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Stages quer se tornar a Netflix da Creator Economy

Segundo um estudo da Technavio, o setor da Creator Economy deve chegar a US$269 bilhões até 2024. Dentro desse cenário, a Stages também planeja uma grande expansão. Com foco no mercado B2B, especialmente no nicho esportivo, a empresa tem como meta atingir R$1 milhão de faturamento por mês até o final do ano e crescer a operação em 50%, chegando a R$4 milhões até dezembro.
A ideia é ajudar empresas a terem sua própria maneira de impulsionar vídeos de alta qualidade online, bem como ligas esportivas locais, grupos de esporte maiores e até competições infantis. Para isso, a marca aposta em oferecer um lugar próprio e personalizado para divulgar conteúdos, que é acessível e de fácil usabilidade, sem a necessidade do creator entender sobre códigos complexos.
Nas últimas semanas, a startup também trouxe novas funcionalidades ao seu software, como a opção de pagamento por PIX. Além disso, agora, os criadores de conteúdo têm acesso a uma tecnologia inédita de transmissão ao vivo de baixa latência IVS (Interactive Video System), o que é muito útil para as lives de eventos que não podem ter atrasos nas transmissões.
Tiago Maranhão, Country Manager da Stages, resume o formato como “um canal de TV próprio, mas na internet”. “Nossa plataforma é projetada para ser intuitiva e acessível, permitindo que qualquer um crie seu próprio streaming. Ou seja, todas as pessoas, desde jornalistas, influenciadores do mundo dos esportes, empresas de apostas, além de muitas outras verticais, têm a chance de mostrar seus conteúdos e fazer transmissões, com muita facilidade na monetização direta, ao contrário de redes sociais ou mesmo sites, que têm muitas limitações”, destaca.
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Pedro Scooby surfa Onda de Cheddar no Méqui

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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos







