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Suvinil lança programa “Pintar o Bem” e propõe rede colaborativa em apoio aos pintores de todo o país

Em ação com o CIEDS e parceria estratégica com o Banco Afro, Suvinil desenvolve plataforma deapoio aos pintores e faz convite à sociedade para que todos contribuam e ajudem os profissionais do setor;
• A marca também propõe a mobilização de toda a cadeia de valor do segmento, incluindo lojistas e fornecedores;
• O programa se inicia com o apoio financeiro complementar a 1.500 pintores e pintoras em todo o país;
A Suvinil, em ação com o CIEDS (Centro Integrado de Estudos e Programa de Desenvolvimento Sustentável) e parceria estratégica com o Banco Afro, apresenta o programa Pintar o Bem, plataforma criada com o objetivo de apoiar pintoras e pintores de todo o país com conteúdo qualificado, informações adequadas ao cenário atual e distribuição de recursos.
O programa também propõe a participação da sociedade na valorização e contribuição com os profissionais de pintura, além do envolvimento e colaboração de toda cadeia de valor da marca, incluindo lojistas e fornecedores.
O Pintar o Bem é aberto à participação de pintoras e pintores de todas as regiões do país que terão acesso a um conteúdo selecionado especialmente para o profissional de pintura e sua família, com orientações sobre os principais cuidados com a saúde, informações sobre o momento atual e dicas de desenvolvimento profissional.
Além disso, a Suvinil promoverá apoio financeiro complementar a 1.500 pintoras e pintores que se encontram em situação de maior vulnerabilidade. O cadastramento deve ser feito pela página http://www.pintarobem.com.br e os profissionais selecionados para o benefício receberão R﹩ 600,00, divididos em três parcelas de R﹩ 200,00, para ajudar nos gastos essenciais como alimentação e saúde.
O programa também propõe a construção de uma rede colaborativa para atuar em apoio aos pintores e, por meio do Pintar o Bem, Suvinil e seus parceiros fazem um convite à sociedade,outras empresas, lojistas, consumidorese todos que tenham interesse em colaborar com o programa, promovendo geração de renda para profissionais de todo o país. Os interessados em apoiar o projeto podem acessar a plataforma para mais informações.
Nosso desejo “é que essa plataforma possa atender às principais necessidades dos profissionais de pintura, trazendo diálogos reais e uma relação ainda mais próxima.Nosso compromisso em criar valor para compartilhar com a sociedade anda junto com os resultados econômicos que geramos. É dessa forma que conseguimos causar um impacto positivo cada vez maior para nossos parceiros, além do acesso à informação qualificada na obtenção de auxílios em programas públicos e privados e contribuindocom esse grupo tão essencial para a nossa marca, que são os pintores”, afirma Marcos Allemann, vice-presidente de Tintas Decorativas para América do Sul.
Os parceiros
Para tornar o programa Pintar o Bem ainda mais estruturado e conectadoao cenário em que vivemos, Suvinil se uniu ao CIEDS, uma organização social com 22 anos de experiência e que promove soluções sociais, com apoio à geração derenda, mais saúde e educação qualificada. Tudo isso, construindo redes de parceiros estratégicos comprometidos com um Brasil melhor para todos.
O CIEDS agrega ao projeto sua expertise de atuação com populações em situação de vulnerabilidade social em território nacional, com a definição dos elementos de análise e a governança dos principais processos de seleção.
“Para o CIEDS construir esse programa com a Suvinil é promover um futuro melhor e com mais confiança para milhares de pintores e suas famílias. Estamos dando início a um programa que une tecnologia, inovação e alto impacto social e que nos permitirá, coletivamente, criar oportunidades novas e sustentáveis para que possamos passar por este momento e voltar a viver dias mais coloridos. Essa iniciativa é um pontapé inicial e esperamos que outros parceiros se juntem nessa ação de Pintar o Bem.”, diz Vandré Brilhante, Diretor-Presidente do CIEDS.
Já o Banco Afro irá viabilizar a chegada e distribuição do recurso, por meio de uma conta digital que será destinada aos beneficiados. Reforçando a importância de reunir empresas e marcas conscientes a favor da sociedade, Afro se une ao projeto e traz sua missão de empoderamento financeiro e fomentação do consumo consciente como parte fundamental na construção de uma sociedade mais equilibrada e saudável.
“O Banco Afro tem em seu DNA o propósito de levar representatividade e acesso aos menos favorecidos através de soluções financeiras e tecnológicas. Acreditamos que unindo forças podemos ajudar milhares de pessoas a passarem por essa fase de uma forma menos traumática. Conhecemos o efeito multiplicador que iniciativas como o “Pintar o Bem” podem causar, então convidamos todos os parceiros a apoiarem esta causa.”, finaliza Diego Reis, CEO do Banco Afro
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Fenômeno de receitas virais impulsiona buscas no Google e estimula empreendedorismo na confeitaria e eletros domésticos

O surgimento de tendências gastronômicas em redes sociais tem encurtado de forma acelerada o caminho entre a visualização de conteúdos digitais e o preparo em casa. Casos recentes como o “morango cravejado” — cujas buscas saltaram 1.460% em uma semana, acumulando milhares de publicações no TikTok e Instagram e um aumento de até 350 vezes em pedidos no iFood — ilustram um comportamento do consumidor focado na reprodução imediata de receitas.
O ranking das preparações mais buscadas no Google Brasil em 2025 confirma a influência dos conteúdos curtos e da praticidade: o “morango do amor” liderou as pesquisas, seguido pelo biscoito do Round 6 e o ovo de Páscoa caseiro. A tecnologia doméstica também figura no centro desse consumo, com a air fryer presente em seis das dez receitas mais procuradas na plataforma.
Paralelamente ao uso recreativo, a cozinha residencial tem se consolidado como ponto de partida para pequenos negócios. Dados do Observatório do Sebrae apontam que o setor de fabricação de produtos de padaria e confeitaria contava com 201.940 empresas ativas em 2025, das quais 92,7% das novas aberturas corresponderam a Microempreendedores Individuais (MEIs). O segmento apresenta expressiva participação feminina, que representa 61,4% da força de trabalho.
Acompanhando a demanda por maior volume de produção e precisão, marcas de eletroportáteis reforçam seus portfólios com equipamentos de alta capacidade. A Britânia destaca linhas como a Batedeira Planetária BBP90A (900W de potência e tigela de 5 litros), o Liquidificador BLQ14A (1400W e jarra de vidro) e a Fritadeira Air Fryer Oven BAF16B (2.000W de potência, painel digital e 16 litros de capacidade). “As receitas que viralizam mostram que o consumidor quer experimentar, e o produto eletrodoméstico ideal ajuda a transformar essa vontade em um excelente resultado, com mais praticidade, facilidade e qualidade, tanto para quem cozinha por prazer quanto para quem está começando a empreender”, destaca Maria Cristina da Matta Silva, vice-presidente comercial da Britânia.
O movimento consolida a convergência entre entretenimento digital, hábitos alimentares e o fortalecimento da renda autônoma por meio da gastronomia artesanal.
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Pesquisa revela que 39% dos brasileiros preferem ver anúncios curtos para liberar notícias protegidas por ‘paywall’

Uma pesquisa inédita realizada com leitores no Brasil apontou que 39% dos consumidores aceitariam assistir a um anúncio em formato curto para acessar reportagens restritas por paywall, enquanto apenas 8% demonstraram disposição para contratar uma assinatura paga. O levantamento, encomendado pela adtech Fusify (integrante do ecossistema Membrana Media), reflete a busca de veículos de comunicação por modelos alternativos e sustentáveis de monetização digital.
Os dados dialogam com as conclusões do Digital News Report 2026, do Instituto Reuters, que indicou que apenas 15% dos brasileiros pagam por notícias online — uma retratação de cinco pontos percentuais em comparação a 2023. O estudo da Fusify, realizado com 814 pessoas maiores de 18 anos em todo o país, também revelou o comportamento do público diante de bloqueios rígidos de conteúdo: ao encontrarem um paywall tradicional, 27% buscam a mesma informação em sites gratuitos e 15% recorrem às redes sociais (como Instagram e TikTok) ou aplicativos de mensagem.
Para responder a essa migração de audiência, a Membrana desenvolveu o AdWall, ferramenta alimentada pela demanda publicitária da Fusify. A solução permite ao leitor liberar o acesso ao texto em troca da visualização de uma peça publicitária curta (vídeo, banner ou animação), gerando receita para os publishers sem exigir desembolso financeiro direto do usuário.
“Em um país onde apenas 15% dos leitores pagam por conteúdo online, os paywalls tradicionais acabam, inadvertidamente, excluindo a grande maioria da população do acesso ao jornalismo de qualidade. A questão para os veículos já não é simplesmente se os leitores vão pagar por notícias, mas sim como construir modelos sustentáveis que reflitam a maneira como as pessoas realmente consomem conteúdo digital. Nossa pesquisa sugere que há demanda por alternativas ao modelo ‘pague ou saia’. O AdWall é uma forma de ponte para essa lacuna”, explica Daniela Benoit, head de vendas da Fusify Brasil.
A proposta do formato visa atuar de forma complementar aos modelos tradicionais de assinatura, retendo leitores em ambientes editoriais consolidados e oferecendo aos anunciantes um canal direto de impacto em audiências qualificadas.








