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TOMA ESSA: PEPSI® lança campanha que celebra a liberdade de escolha na hora da refeição

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TOMA ESSA: PEPSI® lança campanha que celebra a liberdade de escolha na hora da refeição
Desde o lançamento de PEPSI® Black no final de 2020, PEPSI® vem explorando cada vez mais sua assinatura ousada e irreverente, que traduz a atitude e comportamento da juventude. Para seguir com esse movimento disruptivo e que incentiva a individualidade de seus consumidores, PEPSI® lança um novo posicionamento com a campanha TOMA ESSA, além de destacar o território da não-refeição como plataforma de atuação da marca no momento da ocasião de consumo.
Lanche da madrugada? Almojanta? Pizza adormecida? Para a marca, os momentos de “não-refeição” são tão importantes como qualquer outro momento do dia e, não importa qual a forma “fora do padrão” que o consumidor escolhe na hora de mandar aquele lanche fora de hora, todas são saborosas e efervescentes com PEPSI®.

TOMA ESSA é a nova plataforma atitudinal da marca, que tem como essência a ousadia e efervescência da juventude. É uma resposta firme e irreverente de quem está sempre pronto para defender suas escolhas e opiniões. TOMA ESSA vem de encontro ao público que entende que a vida tem diferentes sabores para diferentes pessoas e se inspira justamente naqueles que não têm medo de serem quem são. Para PEPSI®, a nova campanha e posicionamento são uma forma de se aproximar do público, enaltecendo a individualidade, além de empoderar o público sobre suas escolhas e preferências. A campanha e reposicionamento de PEPSI® no Brasil, assinados pela F.biz, são estrelados pela atriz e humorista, Nany People e o jogador de ex-futebol Batata, essa liberdade foi traduzida na quebra de regras quando o assunto é comida.

Para a criação do novo conceito, a marca buscou entender o que o público quer e como quer: fazer uma “almojanta”, comer pizza do dia anterior no café da manhã, ou então pedir um lanchinho fora de hora. O resultado são três filmes repletos de discursos e linguagens visuais ousadas e bem humoradas, que bebem na fonte dos memes e piadas que bombam nas redes sociais e geram identificação direta com o consumidor. A marca ainda vai desdobrar o conceito com diversos outros exemplos de situações e não-refeição em peças e ativações da campanha ao longo dos próximos meses.

Além disso, para levar a conversa sobre ousadia e autenticidade ainda mais longe, um time de influenciadores, recrutados pela InPress Porter Novelli, criará em suas redes sociais uma conversa sobre o que é o jeito “TOMA ESSA” de levar a vida. A marca irá explorar diferentes plataformas para se conectar com a audiência, por meio de publicações, challenges e posts interativos com a audiência, para incentivar que as pessoas passem a ter uma atitude mais “TOMA ESSA”.

“PEPSI® é uma marca ousada e irreverente por essência. Fomos ouvir nosso público e nos inspiramos na forma livre, fluída e divertida que eles enxergam o mundo para construir não só essa campanha, mas principalmente toda a plataforma de TOMA ESSA que vai se desdobrar ao longo dos próximos anos no Brasil como o posicionamento atitudinal de PEPSI®. Nós acreditamos que o TOMA ESSA é uma forma muito brasileira de responder àqueles que questionam nossas escolhas e forma de viver, assim como uma forma de celebrar a individualidade daqueles que têm coragem de sair da rotina para uma vida com muito mais atitude e sabor.” explica Diego Bastian, Gerente de Marketing de PEPSI® no Brasil.

FICHA TÉCNICA

Título: Toma Essa
Anunciante: Pepsi®
Produto: Campanha Toma Essa
Agência: F.biz
co-CEOs: Fernand Alphen e Paulo Loeb
CCO: Adriano Alarcon
Vice-presidente de Criação: Ícaro Abreu
Diretores de Criação: Andrés Puig, Fernanda Fontes
Criação: Gustavo Cavinato, Ryan Bussi, Guilherme Valverde, Carina Julina, Thassio Reis, Romulo Caballero, Andrés Puig, Thiago Monteiro, Jennifer Luglio
Creative Strategist Laila Bergamasco, Pierre Francisco, Nathalie Ferreira
RTVC/Artbuyer: Angelo Pende, Ingrid Dias e Michele Sekine
Motion – Produção gráfica: Elton Santos, Jorge Gaglioni
CSO Fernand Alphen
Estratégia: Renato Duo, Guilherme Paiola, André Sinkos, Kelvin Alves
CMO: Carolina Buzetto
COO: Juliana Vilhena Nascimento
Negócios: Monica Gelbecke, Ygor Attie, Bruna Tanabe e Julia Godoy
Produtora: Vetor Filmes
Direção: Coutinho&Batti e Fabio Acorsi
Direção Executiva: Alberto Lopes
Produção Executiva: Fernando Carvalho e Francisco Puech
Atendimento Produtora: Marcia Guimarães, Natalia Wandel e Pedro Victor
Diretor de Fotografia: Daniel Martinelli
Montagem: Pedro Falcone
Finalização: Equipe Vetor Zero
Coordenação de finalização: Clara Morelli e Tatiana Caparelli
Produtora de Som: Ritmika Audio Arts
Atendimento Produtora de Som: Henrique Tanji
Direção Musical/Composição: Henrique Tanji
Locução: Márcio Seixas – Almojanta
Miriam Fisher – Dogão
Marco Ribeiro – Pizza de Ontem
Cantor: Luisah
Fotógrafa: Gabriela Baptista
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Britânia lança campanha de Dia dos Pais com inteligência artificial e foco nos momentos do cotidiano

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A Britânia acaba de colocar no ar sua campanha nacional de Dia dos Pais 2026 sob o conceito institucional “Para os momentos que importam”. A estratégia de marketing foi desenhada para reforçar que o ato de presentear vai além do valor material do produto, posicionando a marca de eletroportáteis e eletrodomésticos como uma facilitadora de momentos de carinho, cuidado e conexão real nas pequenas rotinas familiares.

A peça central da campanha dá continuidade à narrativa emocional iniciada no Dia das Mães de 2026. Produzido pela GRID Content, o filme publicitário destaca-se pelo uso de inteligência artificial aplicada à pós-produção. Na campanha, a tecnologia foi adotada como um recurso estético e criativo para enriquecer a transição das cenas, mantendo a autenticidade e a sensibilidade das interações cotidianas reais entre pai e filho.

A nova campanha chega ao mercado respaldada pelo excelente desempenho comercial registrado pela Britânia no Dia dos Pais de 2025, período em que a marca alcançou um crescimento expressivo de no tíquete médio de vendas em comparação ao ano anterior. Os resultados financeiros comprovam uma tendência consolidada de consumo de presentes úteis, voltados para a casa e para o preparo de refeições compartilhadas.

A campanha de Dia dos Pais desdobra-se em uma estratégia de comunicação integrada 360 graus. A marca ativará pontos de contato estratégicos que incluem compra de mídia online e offline, forte presença de conteúdo nas redes sociais, ações táticas com influenciadores digitais e assessoria de imprensa corporativa.

Esse movimento integra-se a um plano de expansão institucional que, nos últimos anos, ampliou os investimentos da Britânia em patrocínios de eventos gastronômicos, inserções publicitárias em grandes emissoras de TV aberta e materiais personalizados de merchandising nos pontos de venda (PDV).

Ana Luiza Buffara, vice-presidente da Britânia, ressalta a importância da data para a conexão histórica da marca com a população. “Há 70 anos, a Britânia faz parte da rotina das famílias brasileiras. Nesta data, queremos lembrar que presentear é também uma forma de demonstrar cuidado, carinho e criar memórias. Afinal, são os pequenos momentos compartilhados no dia a dia que realmente fortalecem a relação entre pais e filhos.”

Com o lançamento, a Britânia reafirma sua proposta de valor e aproximação emocional com o consumidor, ofertando um portfólio completo que integra as categorias de cuidados pessoais, cozinha e eletrodomésticos, facilitando as tarefas do lar e liberando tempo para o que realmente importa: a convivência familiar.

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Viés racial em Inteligência Artificial e as falhas de representatividade e os limites éticos do mercado de US$ 617 bilhões

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O mercado global de Inteligência Artificial caminha para atingir a marca de US$ 617 bilhões até o final do segundo semestre de 2026, mantendo uma taxa de expansão de ao ano, segundo dados da consultoria alemã Statista. No entanto, diante das mais de 47 mil ferramentas ativas mapeadas pela plataforma “There’s An AI For That” (TAAFT) em setores que vão do recrutamento empresarial à publicidade, desenvolvedores e especialistas acendem um alerta: os vieses raciais e algorítmicos podem comprometer a sustentabilidade e a confiabilidade desse crescimento tecnológico.

O debate ganhou contornos urgentes com a divulgação do documento “Lado Sombrio do Escalonamento de Conjuntos de Dados” no GitHub. O estudo revelou que, em 14 modelos multimodais baseados na arquitetura Vision Transformers (ViT-L) — sistemas que processam texto e imagem simultaneamente —, a probabilidade de uma imagem de um homem negro ou latino ser erroneamente associada ao termo “criminoso” aumentou em até .

Cáren Cruz, CEO da Pittaco Consultoria, especialista em imagem identitária e participante da 9ª temporada do programa Shark Tank Brasil, explica que a atual crise ética da inteligência artificial generativa herda falhas estruturais de tecnologias de análise facial desenvolvidas há quase uma década. “Ainda em 2017, a pesquisadora Joy Buolamwini, do MIT Media Lab, vinha denunciando falhas nos sistemas de visão computacional a partir da sua própria experiência como mulher negra. Em 2018, ao lado de Timnit Gebru, ela publicou o estudo Gender Shades, demonstrando que softwares comerciais de análise facial apresentavam índices de erro drasticamente maiores ao analisar mulheres de pele escura em comparação a homens de pele clara.”

Para Cáren Cruz, a raiz do problema reside na curadoria dos bancos de dados que alimentam os algoritmos de machine learning. Sem uma base de dados que represente a pluralidade humana, a inteligência artificial acaba por reproduzir e automatizar as desigualdades históricas do ambiente analógico. “A tecnologia não nasce neutra. Ela aprende a partir de bancos de dados, imagens, descrições e repertórios que também carregam desigualdades históricas. Se esses dados foram construídos com baixa diversidade racial, a ferramenta tende a reproduzir essas limitações. Quando o sistema altera características fundamentais de uma pessoa negra, está reproduzindo uma lógica histórica em que determinados traços são tratados como algo a ser corrigido ou neutralizado.”

Com mais de 18 anos de atuação no mercado de consultoria identitária corporativa, a CEO da Pittaco defende que a diversidade racial e a precisão técnica em colorimetria devem ser tratadas como prioridades de engenharia pelas big techs. A executiva relembra uma dinâmica de desenvolvimento de produto em que participou de um grupo focal nacional: a metodologia de uma instituição tentou categorizar a pele negra em apenas 6 tons. Trata-se de uma simplificação analítica ineficaz para o mercado de cosméticos, imagem e tecnologia, especialmente no Brasil.  “Quem trabalha com imagem sabe que essa redução não abraça a complexidade das peles negras. Não estamos falando de uma única cor ou classificação, mas de um espectro muito amplo, que envolve variações de pigmentação, subtons, luminosidades, contrastes e profundidades cromáticas decorrentes de intensas miscigenações. A inovação verdadeira precisa reconhecer, preservar e respeitar a pluralidade das aparências negras sem apagar, suavizar ou padronizar aquilo que nos identifica.”

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