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Sol é a nova personagem virtual da Astra que estará presente nos materiais de comunicação e marketing da empresa

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A Astra passou a contar, em outubro deste ano, com uma colaboradora muito especial: a SOL, promotora de vendas da empresa, totalmente virtual (produzida em 3D). Desenvolvida para promover a identidade da marca, SOL estará nas mais variadas peças de comunicação e marketing da Astra com seus diversos públicos. Site, redes sociais, vídeos, materiais de ponto de venda, brindes e outras formas de relacionamento com colaboradores, representantes comerciais, clientes e consumidores serão incrementadas com a personagem.

“Com a SOL, queremos nos aproximar ainda mais dos nossos públicos. Nosso objetivo é que ela possa ajudar a simplificar o entendimento dos nossos produtos, através de vídeos por exemplo, além de promover as novidades e destaques da marca, sempre de forma simples e objetiva, com muita simpatia e graciosidade”, destaca Joaquim Coelho, diretor comercial da Astra.

Para dar vida à Sol, foi contratada uma produtora especializada em animações, que realizou um estudo para criar a personagem ideal. Foram levadas em consideração questões como características físicas, psicológicas e pessoais, gostos, afinidades, entre outras. “O trabalho levou exatamente nove meses para ser finalizado, o tempo de uma gestação”, brinca Coelho.

Sol tem a importante missão de transmitir segurança e credibilidade, com simpatia, simplicidade e proximidade com o público. Ela é intuitiva, acolhedora, otimista, cuidadosa e protetora; gosta de animais e de crianças; tem medo de altura e de levar choque. Sol representa a brasilidade e, por isso, ama viajar e conhecer as diferentes culturas e regiões do país.

“Temos grandes planos para a Sol e estamos muito otimistas em relação à aceitação dela pelo nosso público, especialmente nesse momento de digitalização que o mundo vive”, afirma Coelho.

TRANSFORMAÇÃO DIGITAL

A SOL representa um importante passo da Astra rumo à transformação digital. Além da personagem, uma série de projetos e ações estão sendo implantados na empresa, em diversas frentes. Na área industrial, seguindo os conceitos da Indústria 4.0, softwares, simuladores e sistemas de última geração já começam a fazer parte da rotina, com o objetivo de ganhos de produtividade, qualidade e desempenho nas fábricas. Nas áreas administrativas, a robotização de processos repetitivos já é uma realidade em alguns departamentos. Na área comercial, marketing digital e comércio eletrônico estão ganhando cada vez mais espaço. Além disso, plataformas e ferramentas digitais são usadas pelas mais diversas áreas para otimizar os trabalhos. “Somos uma marca sexagenária que sempre se manteve ativa e competitiva no mercado, tendo a inovação como uma premissa. A transformação digital é uma necessidade para qualquer empresa que queira se manter no mercado. Por isso, queremos alavancar cada vez mais a digitalização e automação para que possamos não só ganhar agilidade e competitividade, mas também valorizar ainda mais os nossos talentos. As pessoas são as responsáveis por criar as estratégias, planejar, executar, analisar, mensurar, ou seja, promover a transformação”, reforça Manoel Flores, diretor superintendente da Astra.

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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