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Vivo lança movimento #Fazoalbum para que as fotos não fiquem só na memória do celular

Já reparou que a memória do celular vive lotada pelo rolo de câmeras? E que é cada vez mais incomum imprimir e fazer um álbum das nossas melhores memórias? Pensando nisso, a Vivo lança o movimento #Fazoalbum que incentiva as pessoas a resgatarem uma antiga forma de viver e convida a todos a eternizarem fotos em um álbum e nunca mais ficarem esquecidas.
Para dar força ao movimento, a marca disponibiliza no App Vivo dentro da categoria Vivo Valoriza, programa de relacionamento da empresa, um espaço para seus clientes ganharem benefícios com dezenas de parceiros especializados em fotografia, impressão e criação de álbuns, que vão de descontos de até 72%, até outros produtos relacionados ao tema de forma gratuita.
Como estratégia de comunicação, a Vivo, em parceria com a agência Spark, fará uma ativação com diversos creators que participarão dessa iniciativa e convidarão seus seguidores a terem a mesma experiência. Afinal, o hábito de postagens em redes sociais é cada vez mais comum, mas o tempo de vida médio de um registro no feed é de apenas 21 horas.
Além dessa ação, a marca traz também um filme inspirado no tema, criado pela África Creative que conta a história de uma viagem inesquecível entre uma dupla real de pai e filho que fazem inúmeros registros fotográficos com seus smartphones, e que no final é eternizada em um álbum como presente do filho para Dia dos Pais. A produção do filme, dirigido por Vellas, da produtora Saigon, contou diárias de filmagem em locais icônicos do estado do Pará, como Belém, Ilha de Marajó e do Combu.
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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos







