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Turbi chega a 500 mil viagens e muda o mercado de locação de carros no Brasil

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Turbi, empresa de tecnologia de locação de veículos 100% digital criada com o objetivo de facilitar e desburocratizar todo o processo de aluguéis de carros, está comemorando a marca de 500 mil viagens realizadas desde o início de suas operações, com o objetivo de mudar o conceito que os usuários possuem com as locadoras tradicionais.

O número foi alcançado no início do mês de dezembro, aproximadamente 4 anos após o início da operação, em 2017, quando tinham apenas 05 automóveis disponíveis para locação. Hoje, a operação está maior, atuando nas cidades de São Paulo, Guarulhos, Santo André, São Caetano, São Bernardo, Osasco, Barueri e Taboão da Serra, com 1500 veículos.

Em termos de faturamento, a empresa vai superar os R$ 50 milhões em 2021, número 125% maior que no ano anterior, quando chegou aos R$ 22 milhões. “Estamos investindo muito para o próximo ano, com o objetivo de crescer em 5 vezes a nossa frota no período. Além disso, pretendemos expandir nossa operação para novas cidades, algo que ainda está sendo estudado por nós”, destaca o CEO da Turbi, Diego Lira.

Na Turbi, o processo de locação é todo feito diretamente pelo aplicativo, sem precisar falar com ninguém, sem preencher papeladas imensas ou enfrentar as temidas filas. De acordo com Lira, este seria um dos diferenciais que ajudou a empresa a alcançar a marca das 500 mil viagens.

“Nossa operação possui uma capilaridade muito grande, o que permite que nossos usuários encontrem carros próximos às suas casas ou trabalho, facilitando o acesso ao veículo, eliminando custos de transporte até a locadora, por exemplo. Também funcionamos todos os dias da semana, 24 horas por dia, o que nos coloca à frente da concorrência, que funciona em agências, normalmente em horário comercial”, pontua.

Como funciona a Turbi

Para fazer a locação do carro, o interessado deve apenas baixar o aplicativo, se cadastrar e passar por um processo de aprovação. Depois de aprovado, o usuário escolhe o ponto de retirada, o modelo do veículo e opta entre horas livres ou pacote de horas. Tudo muito prático, rápido e sem burocracia, com o processo de abertura do carro sendo feito 100% pelo app, passando por reconhecimento facial que permite que o veículo abra automaticamente.

Além dessas vantagens, e valores competitivos no mercado de aluguéis de veículos, o usuário não precisa correr para devolver o carro em uma hora pré-determinada como em locadoras tradicionais, visto que a Turbi não cobra multas ou diárias extras dos contratantes. Apenas é cobrado o uso referente às horas adicionais.

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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