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“Somos uma Só” é a nova campanha institucional da Salon Line

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A Salon Line lançou sua campanha institucional que vêm com o intuito de fortalecer e assegurar ainda mais a marca ante as bandeiras sempre defendidas de empoderamento e feminismo que a marca sempre carregou em suas comunicações.


Com narração da rapper Karol de Souza o slogan da campanha é, “Somos uma só”, que passa a clara e forte mensagem da mulher como centro do mundo e peça fundamental para o andamento dele, além de reforçar a união feminina com o discurso de: cada uma com suas personalidades, qualidades e peculiaridades, mas sempre juntas, como uma só.


“Começamos 2021 com uma campanha que é muito importante e relevante para a Salon Line. Nos últimos anos, fizemos muitos esforços para reconhecer e valorizar tudo que é feminino: cabelos, corpos, cores e gêneros. Mas dessa vez a mensagem é ainda mais poderosa. Ela coloca a mulher no centro do mundo. “Salon Line, Somos uma só” é uma celebração não só da mulher, mas de tudo que é feminino. Dos valores, da sororidade, do acolhimento, da gentileza, do amor. Uma campanha com um visual novo e com a locução poderosa da Karol de Souza. Um verdadeiro manisfesto feminino que além de divulgar os produtos da marca, divulga os valores e as mulheres sem as quais nosso trabalho não faria sentido. Uma campanha que não é para as mulheres, é das mulheres. Porque elas juntas podem tudo”, afirma Alexandre Manisck, diretor de criação da Salon Line.


O elenco é composto pelas embaixadoras Taciele Alcolea, Renata Cristina, Bielo Pereira, Steffany Borges, Juliana Luziê, Jana Tafarel, Ju Franceschi, além de colaboradoras e consumidoras da marca.

A campanha foi lançada nas redes sociais da Salon Line, nas mídias digitais e em pontos estratégicos de Out Of Home.


Além disso, algumas outras ações vão acontecer até março para inspirar as mulheres e consumidoras. No instagram da Salon Line acontecerão algumas lives com personalidades importantes no feminismo, no linkedin algumas colaboradoras compartilharão histórias inspiradoras de suas vidas, além de vídeos das embaixadoras contando um pouco sobre mulheres que as inspiram.

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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