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Stages impulsiona monetização e já ajuda mais de 15 mil creators

O setor de criação de conteúdo não para de crescer, e há ótimas oportunidades de negócios para quem busca investir nessa carreira. Dados da CB Insights mostram que a área gera um movimento anual de R$ 70 bilhões pelo mundo e segue aumentando. No Brasil, a Stages vem representando o potencial do segmento com força total, já tendo ajudado mais de 15 mil creators a terem seu próprio site e app para oferecer seus conteúdos, além de impulsionarem a monetização dos seus projetos, desde que se lançou no mercado, em fevereiro deste ano.
A empresa funciona como um SaaS – solução de software completa -, garantindo que os creators tenham um maior controle e autonomia sobre os seus trabalhos de forma prática e simples. Ao se inscreverem na Stages, é possível construir sua loja online de vídeos como quiser, tanto com conteúdos gratuitos como pagos. Com isso, esses profissionais não sofrem com as limitações dos algoritmos das redes sociais e podem produzir vídeos e lançar aplicativos de acordo com as suas preferências.
Entre os produtores de conteúdo mais populares que usam as ferramentas da Stages estão PVC, jornalista esportivo; Titi Müller e MariMoon, ex-VJs da MTV e apresentadoras do programa de entrevistas Acessíveis Cast; Ju Ferraz, confeiteira que ensina receitas; e Rodrigo Alvarez, escritor com mais de 1 milhão de livros vendidos e idealizador do Jornada Infinita, que exibe conteúdos sobre os mistérios da inspiradora relação dos seres humanos com o sagrado.
Tiago Maranhão, diretor de conteúdo e comunicação da Stages, reforça que a empresa não quer parar nesses números e pretende fechar o ano com mais de 50 mil pessoas utilizando a sua solução. “O vídeo é um formato central para o meio digital, que a cada dia que passa aproxima mais influenciadores dos seus seguidores e segue se desenvolvendo com novas tecnologias. Por isso, vamos continuar ajudando essa comunidade incrível a ressaltar o valor dos trabalhos que são produzidos nela de maneira autêntica e lucrativa”, diz.
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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.
Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.
O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.
Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.
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Macunaíma.ag assume direção criativa do Baile da Sephora 2026 e assina ativações de Meta, Heinz, JOVI, Campari e Halls

A agência de brand experience Macunaíma.ag assumiu, pela quarta vez consecutiva, a direção criativa geral do Baile da Sephora, evento de destaque no calendário de lifestyle e beleza do país. Além de desenhar o conceito central da edição 2026 — intitulado “As Sombras da Floresta” —, a agência assina a criação e a operação de marcas pertencentes a diferentes segmentos no evento, incluindo Meta (Instagram), Heinz, JOVI, Campari e Halls (esta em parceria criativa com a agência David).
Para o Instagram, a agência coordena a transmissão ao vivo oficial do evento, comandada pelos criadores de conteúdo Carol Zaia e Theodoro, em um cenário que expõe biomas brasileiros por meio de fotografia artística. A Heinz utiliza o encontro para promover o Ketchup Heinz Zero, distribuindo bisnagas com artes exclusivas assinadas pelo artista Andy Alves, além de ações de degustação durante o jantar.
A marca de tecnologia JOVI, operada no Brasil pela vivo Mobile Communication, apresenta seu modelo X300 Ultra em um espaço cenográfico que simula uma lua em meio à floresta, projetado para destacar os recursos de fotografia noturna do smartphone. No setor de bebidas, a Macunaíma assina a cenografia do bar da Campari, unindo o paisagismo tropical à identidade visual vermelha da marca. Na frente de confeitos, a agência produz as ativações da Halls desde a fase de credenciamento até a entrega de portas-Halls e áreas para fotos com efeitos de vento. “Criar para quem recebe e, ao mesmo tempo, para quem participa mostra a confiança do mercado na nossa capacidade de transitar entre beleza, alimentação, tecnologia, bebidas e entretenimento sem perder a identidade de cada cliente”, analisa João Felipe Villanova, sócio e diretor criativo da Macunaíma.ag.
“Um ketchup, um smartphone, uma bala e uma rede social falam línguas completamente diferentes, e o desafio foi traduzir todas para o mesmo universo. Quando o convidado leva para casa uma bisnaga com arte exclusiva ou faz uma foto sob a lua da JOVI, ele não guarda a lembrança de um anúncio, guarda uma memória da festa”, complementa Daphne Duarte, gerente de planejamento criativo da agência.








