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Varejo promove promoções especiais para comemorar o aniversário de São Paulo

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Começa no próximo dia 21 de janeiro com previsão de duração até o dia 30 de janeiro, a Sampa Week 2023, semana de descontos e ofertas voltados para o setor do varejo, da cultura, gastronomia, turismo, tecnologia, educação e lazer em São Paulo.

Nesse período, lojas, bares, restaurantes, escolas, hotéis e espaços de lazer irão oferecer promoções especiais para os paulistanos e turistas que visitam a metrópole.

A Sampa Week, promovida pelo Conselho do Varejo (CDV) da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), já faz parte do calendário oficial das comemorações voltadas ao aniversário da cidade. O evento tem o objetivo de movimentar a economia durante o primeiro mês do ano, época em que tradicionalmente o varejo registra menor movimento.

Lojas físicas participantes receberão cartazes orientando o funcionamento da campanha. O comércio virtual também terá acesso a um material especial de divulgação para as páginas da web. O cadastro de adesão pode ser feito gratuitamente no site sampaweek.com.br.

Para a coordenadora do CDV e vice-presidente da ACSP, Roseli Garcia, o evento já é um sucesso e se consolida como uma data importante no calendário de São Paulo.

“Em um período em que naturalmente as vendas caem, a Sampa Week oferece uma oportunidade para o comércio se revigorar e oferecer aos consumidores promoções especiais”, comenta.

Além de aproveitar os festejos dos 469 anos da capital paulista, turistas e moradores da cidade de São Paulo poderão fazer compras mais baratas, visitar espaços públicos e equipamentos voltados ao lazer, fazer as refeições e se hospedar com preços e promoções especiais.

Grandes varejistas como Casas Bahia, Renner, Pão de Açúcar e Preçolândia, entre outros, participam da semana de promoções. Entram para esta lista opções hoteleiras como, por exemplo, Bourbon Ibirapuera e Grand Mercure Itaim Bibi, além de bares e restaurantes, espaços turísticos, museus e teatros.

A Sampa Week 2023 também terá atividades culturais e esportivas como o Troféu Cidade de São Paulo de 2023, a realizar-se no dia do aniversário da cidade, além de uma programação cultural. Para Roseli Garcia “agregar o turismo à cultura e à eventos esportivos, na Sampa Week, é reforçar essa característica da cidade”

Os interessados em participar do festival de promoções ainda podem se inscrever. É só conferir o regulamento no site oficial do evento.

A Sampa Week conta também com o apoio da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), da Confederação das Associações Comerciais do Brasil (CACB) e da Secretaria do Turismo municipal, que este ano incluiu a Sampa Week no calendário oficial dos eventos de turismo da cidade.

“Tenho certeza de que o Sampa Week 2023 será um sucesso”, disse Alfredo Cotait Neto, presidente da ACSP. “Vamos começar o ano com excelentes resultados para o comércio paulistano e comemorar o aniversário da cidade em grande estilo”, complementou.

A Sampa Week tem o apoio das seguintes entidades parceiras: IDV, Secovi, APCC, Univinco, FCDL, Alobrás, ABVTEX, Creci São Paulo, Sicredi, Ablos e AESUL.

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UBRAFE organiza Missão Inovação China para conectar executivos do setor ao mercado global de feiras

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Com a proposta de aproximar o mercado nacional de feiras e eventos corporativos das principais inovações do setor no cenário internacional, a União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (UBRAFE) realizará, entre os dias 14 e 22 de novembro de 2026, a Missão Inovação China. A iniciativa prevê uma imersão técnica de sete dias voltada aos associados da entidade, com um roteiro que inclui passagens por centros de exposições de grande porte, empresas de tecnologia e fornecedores da indústria de eventos global.

A escolha da China como destino fundamenta-se na infraestrutura e nos recursos tecnológicos desenvolvidos pelo país para a realização de grandes encontros de negócios. O itinerário concentra-se na região entre Guangzhou e Shenzhen, polo produtivo e tecnológico que reúne fabricantes e prestadores de serviços para o setor. O programa foi estruturado para profissionais do segmento corporativo, abrangendo visitas técnicas, sessões de networking e reuniões institucionais.

A agenda do grupo inclui visitas a sete centros de convenções e exposições de grande porte, além de reuniões de trabalho com nove empresas desenvolvedoras de soluções para feiras de negócios, quatro entidades representativas do setor e uma promotora de eventos local. A delegação brasileira também integrará a programação do Glocal International Exhibition Industry Summit, em Guangzhou, fórum focado no relacionamento entre lideranças e executivos da indústria internacional.

A ação faz parte da estratégia da UBRAFE para incentivar a atualização técnica e a modernização do mercado brasileiro de feiras e eventos de negócios, estimulando o intercâmbio de conhecimentos e a adoção de novas tecnologias operacionais.

“A inovação deixou de ser um diferencial para se tornar um fator estratégico para a competitividade das feiras e eventos. Ao promover essa missão, a UBRAFE oferece aos seus associados a oportunidade de conhecer, na prática, soluções, modelos de gestão e tecnologias que estão redefinindo o futuro do setor em todo o mundo e ampliando muito a eficiência das ações de Live Marketing“, comenta Paulo Ventura, presidente da UBRAFE.

A participação no projeto é voltada exclusivamente aos associados da entidade, com a limitação de uma vaga por empresa para assegurar o caráter focado do grupo de tomadores de decisão. Além do acesso às agendas técnicas e aos encontros institucionais com organizações chinesas, o pacote da missão contempla hospedagem, transporte interno e serviço de tradução em português durante toda a programação.

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Ubrafe defende Marco Regulatório de Eventos e aponta impacto econômico de R$ 30 bilhões no setor

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A indústria brasileira de feiras e eventos corporativos, culturais e de entretenimento movimenta bilhões de reais anualmente, atrai milhões de visitantes e exerce um papel decisivo na macroeconomia, no turismo e na atração de investimentos. Com base nessa relevância, a União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (Ubrafe) reforça a urgência de avançar na tramitação e implementação do Marco Regulatório de Eventos (PL 1905/2026). A proposta legislativa busca estabelecer segurança jurídica, previsibilidade tributária e reconhecimento institucional a um segmento estratégico para o desenvolvimento do país.

De acordo com as lideranças do setor, as convenções e feiras não podem mais ser tratadas unicamente como ferramentas isoladas de marketing ou como alavancas para mitigar a sazonalidade da hotelaria. É o momento de analisar o ecossistema como uma indústria pesada de serviços que gera um efeito multiplicador na economia.

Para dimensionar o impacto financeiro do setor, a Ubrafe mapeou quatro grandes recortes da indústria que, juntos, injetam quase R$ 30 bilhões nas economias locais, ativando cadeias produtivas que englobam a malha de transportes, alimentação, comércio e serviços.

Se os grandes festivais e festas populares (B2C) destacam-se pela mobilização massiva em janelas curtas de tempo, o segmento focado em geração de negócios entre empresas (B2B) atua como um motor econômico contínuo. Em São Paulo, o calendário de feiras corporativas estende-se por cerca de 270 dias ao longo do ano, atraindo 8 milhões de executivos e compradores. Essa regularidade garante uma taxa de ocupação hoteleira perene, além de fomentar o networking, a prospecção de leads qualificados e a assinatura de contratos de longo prazo.

Paulo Ventura, presidente da Ubrafe, defende que a amplitude do setor exige políticas públicas compatíveis com seu tamanho. “Os eventos, independentemente do formato, são vetores de desenvolvimento econômico, geração de emprego, promoção de destinos e fortalecimento de cadeias produtivas inteiras. Quando olhamos para esses números, fica evidente que o setor precisa ser tratado como atividade estratégica para o país, com regras mais claras, segurança jurídica e políticas públicas compatíveis com sua relevância.”

A consolidação do PL 1905/2026 é vista pela entidade como o passo definitivo para aumentar a competitividade internacional do Brasil na captação de grandes congressos globais. “Os eventos com foco na geração de negócios, ou B2B, em especial, têm um papel decisivo nesse debate porque combinam impacto econômico expressivo com regularidade ao longo do ano. É um impacto menos visível do que o de um grande festival, mas extremamente consistente e estratégico”, conclui Ventura.

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