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União faz 110 anos com histórias reais em campanha e receitas de família

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A marca que atua no mercado de açúcar chegou aos 110 anos com uma história repleta de inovações e uma qualidade superior. Por meio das linhas mais completas do setor e a proximidade com seus consumidores, União criou uma conexão única com as receitas e as memórias de quem não abre mão de um mundo mais doce. São essas lembranças reais que ilustram agora a nova campanha da marca, que ganhou o conceito “União, há 110 anos transformando seus dias”.

E para resgatar esses momentos verdadeiros, União convidou consumidores para contarem suas histórias e reproduzirem receitas que transformaram o ato de cozinhar em grandes memórias afetivas. Tem o bolo especial de aniversário das irmãs gêmeas, o pedido de namoro mais doce, uma família de músicos que promove uma comemoração especial cada vez que a mãe faz o pavê de morango e, ainda, tem um bolo de cenoura que se “transformou” em like e amizade. Por meio de cada uma dessas receitas, a marca pode explorar a sua ampla linha de produtos, que vão dos naturais, aos culinários, passando pelo glaçúcar, um ingrediente essencial para toda doceira.

“Em 110 anos de história, acompanhamos diversas transformações na marca e no mundo e, desta vez, queremos celebrar o poder de transformação que União exerceu, e exerce, na vida das pessoas. É ele que transforma bolos, tortas e outros doces em deliciosas receitas. E esses doces são capazes de construir novas memórias e tornar qualquer momento no melhor e mais especial de um dia qualquer, essa é a nossa principal mensagem com a campanha”, comenta Raphael Sampaio Fernandes, gerente de marketing de União.

União tem orgulho da sua trajetória e da presença na vida dos brasileiros. Ao longo de tantas décadas, tornou-se a marca mais vendida de açúcar do Brasil fazendo parte do cotidiano de muitas gerações de famílias. Esta liderança é o resultado de uma história de pioneirismo, comprometimento com a qualidade de seus produtos e de respeito pelo consumidor. A primeira a lançar uma cozinha experimental no país, União conta, desde 1957, com profissionais que testam e criam receitas. O trabalho da Cozinha Experimental União resultou em mais de 30 coleções de livros de receitas, muitas delas desenvolvidas em parceria com consumidores. A primeira é de 1960 e estão hoje disponíveis na versão digital.

A nova campanha, assinada pela Lew’Lara\TBWA, que acaba de estrear, terá desdobramentos em todos os canais digitais da marca, além do patrocínio no MasterChef.

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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