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Umbro reforça time com novos influenciadores para produção de conteúdo sobre cultura do futebol

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Em sintonia com as demandas do mercado esportivo, dos consumidores de futebol e com seus parceiros do dia-a-dia, a Umbro Brasil anuncia novas parcerias com Creators, produtores de conteúdo que estarão ao lado da marca alimentando a cultura do futebol dentro e fora de campo, defesa histórica da marca inglesa, nascida no berço do esporte bretão. Agora, além do canal Peleja, a marca contará com conteúdos feitos pelo Futliga, BR Futsal e Lucas Freestyle, casando a qualidade de seus produtos com um material de alto nível.

Para além do futebol de campo, no qual a marca já tem ampla atuação por meio de diversos produtos e do patrocínio de clubes – a Umbro é a fornecedora mais presente na série A do Campeonato Brasileiro, com cinco equipes patrocinadas –, as novas ações visam também uma cobertura mais ampla do futsal, ambiente no qual a Umbro Brasil também apresenta forte presença: patrocínio da Liga Nacional de Futsal, da bola oficial da liga, de atletas icônicos da competição, além de ajudar na condução de um time (Campo Mourão) e inovar no lançamento de calçados especiais para a prática do esporte.

Dentre os conteúdos a serem produzidos, os fãs de futebol e futsal podem esperar reviews exclusivos, teste de produtos, entrevistas, customizações, apresentação de novas linhas, novidades no esporte, entre outras várias formas de entretenimento combinados com informação. Os canais, referências no Brasil em produção de materiais e neste tipo de conteúdos, foram escolhidos a dedo pela equipe da Umbro Brasil. A marca ainda contará com os Creators para fixar sua presença dentro do universo de lifestyle e casual, importante investimento da Umbro em 2020.

“Estamos sempre de olho no que está acontecendo e em como podemos mostrar ao público o que a Umbro pensa e cria para o futebol e o futsal. Estamos felizes com esses novos parceiros, sabemos que eles são especialistas no que fazem e têm capacidade de fazer um grande trabalho. Também estamos ansiosos!”, conta o brand manager da Umbro Brasil, Eduardo Dal Pogetto.

Ao todo as plataformas dos creators somam milhões de seguidores, o que dará à marca inglesa ainda mais campo de jogo para atuar. “A Umbro tem muito a dizer e temos certeza que o público vai adorar. É um tipo de comunicação feita e pensada para o apaixonado pela bola, que, sem dúvida alguma, tem um carinho especial pela Umbro por tudo que ela representa para este esporte”, completa Renato Elias, manager marketing da Umbro Brasil.

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Minuano investe em mídia exterior em São Paulo, Goiás e Distrito Federal para celebrar 40 anos de marca

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Para marcar as celebrações de quatro décadas de atuação no mercado, a Minuano expandiu sua estratégia de comunicação com uma nova frente de mídia out-of-home (OOH). A cobertura abrange os estados de São Paulo, Goiás e o Distrito Federal, visando reforçar o conhecimento de marca e incentivar a conversão de vendas em regiões próximas a estabelecimentos varejistas e atacadistas parceiros.

A veiculação é operada em parceria com a Eletromidia e reúne diferentes formatos de exibição, incluindo mobiliário urbano, telas em elevadores de edifícios residenciais e corporativos, além de circuitos no transporte metroviário. As peças trazem a identidade visual comemorativa de aniversário com a participação da jornalista e apresentadora Fernanda Gentil, embaixadora da marca.

A estratégia busca intensificar a presença nos mercados de maior volume comercial, conectando a mensagem de comunicação ao momento que antecede a decisão de compra nos supermercados e atacarejos. “Celebrar 40 anos é também olhar para o futuro e encontrar novas formas de estar presente na vida dos consumidores. A campanha amplia a presença de Minuano em mercados estratégicos e leva para as ruas a nossa comunicação de aniversário, com a Fernanda Gentil como parte importante dessa construção. Ao combinar a força da marca, a proximidade com o consumidor e uma presença relevante nos territórios onde temos grande amplitude comercial, somada a ações diferenciadas de execução, estimulamos a conexão de Minuano com variadas gerações e seguimos construindo os próximos capítulos dessa história”, afirma Nicole Mandil, diretora de marketing da Flora, indústria detentora da marca.

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Milano Beauty Week evidencia papel da inteligência artificial nas operações e resgata valor do presencial no mercado de beleza

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A realização da Milano Beauty Week, entre 16 e 20 de setembro em Milão, ofereceu um panorama das novas diretrizes estratégicas que orientam o setor internacional de beleza. Projetado como um festival cultural e sensorial urbano, o evento serviu de plataforma para analisar a aplicação da tecnologia nas operações industriais, a arquitetura de espaços físicos e as transformações na dinâmica de consumo presencial.

Os debates foram acompanhados por executivos da agência Brand&Stories, especializada em estratégia, neurociência e experiências de marca. Na avaliação da sócia cofundadora e head de estratégia e gestão corporativa, Luciana Andrade, e do sócio e cientista de comportamento humano, Natanael Sena, os movimentos observados na Itália revelam uma separação clara entre a eficiência operacional no ambiente digital e a construção de relacionamento no universo presencial.

O uso de inteligência artificial consolida-se com relevância na análise de dados, na personalização de ofertas, no gerenciamento de estoque e na automação de conteúdo. Em contrapartida, no ponto de contato direto com o público, as marcas priorizam o atendimento consultivo, espaços de convivência e dinâmicas que exigem presença física. “O que vi em Milão é uma escolha consciente sobre onde colocar a tecnologia. Ela entra para resolver escala, repetição e análise, e sai de cena quando o objetivo é criar vínculo. Isso muda a lógica do investimento: não é sobre estar em todos os canais, é sobre decidir quais momentos merecem o custo de uma experiência presencial bem feita”, afirma Luciana Andrade.

A integração entre marcas concorrentes em praça pública foi apontada como um dos diferenciais do modelo europeu em relação às feiras corporativas tradicionais promovidas no Brasil. “Hoje no Brasil, as marcas trabalham seus objetivos de divulgação de forma separada. Cada uma em um evento, ativação ou espaço. Aqui as marcas se unem em um evento a céu aberto o que possibilita proporcionar ao consumidor final uma experiência única sem burocracias, credenciais e ingressos como normalmente acontece nas grandes feiras realizadas no Brasil”, explica Natanael Sena.

A exibição de processos produtivos em formatos didáticos também integrou a programação. “Além disso, as marcas conseguem mostrar ao consumidor final suas novas tecnologias na linha de produção com experiências lúdicas que traduzem todo o processo de forma didática ao consumidor. Não se trata apenas de visitar um stand e sair com uma amostra grátis. Esse processo promove inclusão, conhecimento e envolvimento profundo do público. Quando as empresas se reúnem em prol de um evento de um determinado segmento, ele ganha mais força e movimenta ainda mais a economia do setor e da cidade que ganha o palco do evento”, completa a empresária.

A análise aponta ainda para a importância de curadoria e medição de retorno financeiro. Para os especialistas, concentrar investimentos em ativações focadas gera maior retenção de memória do que pulverizar orçamentos em múltiplos pontos de contato. “Fazer menos e melhor é uma decisão estratégica, não uma limitação. Quando você concentra o investimento em um momento que realmente importa para o público, consegue medir, ajustar e repetir. Quando espalha, você entrega presença e não entrega memória”, declara Luciana Andrade.

Em relação à tropicalização dessas tendências ao ecossistema brasileiro de live marketing, a adequação exige atenção aos custos logísticos, à extensão geográfica e ao perfil cultural do consumidor local. “Copiar formato é o caminho mais rápido para gastar dinheiro sem resultado. O que se transfere é o raciocínio por trás da decisão, não o cenário. A pergunta não é como fazer aquilo aqui, mas qual problema aquilo resolveu lá e qual é o nosso problema equivalente”, conclui Natanael Sena.

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