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Sprite lança ‘Pelados e Refrescados’ para os dias em casa neste Verão

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Ninguém merece todo esse calor dentro de casa, né? Sem poder sair, perdemos tantas experiências neste verão, mas o ideal é sempre pensar positivo e se fizermos uma forcinha até que dá pra se refrescar dentro de casa. Agora a gente tem a liberdade de curtir a quarentena como viemos ao mundo: completamente pelados! Essa é a nova mensagem da Sprite no seu novo movimento ‘Pelados e Refrescados’. 

Em dias quentes de isolamento, a marca só quer que todos tenham seus momentos de refrescância física e mental e, por isso, ficar pelado e sair completamente da rotina de casa pode ser considerado a nova maneira de se refrescar. E o melhor de tudo é que não importa a cor, o peso, o corpo, o sexo, a idade, o que importa é se descontrair nesta nova onda, sempre com muito humor e muito orgulho de seu próprio corpo.

“Por conta da pandemia, tivemos que nos isolar em casa e, por isso, abrir mão de muitas coisas das quais gostamos: sair com os amigos, festas, aniversários, casamentos… No entanto, além de proteger quem amamos, existe outra grande vantagem nisso tudo. Sozinhos em casa, podemos usufruir da liberdade de nos refrescar da maneira mais livre possível: tomando uma Sprite sem roupa”, conta Pedro Abbondanza, diretor de marketing da marca no Brasil.

Além de uma filme publicitário de 30 segundos, criado pela Wieden+Kennedy São Paulo, também haverá uma ação promovida pela #PeladoseRefrescados que conta com um pacote de stickers animados nas redes sociais e um time com mais de 200 influenciadores de diferentes corpos e estilos, entre eles Dani Calabresa, Rafa Portugal e Mumuzinho, reforçando que o movimento é aberto e democrático. 

Para capturar essa essência descontraída de bem estar, o diretor de cena Bruno Shintate (Corazón) revela que para deixar os personagens realmente à vontade, alguns gravaram em suas próprias casas, dando ainda mais verdade às situações. 

E, em breve, o Porta dos Fundos abordará o tema em uma esquete especial que será veiculada na MTV e no Comedy Central, além das redes do próprio Porta.

Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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