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Taboola adquire a Connexity, criando uma das maiores plataformas de mídia de e-commerce para a web aberta

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Taboola adquire a Connexity, criando uma das maiores plataformas de mídia de e-commerce para a web aberta

Taboola (Nasdaq: TBLA), que atua no mercado de recomendações de conteúdo para a web aberta, ajudando as pessoas a descobrirem coisas que podem vir a se interessar, anuncia que finalizou um contrato de compra definitivo para adquirir a Connexity do Symphony Technology Group por aproximadamente US$ 800 milhões. Connexity é uma das maiores plataformas independentes de mídia de e-commerce na web aberta, atendendo a mais de 1.600 comerciantes diretos e 6.000 publishers.

A tecnologia principal da Connexity possibilita a aquisição de clientes para comerciantes líderes, incluindo Walmart, Wayfair, Skechers, Macy’s, eBay e Otto. A Connexity atinge mais de 100 milhões de compradores exclusivos por mês, por meio de relacionamentos com editoras premium, incluindo Condé Nast, DotDash, Hearst, Vox Media, Meredith e News Corp Australia. Além disso, o Connexity permite que os editores integrem perfeitamente mais de 750 milhões de ofertas de produtos em seus sites, fornecendo um fluxo de receita significativo.

A aquisição da Connexity está alinhada com a estratégia de crescimento “Recomendar Tudo” da Taboola para introduzir novos tipos de recomendações e entrar em novos segmentos, enquanto aproveita sua escala significativa e plataforma de recomendações para entregar ainda mais valor aos seus 9.000 parceiros de propriedade digital, 13.000 anunciantes diretos e 500 milhões usuários ativos diários. Esta aquisição capacita um novo tipo de anunciante a se conectar com o público massivo e global da Taboola em toda a web aberta, enquanto fornece aos editores uma maneira nova e adicional de impulsionar o crescimento significativo da receita, aproveitando o mercado de mídia de comércio eletrônico dos EUA estimado em US$ 35 bilhões, como bem como o grande mercado global.

A tecnologia da Taboola, juntamente com a experiência de varejo da Connexity e um índice de mais de 750 milhões de ofertas de produtos, ajudará a introduzir um novo tipo de oferta de recomendação para a Taboola na web aberta. Essas recomendações conectarão o conteúdo editorial às recomendações de produtos, onde os leitores podem facilmente comprar produtos relacionados às histórias que estão lendo.

A Connexity gerou US$ 158 milhões de receita, US$ 63 milhões de lucro bruto ex-TAC e US$ 28 milhões de EBITDA ajustado em 2019, crescendo para US$ 176 milhões de receita, US$ 78 milhões de lucro bruto ex-TAC e US$ 38 milhões de EBITDA ajustado em 2020, impulsionado por expansão de sua base de clientes comerciantes, bem como a integração bem-sucedida das tecnologias de conteúdo de comércio líderes de mercado da Skimlinks.

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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