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Tiger, cerveja da Heineken, lança campanha focada em millenials

Trazendo elementos como a arte urbana e o rap, os filmes da campanha de Tiger expressam a garra e ousadia da marca
A Tiger, nova cerveja puro malte do Grupo Heineken, chega ao Brasil com uma campanha televisiva direcionada aos millenials. Pensados pela Publicis, os filmes demonstram a garra da marca trazendo arte urbana, rap e momentos protagonizados por pessoas de 25 a 30 anos, que são o público-alvo do produto.
“Tiger é uma cerveja que nasceu nas ruas de Singapura em 1932 e vem conquistando o mundo com coragem e otimismo. É uma marca urbana, voltada para as pessoas que encaram de frente seus desafios, sempre olhando o copo meio cheio”, diz Renan Ciccone, Diretor de Marketing do Grupo HEINEKEN.
Serão veiculados dois filmes, sendo o primeiro deles “Vida com garra”, que retrata o paralelo entre a garra que existe na cerveja puro malte e nas pessoas que são ousadas e que seguem seu próprio caminho. O filme traz a mensagem que a garra é o ingrediente que faz com que as coisas tenham outro sabor.
O segundo, “Fábrica”, chega ao público em outubro. Ele mostra, de forma lúdica, como é o processo de produção de Tiger de um jeito diferente. Dentro de uma fábrica tecnológica, com cenas gravadas e mescladas com modelagem em 3D, é possível ver como é feita uma cerveja puro malte com garra.
Ficha Técnica:
Cliente: Heineken
Produto: Tiger
Título: Vida com Garra
Agência: Publicis
CCO: Domenico Massareto
Diretor de Criação: Arturo Marenda
Diretor de Criação Associado: André Leotta
Redação: Rodolfo Monteiro, Jessica Borges
Direção de arte: Elias Carmo, Isabel Fontes, Marcio Kota, Samuel Gonçalves
Head de atendimento: Flavia Cortes
Atendimento: Joanna Alencar, Francisco Santoro e Rafaela Sabino
Head de planejamento: Juliana Elia
Planejamento: Silvia Mello, Rita Braga, Bárbara Rolim
Head de mídia: Mauricio Almeida
Mídia: Ana Sanchez, Polimarcos Macedo, Jussara Bezerra, Fernando Brito
Head de Produção: Renata Sayão
RTVC: Giuliano Springhetti, Fabiana Diniz e Edivânia Coimbra.
Aprovação Cliente: Nabil Nasser, Renan Alves, Natália Menezes, Nathalia Spina, Vivian Castão
Iprospect – Digital Media
Business Director: Caroline Bassi
Business Manager: Gioconda Ferraz
Business Supervisor: Ana Melo
Media Director: Lucas Callile
Media Manager: Kássia Trompieri
Media Supervisor: Cleberson Luque
Media Analist: Lais Virgilio, Arthur Fialho e Gabriel Ortiz
Insights Manager: Rodrigo Korikawa
Programmatic Media Supervisor: Sulamita Vidal
Programmatic Media Analyst: Milene Duarte
Assessoria de Imprensa: Press Pass
Produtora Filme: Vetor Filmes
Diretor: Gabriel Nobrega e Olga
Diretor Executivo: Alberto Lopes
Produtor Executivo: Francisco Puech / Fernando Carvalho
Diretor de Fotografia – Olga
Atendimento Produtora: Thais Lopes / Marcia Guimarães
Coordenadora de pós-produção: Clara Morelli e Tatiana Caparelli
Finalizador: Eduardo Silva e Ricardo Vaz
Finalização: Equipe Vetor Zero
Produtora de som: PUNCH AUDIO
Composição: Ian Serra, Lurdez da Luz, Cristiano Pinheiro e Arturo Marenda
Voz: Lurdez da Luz
Produtores: Cristiano Pinheiro e Mariano Alvarez
Atendimento: Ale Pais, Lili D.Aragoni e Fernanda Garroux
Coordenação de Produção: Juliana Pontes e Paula Pedroso
Finalização: Fernando Martinez, Gustavo Guanaes e Rodrigo Tuchê
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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Participação de vendedores americanos no volume de vendas internacionais do Mercado Livre quase triplica em 16 meses

A representatividade dos vendedores norte-americanos no volume bruto de mercadorias (GMV) transacionado via cross-border no Mercado Livre avançou de 8,7% em abril de 2025 para 25,9% em agosto de 2026. Os dados constam em um levantamento realizado pela JoomPulse, plataforma de inteligência e análise de dados baseada em inteligência artificial. O movimento ocorre em um cenário no qual os itens de origem internacional já equivalem a 45,9% do catálogo ativo da plataforma de e-commerce e a 77,5% dos novos anúncios publicados.
A movimentação financeira associada ao segmento dos Estados Unidos registra um valor médio por pedido de R$ 352,00 — cifra 4,8 vezes superior à média dos vendedores oriundos da China, fixada em R$ 73,00. Apesar do avanço norte-americano, a China e Hong Kong permanecem na liderança da modalidade, respondendo por 71,9% do GMV cross-border do marketplace.
O estudo da JoomPulse monitorou 12 mil unidades de manutenção de estoque (SKUs) no Mercado Livre entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, cobrindo categorias como brinquedos, joias e vestuário. O levantamento indica que o volume de anúncios internacionais que geraram conversão de vendas cresceu 83 vezes no período, enquanto o número total de pedidos desses produtos aumentou seis vezes.
O desempenho do segmento internacional transcorre de forma paralela às reformulações na tributação de compras importadas no país. A legislação que trata da isenção do imposto de importação para encomendas de até US$ 50,00 abrange 94,25% dos pedidos e 68,78% do GMV cross-border. Para transações entre US$ 50,00 e US$ 3 mil, cuja alíquota máxima passou para 30%, concentra-se uma fatia de 5,75% dos pedidos, mas que responde por 31,22% do volume financeiro. Devido ao ticket médio superior, os vendedores dos Estados Unidos concentram suas operações predominantemente nesta segunda faixa.
A análise da consultoria não identificou oscilações nos preços finais ao consumidor após as adequações fiscais. O valor médio dos pedidos situados na faixa entre US$ 30,00 e US$ 50,00 manteve-se estável em R$ 193,00 ao longo de todo o período observado.
No que tange às categorias específicas monitoradas pela legislação — como brinquedos, joias, cosméticos e vestuário —, a participação do comércio internacional sobre o GMV total dessas áreas não apresentou elevação no trimestre encerrado em agosto. Em brinquedos e hobbies, o índice passou de 2,50% em maio para 2,18% em agosto; em joias e relógios, recuou de 2,10% para 1,05%; em beleza e cuidados pessoais, alterou-se de 1,46% para 0,95%; e no segmento de calçados, vestuário e bolsas, passou de 0,47% para 0,38%.
As condições de logística e entrega também figuram como fator competitivo no setor. Nas compras abaixo de US$ 10,00 — faixa que engloba 48,37% dos pedidos internacionais —, apenas 0,1% dos anúncios de fora do país oferecem frete gratuito, ante 73,0% dos vendedores nacionais. Nas faixas de preço acima de US$ 30,00, a oferta de gratuidade no envio se equipara entre itens locais e importados. “Em maio, mostramos que o crescimento do cross-border no Brasil havia começado antes da reforma tributária”, afirma Ivan Kolankov, chief executive officer (CEO) da JoomPulse. “Agora analisamos qual segmento está crescendo mais rapidamente do que os demais. Os sellers precisam entender em qual faixa de preço e categoria entrar, a que preço e sob quais condições de frete. As condições tributárias mudaram, mas de forma diferente entre as faixas de preço, e apenas o analytics pode mostrar onde uma vantagem de fato surgiu. Monitoramos de perto cada tendência e queremos permitir que todos os sellers baseiem suas decisões em dados.”
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Gad lança sétima edição do Gad Insights com análise sobre o futuro do branding e a relevância das marcas

A consultoria de branding e design Gad’ apresentou a 7ª edição do seu estudo proprietário anual, o Gad Insights 2026. A pesquisa analisa as transformações no comportamento do consumidor ao longo do último ano e sintetiza suas conclusões em dez diretrizes direcionadas a apoiar empresas nas tomadas de decisão de gestão de marca e posicionamento de mercado.
Sob o tema “O Desafio da Relevância – Como continuar importando em um mundo indiferente?”, o relatório deste ano contextualiza um cenário marcado pelo avanço tecnológico, pela saturação de conteúdos e por um público mais impaciente. O levantamento argumenta que o atributo da diferenciação isolada perdeu eficiência, exigindo que as marcas demonstrem utilidade e propósito prático na rotina de seus públicos. “Em um mundo de alternativas abundantes, ser diferente não garante ser importante. É preciso considerar os consumidores em sua complexidade e construir experiências capazes de devolver sentido em um presente fragmentado. O report de 2026 mostra que ter uma marca forte talvez já não resolva todo o problema”, destaca Luciano Deos, chief executive officer (CEO) do Gad’.
A publicação anual, iniciada em 2020, já abordou tópicos como as reconfigurações de consumo na pandemia, a reputação corporativa e o storydoing em 2022, o conceito de marcas inteligentes em 2023, o fenômeno do overbranding em 2024 e a busca pelo resgate das origens das empresas em 2025.
Na edição atual, a pesquisa mapeia vetores de transformação no mercado global. O documento aborda a busca por autenticidade frente à padronização de materiais via inteligência artificial, o combate ao chamado FOMO corporativo — a tendência de marcas perseguirem movimentos passageiros sem sinergia estratégica — e a ascensão do Generative Engine Optimization (GEO), em resposta ao dado de que 58% dos consumidores globais utilizam IAs generativas em substituição aos buscadores tradicionais. “Vivemos a passagem de uma economia da atenção para uma economia da impaciência. Isso atravessa o consumo, mas também nossa relação com trabalho, conhecimento, entretenimento e até com outras pessoas. Diante de um mercado com tantas alternativas, ninguém quer mais ficar preso a algo, e a lealdade às marcas precisa ser reconquistada todos os dias”, observa Deos.
O estudo traz ainda recortes populacionais e econômicos, citando dados da empresa de arquitetura e design Gensler de que entre 15% e 20% da população mundial é neurodivergente, o que exige adaptações sensoriais no varejo físico. O levantamento destaca também a expansão da silver economy, voltada ao público com 60 anos ou mais — segmento que movimenta US$ 4,2 trilhões anualmente no mundo —, e aponta um estudo da BALT indicando que 77% dos consumidores brasileiros exigem evidências concretas para validar compromissos socioambientais anunciados pelas empresas. “Ser relevante hoje é resolver uma necessidade; continuar sendo relevante amanhã exige reconhecer que aquela mesma pessoa terá outro corpo, outra família, outros projetos e outras prioridades. O desafio é construir uma marca capaz de acompanhar essas mudanças, sem gerar dependência ou presumir que sua presença será imutável”, finaliza Deos.








