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Startup Fábula Live completa um ano e busca democratizar os eventos digitais no Brasil

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Startup Fábula Live completa um ano e busca democratizar os eventos digitais no Brasil

Em maio de 2020 o Eugênio Neto e o Cristiano Vicenti, ambos com mais de 20 anos de experiência em eventos e vídeos, respectivamente, fizeram a primeira transmissão da Fábula Live, direto de Florianópolis. Um ano depois, já alcançaram mais 1,2 milhões de pessoas através das soluções do “método Fábula” de oferecer transmissão digital personalizada com acompanhamento técnico experiente. Os primeiros clientes foram o Avaí Futebol Clube, time de Florianópolis que lançou o uniforme novo da temporada, e a Labellamafia, grife fitness de projeção internacional, a democratização dos eventos on-line havia sido lançada. “A Labellamafia tem um DNA de inovação, por isso buscamos recursos que fossem afins pra lançar nossa coleção em maio do ano passado de forma virtual, porque o momento exigia. E aqui mesmo, em Florianópolis, encontramos a Fábula que, não só resolveu de forma eficiente a nossa transmissão, mas apresentou uma solução que o mercado precisava no timming certo”, conta Giuliano Puga, CEO da Labellamafia sobre a experiência de estrear os estúdios da Fábula em maio de 2020.

Estar no lugar certo na hora certa foi uma agenda cumprida pela startup que atualmente soma cinco centros de operação, três em Santa Catarina e dois em São Paulo, e atendeu 160 clientes entregando cerca de mil horas de transmissão.

Alicerces da Fábula

O Neto operou por mais de três décadas a Neto Eventos, fornecedora de equipamentos e mão de obra na transmissão em eventos de pequeno, médio e grande porte; o Cris, com formação em jornalismo e cinema, somava mais de vinte anos de experiências na área audiovisual, dez deles como sócio na Fábula Transmídia, produtora de filmes institucionais. Foi como se hardware e o software se unissem em prol de uma virada de chave no setor de eventos: transformá-los de presenciais para virtuais. E fizeram isso com muitos dos clientes estreando diante das câmeras, numa rotação completa de inovação onde todos estavam aprendendo. “A vantagem de iniciar um caminho pouco explorado, é poder aplicar de forma prática a experiência de anos na produção audiovisual numa solução que beneficiaria muitos mercados, pois os mais diversos setores da economia promovem seus encontros anuais, treinamentos, confraternizações, congressos, lançamentos, e a Fábula nasceu pra ser ponte nessa transição do abraço físico para o híbrido”, explica Cris. Ele ainda percebeu que oferecer todos os serviços que envolviam os projetos, do pré-roteiro à edição final, podia ser como uma mão estendida para que os estreantes subissem ao palco mais seguros, e fossem para frente das câmeras, um lugar onde a maioria nunca esteve.

Aliás, muitos foram os clientes que estrearam eventos virtuais nos estúdios da Fábula Live e redesenharam seu processo de comunicação, entre eles, a rede Imaginarium que tem 218 operações no Brasil e fez sua primeira convenção nacional 100% on-line em outubro de 2020. Alcançando presença em 26 estados, a marca quebrou o recorde de participação em convenções na história da empresa que atua desde 1992. “A Fábula teve uma importância relevante na nossa trajetória recente porque através dela conseguimos manter o elo de comunicação com a nossa rede, e na nossa primeira convenção on-line em 30 anos de história da marca, conseguimos interagir com mais de 2 mil colaboradores no evento que foi um sucesso, de forma muito bem planejada e elaborada em conjunto”, conta Uggo Angioletti, diretor comercial da Imaginarium, sobre a estreia da companhia criativa nos eventos virtuais.

Adaptação e atualização são pilares

E se o acolhimento de projetos com ou sem roteiros, e as adaptações em tamanho de cenários modulares já pareciam bons atrativos para os clientes, os equipamentos de altíssima tecnologia foram decisivos algumas vezes na escolha dos estúdios da Fábula. “Temos mais de sete toneladas de equipamentos de última geração entre ilhas de edição, iluminação, câmeras e LEDs são os mesmos dos cenários do Domingão do Faustão e do Caldeirão do Hulk, por exemplo, e como otimizamos estes equipamentos da Neto Eventos, o cliente tem acesso ao que há de mais moderno no mercado com um orçamento elástico, super adaptável”, explica Neto. Argumento também defendido por Luciano Faustino, CMO da Genial Investimentos, onde Gustavo Kuerten é um dos sócios, – tendo o tenista, inclusive, participado de eventos virtuais nos estúdios da Fábula. Segundo Faustino, “a Fábula tem uma estrutura incrível, com painel 180º. Pensamos junto com eles a criação de uma experiência nova, e também inovadora, para nossos clientes com o formato de um evento totalmente digital. A experiência deles foi essencial para o sucesso do nosso evento”. A Genial Investimentos tem mais dois eventos confirmados com a Fábula Live, em junho e julho.

Voltando à questão das adaptações, de tão modulares que são os estúdios da Fábula Live, eles até já saíram de seus Centros de Operação, como aconteceu no Trend Week da Portobello, em março de 2021, onde uma tonelada de equipamentos foi montada na fábrica da Portobello, a maior indústria de cerâmica do Brasil, em Tijucas, Santa Catarina, para que cinco estúdios operassem simultaneamente em seis dias de eventos, conforme solicitava o projeto da agência de live marketing do cliente. “A gente trabalhou como TV, montamos uma operação de estúdios independentes operando simultaneamente para atender um cliente que é tão conectado à qualidade, que em 2020 ganhou o TOP ONE, prêmio máximo do Top de Marketing e Vendas da ADVB SC, justamente pela maestria de seus eventos virtuais”, conta Cris.

 Biossegurança e robótica

Cada centro de operação da Fábula Live pode atuar com 10 a 40 profissionais multidisciplinares, isso depende do tamanho do evento, das horas de operação que o projeto exige, e do quanto a Fábula está envolvida na produção. Por isso, alguns critérios de segurança sanitária são imprescindíveis e um deles exclusivo no setor, um sistema de biossegurança que troca o ar do ambiente de hora em hora o que destrói 99,9% dos vírus em circulação.

Testes de Covid são feitos regularmente em todos os colaboradores, e kits com roupas descartáveis anticontágio, luvas, máscaras e álcool em gel são distribuídos aos profissionais em estúdio. Câmeras automatizadas realizam a captação das imagens via comandos vindos direto da ilha de edição, o que diminui a presença humana no cenário.

Presencial é pouco, online é bom, híbrido é demais!

Embora jovem, a Fábula Live traz na essência a maturidade profissional dos sócios que ouvem atentamente o mercado para projetar inovações em transmissão digital. “Já estamos trabalhando com estúdios que tem estrutura para plateia virtual, e acreditamos muito que o futuro vai ser da interação digital nos eventos híbridos”, diz Neto ao planejar novos caminhos para a startup.

E um dos atrativos consideráveis do evento híbrido está o valor investido X público alcançado. “Para aproximadamente 70% dos nossos clientes o custo do evento virtual é menor do que seria o correspondente presencial e, em boa parte projeto on-line a audiência é maior que o público presencial”, explica Cris sobre um cálculo rápido que a maioria dos clientes faz antes de render-se às câmeras.

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Gabriel Sotero lança agência NO.LAND com modelo adaptativo e conquista contas da Genera e ONGs globais

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O mercado publicitário brasileiro ganha uma nova operação com o lançamento da NO.LAND, agência fundada e liderada pelo criativo Gabriel Sotero, ex-VML e executivo de criação mais premiado do país no The One Show 2026. A nova empresa estreia no mercado já respondendo por projetos estratégicos, como o reposicionamento da Genera — marca de genética pertencente ao Grupo Dasa — e uma campanha integrada para as entidades ambientais globais Sea Shepherd, WildAid e Freeland.

Com 22 anos de trajetória, mais de 80 marcas atendidas e 150 reconhecimentos na indústria (incluindo Cannes Lions, Effie Awards, Clio Awards, D&AD e Clube de Criação), Sotero concebeu a agência com base no conceito de full specialist. A proposta visa superar a rigidez e os custos de organogramas tradicionais por meio de estruturas modulares e adaptativas, nas quais o fundador atua diretamente nas contas ao lado de times seniores especializados nas demandas setoriais de cada cliente.

“O contexto do mundo e o comportamento do consumidor mudam numa velocidade que não respeita organogramas. Uma agência que se apega ao próprio modelo envelhece junto com ele. A NO.LAND foi pensada para se adaptar aos desafios de cada cliente e de cada momento, trazendo toda a estrutura de que um grande anunciante precisa”, afirma Gabriel Sotero, fundador da agência.

No campo da tecnologia, a agência incorpora inteligência artificial, dados e automação do briefing à produção final, posicionando o critério humano e a excelência estética (craft) como contrapontos à homogeneização do conteúdo gerado por algoritmos. O posicionamento da marca sintetiza a ruptura de barreiras operacionais a partir da assinatura: “NO.LAND is not nowhere. It’s everywhere.”

“A IA é fundamental para ampliar possibilidades, reduzir custos e gerar velocidade. Mas a mesma tecnologia também criou um problema. Quando qualquer pessoa consegue gerar cem análises, cem planos de mídia e cem peças, o valor passa para quem sabe o que merece existir. É esse julgamento que uma marca contrata quando escolhe a NO.LAND”, complementa Sotero.

Com o novo modelo de negócios, a agência busca combinar agilidade operacional, inteligência de dados e ambição criativa para gerar diferenciação e impacto nos resultados financeiros de grandes anunciantes.

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LGL Case atinge marca de mais de 70 projetos em 2026 com foco na integração entre planejamento e produção de eventos

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A produtora de eventos e experiências de marca LGL Case consolidou sua metodologia operacional voltada à convergência entre planejamento estratégico e execução técnica no setor de live marketing. Em 2026, a empresa já contabiliza mais de 70 projetos corporativos de grande escala entregues, ampliando sua presença em ativações de marcas, eventos de negócios e produções com diferentes perfis de complexidade operacional.

O modelo de trabalho da companhia estrutura-se no alinhamento contínuo entre o desenho do escopo, a alocação de recursos, a gestão de prazos e a coordenação de fornecedores. A abordagem parte do princípio de que a viabilidade de uma produção depende da previsibilidade técnica construída ainda nas etapas iniciais, garantindo rapidez de resposta para ajustes de campo sem comprometer os cronogramas estabelecidos.

“Um evento não é bem executado apenas porque ficou pronto ou porque o resultado final corresponde ao que foi imaginado. Ele é bem executado quando existe coerência entre o que foi proposto, o que foi planejado e o que acontece na prática. Nosso trabalho é conectar essas etapas, antecipar desafios e tomar decisões que permitam transformar objetivos em entregas reais, com consistência do início ao fim”, afirma Gustavo Costa, CEO da LGL Case.

A operação abrange o acompanhamento direto de todas as fases da entrega, incluindo a análise das especificidades físicas dos espaços, a validação de estruturas técnicas e a supervisão das equipes envolvidas na montagem e desmontagem.

Com a sustentação desse fluxo integrado, a LGL Case projeta seguir expandindo seu portfólio no mercado de eventos, posicionando a precisão operacional e a coerência executiva como diferenciais competitivos para atender às demandas de grandes marcas.

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