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Tirolez apresenta campanha de mídia de dar água na boca: “Tirolez, o queijo queeeeijo”

Quem resiste a uma bela pizza de Mussarela, a um sanduíche recheado de Queijo Prato, a uma deliciosa torrada com muito Requeijão Cremoso ou ao clássico Romeu e Julieta com Queijo Minas Frescal? Só de pensar já dá vontade de provar, não é mesmo? Então, imagina um filme inteirinho dedicado a trazer essas experiências sensoriais com queijo para o consumidor. Foram essas as inspirações da Tirolez, uma das marcas mais tradicionais de laticínios do país, para a campanha “Tirolez, o queijo queeeeeeijo”, que é assinada pela MullenLowe Brasil.
O filme principal da campanha apresenta uma sequência de cenas de dar água na boca com queijos que estão presentes no dia a dia do consumidor e tem como objetivo mostrar os diferenciais de qualidade, textura e sabor dos queijos Tirolez. As estrelas da campanha são: o Queijo Mussarela e o Prato Tirolez e seus derretimentos perfeitos, o Requeijão Cremoso Tirolez e sua cremosidade apaixonante e o sabor inconfundível do Queijo Minas Frescal Tirolez. A produção do filme é da Vandalo, com direção de Agustín Calderón & Marcus Becker, e a produção de áudio é assinada pela Shuffle.
“Toda hora é hora de comer queijo. E quando o queijo é feito com amor e qualidade há mais de quarenta anos, é perfeito para acompanhar o consumidor em todos os momentos do seu dia. Por isso, trouxemos esses quatro produtos que são sucesso no dia a dia dos brasileiros para a campanha”, afirma Roberto Hegg, Diretor Comercial e Marketing da Tirolez.
“A campanha utiliza cenas de bastante appetite appeal e reforça que é impossível não se derreteeeeeeeeeer com o sabor e a qualidade dos queijos Tirolez. Existe queijo e existe o queeeeeeeijo Tirolez.”, ressalta Andre Havt, diretor de criação da MullenLowe Brasil.
Com veiculação a partir de 12/07, a campanha estará presente na TV aberta, além de contar com conteúdos exclusivos nas plataformas proprietárias da marca no Facebook, Instagram e Youtube. O plano de mídia também conta com ativação de influenciadores digitais e conteúdos em parceria com a plataforma de receitas Tudo Gostoso.
Ficha Técnica
Agência: MullenLowe Brasil
Cliente: Tirolez
Produto: Institucional
Diretor Executivo de Criação: Eduardo Salles
Diretor de Criação: Eduardo Salles e Andre Havt
Criação: Andre Havt, Fabio Nunes e Gabriel Lima
Motion: Elias Suzumura
Atendimento: Karen Varela e Gabriela Vizioli
Planejamento: Ana Luiza Santos, Bruna Del Bosque e Alex Roque
Conteúdo: Victoria Scarsi e Bianca Bernardini
RTV: Rodolpho Donato e Simone Camacho
Produção Gráfica: Maurício Gessulli
Mídia: Erika Cabral, Dacio Silveira, Elza Brito, Camila Carreira
Produtora: VANDALO
Diretor: Agustín Calderón & Marcus Becker
Produção Executiva: Caio Fusco
Atendimento/Produtora: Liciane Bortolussi
Assistente de Direção: Daniel Annunzo
Direção de Arte/Produtora: Thiago Cuzack
Direção de Produção: Arthur Pinheiros
Coordenação de Produção:
Montador: Maíra Tavares
Pós-Produção: Vandalo
Coordenação de Pós-Produção: Felipe Righeto & Luiz Eduardo Carvalho
Finalizador: Luiz Eduardo Carvalho
Produtora de Áudio: SHUFFLE
Atendimento/Produtora de Áudio: Marina Leite
Produção Musical: Henrique Ruiz Nicolau
Composição: Luiz Fernando Vital
Mixagem e Finalização: Shuffle Audio
Coordenação: Alexandre Marcondes
Locução: Nuno Vox
Aprovação do cliente:Roberto Hegg, Luiza Hegg, Beatriz Gonçalves e Guilherme Santos
Saiba mais curtindo nossas redes sociais ou acesse:
www.tirolez.com.br
Apaixonados por queijo, amam Tirolez.
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Engenharia de dados torna-se a “espinha dorsal” para combater ROIs ilusórios no marketing digital

No ecossistema do marketing de performance, um cenário de “fantasia” tem se tornado comum nas apresentações de resultados: a Meta reivindica 50 conversões, o Google Ads exige crédito por outras 40 e o TikTok por mais 30. No entanto, o sistema de e-commerce revela a realidade fria do caixa com apenas 80 vendas efetivas. Esse fenômeno, causado pela sobreposição de atribuição onde diferentes plataformas clamam para si o mesmo cliente, é o desafio que a engenharia de dados busca resolver ao estabelecer uma Single Source of Truth (Fonte Única de Verdade).
Para Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em marketing orientado por dados, esse desalinhamento é um risco estrutural que pode levar empresas a tomarem decisões baseadas em custos de aquisição maquiados. “Operações que crescem rápido tendem a quebrar primeiro na mensuração. Quando a base de dados é inconsistente, qualquer tentativa de otimização vira um chute”, alerta o executivo.
A solução para evitar que o marketing opere em um vácuo de realidade está na construção de uma arquitetura de mensuração robusta. Isso envolve estruturar como os dados são coletados e organizados ao longo de toda a jornada do usuário, garantindo que o clique de terça-feira no Instagram e a busca no Google na quinta-feira sejam compreendidos como parte de um único caminho de conversão.
Um dos conceitos centrais apresentados por Bohn é o tracking, o rastreamento técnico das interações por meio de eventos padronizados. Quando ações como visitas, installs ou preenchimento de formulários são organizadas sob regras claras, a empresa ganha consistência na leitura de dados. A criação de uma single source of truth consolida essas informações em um ambiente confiável, eliminando as discrepâncias entre o que as ferramentas de anúncio dizem e o que a conta bancária da empresa mostra. “Esse processo costuma incluir verificações sistemáticas para garantir a qualidade e a integridade das informações coletadas”, aponta o sócio da Elementar Digital.
Além disso, a rastreabilidade ponta a ponta permite mapear as chamadas micro-conversões — etapas intermediárias como adicionar um produto ao carrinho ou assistir a um vídeo. Esse mapeamento detalhado identifica gargalos no funil de vendas com precisão cirúrgica, permitindo ajustes que realmente impactam o resultado final.
Em um mercado cada vez mais competitivo, a capacidade de confiar nos próprios números separa as operações perenes daquelas que colapsam sob o peso do próprio crescimento. Para o especialista, a engenharia de dados é o herói invisível por trás das campanhas de sucesso. “O que separa operações que escalam daquelas que colapsam não é o volume de investimento, mas a capacidade de confiar nos próprios dados. Sem isso, não existe decisão inteligente. A engenharia de dados não aparece no criativo nem na campanha, mas é ela que garante que cada real investido tenha uma direção clara. Sem essa base, crescimento não é escala, é instabilidade”, conclui Felix Bohn.
Com a consolidação dessas práticas, o setor de live marketing e publicidade digital caminha para uma maturidade onde a transparência dos dados sobrepõe-se às métricas de vaidade, garantindo que a estratégia de negócio esteja ancorada em fatos, e não em algoritmos de atribuição conflitantes.
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Gestão contextual de mídia torna-se pilar estratégico para marcas durante a Copa do Mundo 2026

Com o início oficial da Copa do Mundo marcado para 11 de junho, nos Estados Unidos, Canadá e México, o mercado publicitário global se prepara para o que deve ser o maior pico de audiência digital da história. O torneio não apenas mobiliza torcidas, mas incendeia as redes sociais com bilhões de interações em tempo real, criando um dos ambientes mais valiosos — e desafiadores — para o brand experience. Segundo Edvaldo Silva, diretor regional na América Latina da Zefr, empresa de verificação e contextualização de mídia, o sucesso das marcas dependerá de uma gestão de campanhas significativamente mais sofisticada.
O volume de dados impressiona: o relatório Culture in Play, da We Are Social North America, já registrou mais de 767 milhões de conversas sobre o mundial desde janeiro, gerando bilhões de impressões. Esse cenário transforma plataformas como YouTube, TikTok e Meta em campos de batalha pela atenção do consumidor, onde jogos, memes e transmissões paralelas ditam o ritmo do engajamento. “Eventos globais como a Copa do Mundo criam uma avalanche de conteúdo nas redes sociais. Para as marcas, isso representa uma enorme oportunidade de alcance, mas também exige maior inteligência na gestão das campanhas para garantir que os anúncios apareçam ao lado de conteúdos alinhados aos seus valores e posicionamento”, afirma Silva.
Para o executivo, o conceito tradicional de brand safety (segurança da marca), que foca em evitar conteúdos estritamente negativos, já não é suficiente. A discussão evoluiu para o brand suitability (adequação da marca), que busca garantir o alinhamento contextual fino. Em um ambiente impulsionado por vídeos e recomendações algorítmicas, um anúncio pode ser exibido ao lado de conteúdos sensíveis, como debates políticos ou notícias de última hora, que, embora não sejam “proibidos”, podem estar desalinhados com a imagem da empresa.
Silva alerta que o risco aumenta durante o torneio, quando a conversa sobre uma partida pode rapidamente derivar para temas controversos ou desinformação. “Sem uma análise mais contextual e contínua, parte do investimento pode acabar sendo direcionada a conteúdos que não refletem os valores ou os objetivos de comunicação da marca”, explica o diretor.
Um dos principais obstáculos para as marcas é a rapidez com que as tendências ganham escala. Replays e conteúdos virais inesperados moldam o contexto em questão de segundos. Por isso, a análise não pode ser apenas textual, baseada em palavras-chave, mas deve considerar elementos visuais e narrativas complexas. “Evitar conteúdos inadequados é apenas o primeiro passo. O desafio hoje é ir além da análise textual e também avaliar elementos visuais e narrativas para equilibrar a visibilidade de alto impacto com contextos seguros e adequados durante um momento cultural relevante”, reforça o especialista da Zefr.
Apesar da complexidade operacional, a Copa do Mundo de 2026 permanece como a “vitrine de ouro” para a construção de marca no ambiente digital. A conclusão do setor é clara: em um ecossistema cada vez mais dinâmico, as marcas que conseguirem combinar a escala massiva do evento com um controle contextual rigoroso serão as que transformarão a alta atenção do público em resultados reais de negócio.









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