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#TabPraContar: Samsung escala Fernanda Gentil para comandar live infantil nesta terça-feira, no Instagram

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Desenvolvida pela Samsung, ação reúne time de influenciadoras para contar histórias infantis diariamente no Instagram, às 10h, até o próximo dia 4 de maio

Após sete histórias já contadas no #TabPraContar, projeto que reúne um time de mães influenciadoras para contar histórias voltadas ao público infantil, chegou a vez de Fernanda Gentil participar da ação. Nesta terça-feira (28), a apresentadora e influenciadora realizou uma live em seu perfil (@GentilFernanda) no Instagram, para interagir com crianças e adultos, proporcionando um momento lúdico e de troca de informações.

Até o próximo dia 4 de maio, todos os dias, às 10h, no Instagram, uma influenciadora contará uma história utilizando o tablet Galaxy Tab S6 como suporte. Carol Levy (@CarolLevy) abriu a agenda da semana nesta segunda-feira (27). Ainda nesta semana, participarão Fernanda Gentil (@GentilFernanda), nesta terça-feira (28), Tania Khalill (@GrandesPequeninos), nesta quarta-feira (29), grupo Tiquequê (@Tiquequê), nesta quinta-feira (30), Fafa (@FafaConta), nesta sexta-feira (01), Marina Bastos (@MarinaBastosHistorias), neste sábado (02), e Emília Nuñez (@MaeQueLe), neste domingo (04). Ao final das histórias, as influenciadoras irão interagir com os participantes da live, com espaço aberto para perguntas. Com a live já encerrada, o conteúdo permanecerá disponível no IGTV.

Além de contar histórias, as influenciadoras convidarão os pais a acessar o Samsung Kids. Disponível em smartphones como Galaxy S20, S20+, S20 Ultra e na linha Galaxy A e tablets como Galaxy Tab S5e, Galaxy Tab S6 e Galaxy Tab série A¹ com telas de 10.1 e 8 polegadas, o recurso oferece uma série de jogos e aplicativos² protagonizados pelos personagens Crocro, Cooki, Lisa e Bobby. O público infantil pode navegar de modo simples, divertido e com segurança, com jogos educacionais que buscam auxiliar no desenvolvimento de habilidades de resolução de problemas e pensamento crítico.

Outro ponto fundamental do Samsung Kids está na segurança, oferecendo aos adultos algumas ferramentas restritivas para as crianças por meio do Controle Parental, com opções como: limitação de tempo de jogo, relatório de uso e controle de aplicativos, contatos e mídia. O acesso é possível apenas com a inserção de senha ou verificação biométrica do adulto dono do dispositivo.

*Todas as funcionalidades, características, especificações e outras informações do produto fornecidas neste documento, incluindo, entre outros, os benefícios, design, preços, componentes, desempenho, disponibilidade e capacidades do produto estão sujeitas a alterações sem aviso prévio.

¹ Software: sistema operacional Android Pie (9.0) e as versões subsequentes.

² O conteúdo fornecido no Espaço Infantil varia de acordo com o País e a região. Clique em Saiba Mais para saber mais sobre o Samsung Espaço Infantil.

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2a1 Cenografia une engenharia e inteligência cenográfica para estruturar a Casa Warner em Brasília

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No mercado de live marketing e entretenimento, a transição de um conceito criativo para uma estrutura física de grande porte é frequentemente vista como um ato puramente intuitivo. No entanto, para a 2a1 Cenografia, empresa referência no setor com mais de 27 anos de experiência e responsável por grandes produções na América Latina e nos Estados Unidos, essa transformação é o resultado de um rigoroso processo de engenharia, estratégia de fluxo e viabilidade técnica.

A empresa defende que o sucesso de uma ativação não depende apenas da estética, mas de uma metodologia que garanta que a ideia original sobreviva à execução física sem perder sua essência. O exemplo mais recente desse rigor metodológico pode ser conferido pelo público na edição da Casa Warner em Brasília, onde universos icônicos do entretenimento ganham vida através de cenários detalhados e interativos.

Para a 2a1, transformar ideias em experiências físicas exige uma visão 360º que vai muito além do design. Envolve entender o comportamento do visitante, a durabilidade dos materiais e a logística de montagem em tempo recorde. Cada decisão, do posicionamento de uma luz à textura de uma parede, é baseada em dados e objetivos de marca. “Muitas pessoas acreditam que criar uma experiência como a Casa Warner é um processo puramente artístico, movido pela inspiração. Na realidade, é o oposto: é um processo altamente estruturado, composto por decisões estratégicas e técnicas. Para que uma ideia se torne uma experiência física de impacto, precisamos traduzir o lúdico para a engenharia. Se não houver estratégia por trás da criatividade, o projeto é apenas um cenário; conosco, ele se torna uma jornada emocional e funcional para o público”, afirma Danielle Paulino, CCO da 2a1.

A exposição, realizada em parceria com a Warner Bros. Discovery Global Experiences (WBDGE) e instalada no ParkShopping Brasília, serve como o laboratório perfeito para demonstrar essa filosofia de trabalho. Ao transpor franquias globais para o espaço físico, a 2a1 aplicou inteligência cenográfica para garantir que o fã se sinta, de fato, dentro de seus filmes e séries favoritos.

A precisão na execução garante que a escala, as cores e a interatividade funcionem de forma orgânica, suportando o alto fluxo de visitantes diários e consolidando o espaço como um case de sucesso em brand experience e engenharia de entretenimento.

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Descompasso estratégico limita o retorno sobre o investimento na Creator Economy brasileira

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A consolidação do marketing de influência como uma das principais forças do branding contemporâneo é incontestável, mas a execução das campanhas ainda esbarra em dores estruturais. No Brasil, embora 94% das corporações reconheçam que parcerias contínuas e de longo prazo com criadores de conteúdo geram retornos mais consistentes, expressivos 70% do mercado ainda concentram suas verbas em ativações puramente táticas e pontuais. Os dados são da Pesquisa ROI & Influência, realizada pela YOUPIX em parceria com a Nielsen.

Este descompasso ganhou contornos mais urgentes após os debates do SXSW 2026. O festival global de inovação chancelou a Creator Economy como uma agenda estratégica de alta liderança e geração de novos negócios, pressionando as marcas a abandonarem os vícios de formatos analógicos de publicidade.

Para Thyago Iasino, diretor de estratégias digitais, canais e conteúdo da HouseCricket, a indústria precisa recalibrar sua visão operacional. “O influenciador deixou de ser mídia. Quem ainda trata creator como espaço publicitário está comprando alcance e abrindo mão do principal ativo dessa relação, que é a confiança construída com a audiência”, pontua o executivo.

Essa transformação é empurrada por uma mudança drástica no comportamento do consumidor. Atualmente, 65% dos internautas brasileiros já efetuaram compras motivados por recomendações nas redes sociais (Opinion Box), ao passo que, na esfera global, o índice de pessoas impactadas por criadores em suas decisões financeiras chega a 86%. O cenário prova que a métrica de sucesso migrou do alcance em massa para a profundidade da conexão.

Um dos grandes consensos do mercado corporativo em 2026 é a transição dos influenciadores de meros canais de distribuição para verdadeiras unidades de negócio independentes. O ecossistema caminha para um modelo onde os creators assumem papéis consultivos, atuando no planejamento de campanhas, na validação de portfólios em laboratórios de inovação e, frequentemente, como sócios e cocriadores de linhas de produtos em regime de joint venture.

Essa sofisticação eleva a régua da cobrança por eficiência. O investimento no setor deixou a gaveta de verbas experimentais de live marketing e passou a exigir um impacto nítido nos principais indicadores de performance (KPIs) das empresas, como custo de aquisição de clientes (CAC), conversão em vendas e ganho de market share.

Apesar do amadurecimento conceitual, a comprovação de dados continua sendo o calcanhar de Aquiles das agências e marcas. De acordo com o relatório Influencer Trends 2026, assinado pela Ogilvy, metade dos profissionais de marketing globais (50%) admite não ter ferramentas ou processos claros para provar o retorno financeiro (ROI) de suas ações com influenciadores. Mais grave ainda: 44% das campanhas rodam sem metas preestabelecidas.

Com o aumento expressivo dos aportes financeiros na Creator Economy, o mercado caminha a passos largos para um cenário de severa cobrança por maturidade profissional. As marcas que saírem na frente serão aquelas que entenderem que o marketing de influência não se resume a um post pago no feed, mas sim a uma construção de reputação a longo prazo, cujo ativo final é a confiança do consumidor.

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