta ao mundo a bordo de um veleiro. De lá para cá, foram, até o momento, três voltas ao mundo – 10 Anos no Mar (1984 – 1994), Magalhães Global Adventure com a filha Kat Schurmann a bordo (1997 – 2000) e Expedição Oriente (2014 – 2016).

 

Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

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A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.

O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.

O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.

Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.

O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.

Clique aqui para ver o estudo completo.

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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

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A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.

Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.

Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.

A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.

A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.

Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.

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