Agências
Volta das viagens de incentivo marca forte presença nas ações de live marketing das empresas

Segundo a Incentive Research Foundation, programas de viagens de incentivo adequadamente projetados e executados podem aumentar a produtividade de vendas em 18% e gerar um ROI de 112%. Além disso, dados da Aberdeen Research mostram que 100% das empresas Best-in-Class (aquelas com maior retenção de clientes e crescimento de vendas) oferecem esse tipo de premiação para reconhecer o sucesso do trabalho no final do ano. Ou seja, é perceptível que ações como essa são importantes para o live marketing, especialmente considerando que foram retomadas totalmente após as restrições causadas pela Covid-19.
Para Silvana Torres, presidente e fundadora da Mark Up, uma das maiores referências em live marketing no Brasil, as viagens de incentivo voltaram com muita força no período pós-pandemia. “Nas experiências que organizamos, observamos que as pessoas sentiram falta de sair, estar juntas e viver momentos especiais”, afirma. “Com isso, comprovamos ainda mais a importância desse formato para promover um grande engajamento entre os colaboradores, fazendo com que eles se sintam valorizados, reconhecidos e integrados”, completa.
Basicamente, esse benefício é uma forma de premiar os funcionários de uma empresa pelo bom desempenho ou metas alcançadas por meio de campanhas e desafios pontuais. “É um prêmio que traz uma experiência marcante, contemplando mais do que passagens e hospedagens gratuitas”, explica Torres. “A aposta das organizações no recurso torna possível a aproximação com o time e gera uma oportunidade de realizar entregas personalizadas. Já tivemos ganhadores que estavam conhecendo pela primeira vez o mar, por exemplo. Isso é um verdadeiro acontecimento para os participantes, clientes e a companhia como um todo”, complementa.
Apesar disso, a pandemia trouxe novas percepções às viagens de incentivo, o que ocasionou algumas mudanças nesse tipo de ação. “Em um primeiro momento surgiu a chamada revenge travel, que são as viagens curtas e intensas em que se aproveita tudo o que estava represado devido ao isolamento”, pontua a fundadora da Mark Up. “Agora, as tendências apontam para um estilo de viagem com mais significado, que prioriza o bem-estar e celebra momentos importantes que não puderam ser comemorados, as reconnection travels”, reforça.
Cases da Mark Up
Segundo Silvana, a Mark Up já teve resultados extremamente positivos ao planejar viagens de incentivo para os seus colaboradores. “Os momentos vividos pelos participantes culminaram em um maior engajamento e uma relação mais profunda com a marca, estimulando-os no dia a dia a correr atrás das suas metas e objetivos”, ressalta.
Um dos cases da empresa que alcançou esse efeito foi o da Electrolux, companhia de eletrodomésticos que oferece soluções completas para consumidores e profissionais. A empresa de live marketing criou e executou uma viagem para reconhecer os melhores participantes na campanha Elite Promo 2021. Os premiados viajaram para Natal, no Rio Grande do Norte, no fim de maio de 2022, e vivenciaram uma programação diversa na capital do estado nordestino. A agenda incluiu alguns passeios na natureza de Jenipabu, atividades relaxantes e gifts personalizados.
Outro case de sucesso da Mark Up foi o trabalho realizado junto ao Grupo O Boticário, uma das principais empresas de cosméticos e perfumes do Brasil. Os melhores distribuidores da companhia foram reconhecidos em um destino apaixonante: Cancún, no México. A viagem reuniu praias, monumentos históricos, comemorações especiais e presentes.
“Ambas as viagens geraram uma conexão emocional com os participantes, que foram impactados, desde a elaboração do conceito até o planejamento das ações realizadas durante o período”, finaliza Silvana.
Agências
Gabriel Sotero lança agência NO.LAND com modelo adaptativo e conquista contas da Genera e ONGs globais

O mercado publicitário brasileiro ganha uma nova operação com o lançamento da NO.LAND, agência fundada e liderada pelo criativo Gabriel Sotero, ex-VML e executivo de criação mais premiado do país no The One Show 2026. A nova empresa estreia no mercado já respondendo por projetos estratégicos, como o reposicionamento da Genera — marca de genética pertencente ao Grupo Dasa — e uma campanha integrada para as entidades ambientais globais Sea Shepherd, WildAid e Freeland.
Com 22 anos de trajetória, mais de 80 marcas atendidas e 150 reconhecimentos na indústria (incluindo Cannes Lions, Effie Awards, Clio Awards, D&AD e Clube de Criação), Sotero concebeu a agência com base no conceito de full specialist. A proposta visa superar a rigidez e os custos de organogramas tradicionais por meio de estruturas modulares e adaptativas, nas quais o fundador atua diretamente nas contas ao lado de times seniores especializados nas demandas setoriais de cada cliente.
“O contexto do mundo e o comportamento do consumidor mudam numa velocidade que não respeita organogramas. Uma agência que se apega ao próprio modelo envelhece junto com ele. A NO.LAND foi pensada para se adaptar aos desafios de cada cliente e de cada momento, trazendo toda a estrutura de que um grande anunciante precisa”, afirma Gabriel Sotero, fundador da agência.
No campo da tecnologia, a agência incorpora inteligência artificial, dados e automação do briefing à produção final, posicionando o critério humano e a excelência estética (craft) como contrapontos à homogeneização do conteúdo gerado por algoritmos. O posicionamento da marca sintetiza a ruptura de barreiras operacionais a partir da assinatura: “NO.LAND is not nowhere. It’s everywhere.”
“A IA é fundamental para ampliar possibilidades, reduzir custos e gerar velocidade. Mas a mesma tecnologia também criou um problema. Quando qualquer pessoa consegue gerar cem análises, cem planos de mídia e cem peças, o valor passa para quem sabe o que merece existir. É esse julgamento que uma marca contrata quando escolhe a NO.LAND”, complementa Sotero.
Com o novo modelo de negócios, a agência busca combinar agilidade operacional, inteligência de dados e ambição criativa para gerar diferenciação e impacto nos resultados financeiros de grandes anunciantes.
Agências
LGL Case atinge marca de mais de 70 projetos em 2026 com foco na integração entre planejamento e produção de eventos

A produtora de eventos e experiências de marca LGL Case consolidou sua metodologia operacional voltada à convergência entre planejamento estratégico e execução técnica no setor de live marketing. Em 2026, a empresa já contabiliza mais de 70 projetos corporativos de grande escala entregues, ampliando sua presença em ativações de marcas, eventos de negócios e produções com diferentes perfis de complexidade operacional.
O modelo de trabalho da companhia estrutura-se no alinhamento contínuo entre o desenho do escopo, a alocação de recursos, a gestão de prazos e a coordenação de fornecedores. A abordagem parte do princípio de que a viabilidade de uma produção depende da previsibilidade técnica construída ainda nas etapas iniciais, garantindo rapidez de resposta para ajustes de campo sem comprometer os cronogramas estabelecidos.
“Um evento não é bem executado apenas porque ficou pronto ou porque o resultado final corresponde ao que foi imaginado. Ele é bem executado quando existe coerência entre o que foi proposto, o que foi planejado e o que acontece na prática. Nosso trabalho é conectar essas etapas, antecipar desafios e tomar decisões que permitam transformar objetivos em entregas reais, com consistência do início ao fim”, afirma Gustavo Costa, CEO da LGL Case.
A operação abrange o acompanhamento direto de todas as fases da entrega, incluindo a análise das especificidades físicas dos espaços, a validação de estruturas técnicas e a supervisão das equipes envolvidas na montagem e desmontagem.
Com a sustentação desse fluxo integrado, a LGL Case projeta seguir expandindo seu portfólio no mercado de eventos, posicionando a precisão operacional e a coerência executiva como diferenciais competitivos para atender às demandas de grandes marcas.








