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Trident destrava o carnaval para seus consumidores

Por esta o você não esperava! E é claro que Trident não ia desapontar e: VAI TER CARNAVAL SIM. Trident se uniu à agência de gestão gamer Outplay e à Druid para o primeiro carnaval gamer do Brasil. O evento acontecerá virtualmente na plataforma Cidade Alta RP, maior servidor brasileiro de GTA, e contará com o desfile de um dos maiores blocos do país: o Monobloco.
O espaço virtual da Cidade Alta é uma modalidade de jogo denominada Role Play, em que os gamers podem interpretar o papel dos personagens que quiserem e vivenciar diferentes experiências sociais dentro da cidade. Por isso, em ação desenvolvida em parceria com a agência de publicidade Leo Burnett TM, Trident convida os seus consumidores a participarem dessa experiência imersiva e interativa para os gamers, influenciadores e suas audiências.
Seguindo seu propósito de destravar uma atitude mais leve, a marca entra no Carnaval virtual com uma festa exclusiva, uma missão Trident e pontos de mídia exterior dentro do jogo. O início dos eventos está marcado para sexta-feira, 12 de fevereiro, quando acontece a festa virtual Destrava Carnaval. Durante a balada cada sabor de Trident vai virar um adereço para os avatares: serão óculos, máscaras, fantasias, entre outros. Os jogadores conseguirão pedir ou trocar Trident com outros gamers e ainda pegar mais chicletes nos pontos da Cidade Alta, desta forma terão mais opções para trocar.
Para Anna Carolina Teixeira, diretora de Gomas e Balas da Mondelēz Brasil, a ação em parceria com o Cidade Alta RP tem tudo a ver com a marca, que está presente junto ao seu público nos eventos carnavalescos há anos. “Em um ano em que ainda temos restrições, vamos unir as pessoas com segurança, levando entretenimento de forma digital para o público poder curtir a folia da festa mais querida e esperada do país, dentro de casa”, afirma a executiva. “Criar um dos principais eventos do Brasil dentro da plataforma do GTA é uma solução incrível: vamos estar próximos dos consumidores nessa data e destravar um momento mais leve e divertido”, completa.
Para os jogadores, a missão de Trident vai ser “Destravar Danças”: no Cidade Alta existem mais de 200 danças diferentes que podem ser usadas pelos gamers. Como o Carnaval “estava cancelado”, as dez principais foram travadas e, para liberá-las, os jogadores devem ter dez Trident: de sabores e cores diferentes. Cada Trident destravará uma dança.
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.









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