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TIM promove ação social para impulsionar vendas dos pequenos comércios de São Paulo

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Depois de uma primeira edição bem-sucedida em 2020, a TIM e a rádio Transcontinental FM anunciam a segunda edição do projeto ‘Ação Solidária’. Criada no ano passado para a divulgação de pequenos comércios nesses tempos de isolamento social, a iniciativa busca ajudar os proprietários a divulgarem seus negócios na rádio. A ação ajudou 500 empreendimentos da região metropolitana de São Paulo entre junho e julho de 2020. Agora pretende ajudar mais 270 microempreendedores. A nova fase já começou, as inscrições estão abertas no site da rádio até 20 de maio.

Durante a programação normal da rádio Transcontinental, emissora paulistana sintonizada na frequência 104,7 FM e também transmitida pela web, diariamente serão promovidos quatro empreendimentos comerciais e prestadores de serviço. Além de informar aos ouvintes a atuação de cada uma das empresas divulgadas, os locutores anunciarão os contatos em redes sociais e outros dados úteis para o fechamento de novos negócios. Os participantes serão selecionados a partir de um cadastro no site da Transcontinental.

Segundo Leonarda Trindade, Gerente de Trade Marketing da TIM São Pauloa ação impulsiona os pequenos negócios que passam por um momento delicado devido a pandemia, que impactou sensivelmente o faturamento desses estabelecimentos. Ela vai além: “A TIM olha para as novas demandas sociais, surgidas na pandemia, e para o papel que as empresas podem ocupar na comunidade onde estão inseridas. O projeto ‘Ação Solidária’ possibilita contribuir ativamente na conexão entre marcas e pessoas. O sucesso da edição de 2020 demonstra que o caminho está correto”, explica.

Além das chamadas e testemunhais diários na programação da rádio, a campanha conta com posts nas principais redes sociais da Transcontinental (Instagram e Facebook) e divulgação dos comércios em página exclusiva no site da rádio. Os interessados em participar podem cadastrar a empresa no link https://transcontinentalfm.com.br/acaosolidaria/ e fornecer as informações necessárias para primeira triagem. Serão selecionados os primeiros 270 comércios cadastrados corretamente no site.

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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