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Stages quer se tornar a Netflix da Creator Economy

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Segundo um estudo da Technavio, o setor da Creator Economy deve chegar a US$269 bilhões até 2024. Dentro desse cenário, a Stages também planeja uma grande expansão. Com foco no mercado B2B, especialmente no nicho esportivo, a empresa tem como meta atingir R$1 milhão de faturamento por mês até o final do ano e crescer a operação em 50%, chegando a R$4 milhões até dezembro.

A ideia é ajudar empresas a terem sua própria maneira de impulsionar vídeos de alta qualidade online, bem como ligas esportivas locais, grupos de esporte maiores e até competições infantis. Para isso, a marca aposta em oferecer um lugar próprio e personalizado para divulgar conteúdos, que é acessível e de fácil usabilidade, sem a necessidade do creator entender sobre códigos complexos.

Nas últimas semanas, a startup também trouxe novas funcionalidades ao seu software, como a opção de pagamento por PIX. Além disso, agora, os criadores de conteúdo têm acesso a uma tecnologia inédita de transmissão ao vivo de baixa latência IVS (Interactive Video System), o que é muito útil para as lives de eventos que não podem ter atrasos nas transmissões.

Tiago Maranhão, Country Manager da Stages, resume o formato como “um canal de TV próprio, mas na internet”. “Nossa plataforma é projetada para ser intuitiva e acessível, permitindo que qualquer um crie seu próprio streaming. Ou seja, todas as pessoas, desde jornalistas, influenciadores do mundo dos esportes, empresas de apostas, além de muitas outras verticais, têm a chance de mostrar seus conteúdos e fazer transmissões, com muita facilidade na monetização direta, ao contrário de redes sociais ou mesmo sites, que têm muitas limitações”, destaca.

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Sponsors Day 2026 debate amadurecimento do setor e a transição do patrocínio para ativo estratégico de negócios

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O mercado global de patrocínios atravessa uma profunda reestruturação estrutural. As marcas deixaram de priorizar a mera exposição de logotipos e a busca por visibilidade isolada para focar em projetos integrados, capazes de gerar relacionamento profundo, reputação corporativa, engajamento comunitário e resultados comerciais mensuráveis. O diagnóstico foi o principal destaque da nova edição do Sponsors Day, evento promovido pela Associação Patrocínio Brasil (APBR) em São Paulo, que reuniu diretores de agências, gestores de propriedades e especialistas em mídia.

Sob o tema “O Mundo do Patrocínio”, o encontro traçou um panorama sobre a evolução do setor no Brasil e no exterior. O cenário atual é impulsionado pela profissionalização das estratégias, pelo crescimento dos aportes financeiros e pelo fortalecimento das leis de incentivo fiscal. A análise histórica apresentada reforçou a mudança no papel dos anunciantes, que hoje utilizam o patrocínio como uma ferramenta central de posicionamento de longo prazo.

A apresentação de abertura foi liderada pelo presidente da APBR, Adauto Gudin, e pelo vice-presidente de Marketing da entidade, Roque A. Horta de F. Mendes. Os executivos apontaram que a curadoria dos projetos patrocinados está diretamente atrelada à cobrança interna por entregas de ROI (Retorno sobre o Investimento) mais consistentes.

Nesse contexto, o debate destacou a importância de as marcas mapearem de forma clara seus territórios estratégicos de atuação — divididos em pilares como esporte, cultura, impacto social (ESG) e negócios —, garantindo aderência à identidade corporativa.

Outro ponto focal do evento foi a eficiência das ativações. Os painelistas enfatizaram que o investimento em uma propriedade só gera valor real quando desdobrado em estratégias de live marketing, produção de conteúdo proprietário e experiências imersivas que capturem a atenção do público antes, durante e após a realização do evento.

A mensuração de resultados também ocupou espaço central nas discussões do Sponsors Day. O painel técnico detalhou a urgência de adotar indicadores que extrapolem os relatórios quantitativos tradicionais de equivalência de mídia. As marcas passam a auditar dados qualitativos baseados em pesquisas de saúde de marca (brand health), curvas de reputação, nível de influência digital, net promoter score (NPS) e geração de valor reputacional.

O encerramento do encontro abriu espaço para reflexões sobre temas regulatórios que devem pautar os orçamentos de marketing nos próximos anos, como governança, compliance, a aplicação de dados em conformidade com a LGPD e a integração real de metas de ESG às campanhas de marcas. Adauto Gudin resume o atual estágio de maturação do mercado nacional. “O patrocínio está passando por um processo de amadurecimento. As marcas estão cada vez mais atentas à capacidade de gerar conexão, reputação, resultado e valor de longo prazo, e isso exige uma atuação mais estratégica, profissional e integrada aos objetivos de negócio.”

Ao promover debates dessa magnitude, a APBR busca qualificar as relações comerciais entre marcas e propriedades esportivas ou culturais. A meta é garantir que o ecossistema brasileiro de publicidade continue evoluindo para se consolidar não apenas como um motor de comunicação e entretenimento, mas como um ativo gerador de desenvolvimento econômico sustentável para o país.

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Parque Bondinho e Bodytech lançam projeto de bem-estar com aulas exclusivas antes da abertura oficial

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O Parque Bondinho Pão de Açúcar e a Bodytech Company anunciaram o lançamento do projeto Bem-estar no Parque Bondinho, uma iniciativa que une saúde, movimento e turismo sustentável em um dos cenários mais emblemáticos do Rio de Janeiro. A parceria conta ainda com o apoio do restaurante Embaixada Carioca, localizado no Morro da Urca, que ficará responsável por assinar um café da manhã exclusivo servido aos participantes após o encerramento das atividades físicas.

A ação de live marketing e wellness estreita os laços entre as marcas, que compartilham atributos institucionais ligados à alta qualidade de vida, promoção da saúde e à relação identitária do morador local com a paisagem fluminense.

As sessões têm investimento fixado em R$ 250 por participante e trazem um formato focado na exclusividade: os treinos acontecem nas primeiras horas da manhã, antes da abertura dos portões para o público geral. A programação ocupará os pontos turísticos mais disputados do complexo geológico, como o Jardim dos Discos, o Mirante EBG e o Heliponto, oferecendo uma grade rotativa de modalidades que inclui Funcional, Yoga, Wolffit e Dance Mix.

Gustavo Maciel, gerente geral do Parque Bondinho Pão de Açúcar, destaca o valor de conectar a marca ao ecossistema de saúde. “Essa parceria nasce da conexão entre duas marcas que fazem parte da rotina e da identidade do Rio de Janeiro. O Parque Bondinho já é, naturalmente, um espaço que convida à contemplação e ao contato com a natureza. Com a Bodytech, ampliamos essa proposta, criando uma experiência inesquecível que une movimento, bem-estar e paisagem em um ambiente único da cidade.”

Para a rede de academias, o projeto consolida mais um passo na diversificação de seus pontos de contato externos. Alexandre Accioly, presidente do conselho da Bodytech Company, analisa o impacto da ativação para os consumidores. “Há mais de duas décadas, a Bodytech tem como missão promover saúde e qualidade de vida por meio de experiências que motivem as pessoas a se movimentarem. Encontrar no Parque Bondinho Pão de Açúcar® um parceiro que compartilha esse olhar sobre bem-estar nos permite criar algo que vai além de uma aula: é uma oportunidade de viver o Rio de Janeiro de uma forma diferente, unindo atividade física e natureza em uma paisagem que inspira equilíbrio e conexão.”

Com o movimento, o Parque Bondinho fortalece seu posicionamento institucional de mercado como um verdadeiro hub de experiências integradas de entretenimento, cultura e bem-estar. A estratégia visa atrair tanto o fluxo de turistas de alta renda quanto fidelizar o público carioca nativo, associando um dos maiores cartões-postais do país a marcas premium que compartilham dos mesmos pilares de sustentabilidade e cuidado pessoal.

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