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Stages impulsiona monetização e já ajuda mais de 15 mil creators

O setor de criação de conteúdo não para de crescer, e há ótimas oportunidades de negócios para quem busca investir nessa carreira. Dados da CB Insights mostram que a área gera um movimento anual de R$ 70 bilhões pelo mundo e segue aumentando. No Brasil, a Stages vem representando o potencial do segmento com força total, já tendo ajudado mais de 15 mil creators a terem seu próprio site e app para oferecer seus conteúdos, além de impulsionarem a monetização dos seus projetos, desde que se lançou no mercado, em fevereiro deste ano.
A empresa funciona como um SaaS – solução de software completa -, garantindo que os creators tenham um maior controle e autonomia sobre os seus trabalhos de forma prática e simples. Ao se inscreverem na Stages, é possível construir sua loja online de vídeos como quiser, tanto com conteúdos gratuitos como pagos. Com isso, esses profissionais não sofrem com as limitações dos algoritmos das redes sociais e podem produzir vídeos e lançar aplicativos de acordo com as suas preferências.
Entre os produtores de conteúdo mais populares que usam as ferramentas da Stages estão PVC, jornalista esportivo; Titi Müller e MariMoon, ex-VJs da MTV e apresentadoras do programa de entrevistas Acessíveis Cast; Ju Ferraz, confeiteira que ensina receitas; e Rodrigo Alvarez, escritor com mais de 1 milhão de livros vendidos e idealizador do Jornada Infinita, que exibe conteúdos sobre os mistérios da inspiradora relação dos seres humanos com o sagrado.
Tiago Maranhão, diretor de conteúdo e comunicação da Stages, reforça que a empresa não quer parar nesses números e pretende fechar o ano com mais de 50 mil pessoas utilizando a sua solução. “O vídeo é um formato central para o meio digital, que a cada dia que passa aproxima mais influenciadores dos seus seguidores e segue se desenvolvendo com novas tecnologias. Por isso, vamos continuar ajudando essa comunidade incrível a ressaltar o valor dos trabalhos que são produzidos nela de maneira autêntica e lucrativa”, diz.
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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos







