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Sobe Junto! Budweiser une Emicida, Drik Barbosa e Matuê com feat inédito

Emicida já afirmou que “você é o único representante do seu sonho na face da terra”.Drik Barbosa, em uma de suas letras, se definiu como “um pequeno sonho de quebrada; enquanto Matuê cantou: “estou vivendo o meu sonho”. Agora, os três rappers se reúnem no single “Sobe Junto”, que tem o sonho compartilhado como mensagem central, em uma tradução do verdadeiro significado do movimento hip hop, que é sobre vencer coletivamente. Não à toa, o verso que marca o refrão da faixa repete que “quem sonha junto, sobe junto”. A canção chegou no dia 11 de fevereiro, aos aplicativos de streaming pela Laboratório Fantasma.
A música é o tema de abertura do reality show Sobe Junto, criado por Budweiser, em uma iniciativa para fortalecer a cena musical e dar palco para novos talentos e bondes.
“Uma vez ouvi o neurocientista Sidarta Ribeiro definindo o sonho como uma tentativa de simular o amanhã com base no ontem; e que isso abre espaço para novas ideias e criatividade”, compartilha Emicida. “Fiquei pensando em como isso se encaixaria na minha realidade e na dos meus camaradas. E acho que cada passo rumo ao sonho, é um passo rumo ao desconhecido. Cada passo não dado é perigosíssimo, porque é como se um de nós estivesse desistindo. Estar nessa música com a Drik e com o Matuê é uma maneira de dar esses passos lado a lado com outras pessoas. Não podemos permitir que ninguém fique para trás”, ele complementa.
“Quando conversamos para falar do caminho que a letra seguiria, definimos que citar as nossas vivências seria algo importante para passarmos a mensagem que queríamos”, compartilha Drik Barbosa. “Espero que esse som se torne combustível para que cada um possa alimentar os próprios sonhos e também os sonhos dos seus”, finaliza a cantora.
A união dos três artistas se deu a convite de Budweiser. Como o tema de abertura sempre marca qualquer reality show, nada melhor do que contar com o apoio de grandes referências do cenário musical para ajudar a construir essa trajetória. O reality Sobe Junto é o primeiro passo do novo compromisso assumido pela marca no início deste ano: valorizar os novos talentos e abrir os palcos – nacionais e internacionais – para os sonhadores locais. Com esse movimento, Bud se compromete a dar luz para as histórias e trajetórias daquelas pessoas que ainda buscam um espaço dentro do universo musical com uma série de ações para incentivar e fomentar o cenário da música nacional, principalmente quando os assuntos são alguns dos gêneros mais crescentes no país: o rap, o hip hop e o trap.
“Queremos apoiar aqueles artistas que estão em busca do estrelato e sonham em atingir seus grandes objetivos dentro do universo musical, principalmente no rap, hip hop e trap, gêneros musicais que movimentam a cultura urbana e crescem a cada dia. Ao firmarmos esse compromisso, nada melhor do que contar com o apoio de pessoas já renomadas e que têm construído uma trajetória de sucesso. Ter essa música criada por Emicida, Drik Barbosa e Matuê dá ainda mais força para tudo que pretendemos construir”, afirma Ludmila Kaminskas, Gerente Nacional de Cultura e Relacionamento de Budweiser.
Ficha Técnica:
Voz: Drik Barbosa, Emicida e Matuê
Composição: Drik Barbosa, Emicida, Matuê, Grou e Wiu
Produção musical: Grou e WIU
Programação e Sampling: WIU
Teclados: Grou
Mixagem: Maurício Cersósimo
Masterização: Maurício Gargel
Gravadora: Laboratório Fantasma
Direção artística: Evandro Fióti
Gerente de produção executiva: Raissa Fumagalli
Produção executiva: Laura Freitas
Voz Drik Barbosa, Emicida e Matuê gravadas por Tofu Valsechi em Lab Estúdio, São Paulo
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2a1 Cenografia une engenharia e inteligência cenográfica para estruturar a Casa Warner em Brasília

No mercado de live marketing e entretenimento, a transição de um conceito criativo para uma estrutura física de grande porte é frequentemente vista como um ato puramente intuitivo. No entanto, para a 2a1 Cenografia, empresa referência no setor com mais de 27 anos de experiência e responsável por grandes produções na América Latina e nos Estados Unidos, essa transformação é o resultado de um rigoroso processo de engenharia, estratégia de fluxo e viabilidade técnica.
A empresa defende que o sucesso de uma ativação não depende apenas da estética, mas de uma metodologia que garanta que a ideia original sobreviva à execução física sem perder sua essência. O exemplo mais recente desse rigor metodológico pode ser conferido pelo público na edição da Casa Warner em Brasília, onde universos icônicos do entretenimento ganham vida através de cenários detalhados e interativos.
Para a 2a1, transformar ideias em experiências físicas exige uma visão 360º que vai muito além do design. Envolve entender o comportamento do visitante, a durabilidade dos materiais e a logística de montagem em tempo recorde. Cada decisão, do posicionamento de uma luz à textura de uma parede, é baseada em dados e objetivos de marca. “Muitas pessoas acreditam que criar uma experiência como a Casa Warner é um processo puramente artístico, movido pela inspiração. Na realidade, é o oposto: é um processo altamente estruturado, composto por decisões estratégicas e técnicas. Para que uma ideia se torne uma experiência física de impacto, precisamos traduzir o lúdico para a engenharia. Se não houver estratégia por trás da criatividade, o projeto é apenas um cenário; conosco, ele se torna uma jornada emocional e funcional para o público”, afirma Danielle Paulino, CCO da 2a1.
A exposição, realizada em parceria com a Warner Bros. Discovery Global Experiences (WBDGE) e instalada no ParkShopping Brasília, serve como o laboratório perfeito para demonstrar essa filosofia de trabalho. Ao transpor franquias globais para o espaço físico, a 2a1 aplicou inteligência cenográfica para garantir que o fã se sinta, de fato, dentro de seus filmes e séries favoritos.
A precisão na execução garante que a escala, as cores e a interatividade funcionem de forma orgânica, suportando o alto fluxo de visitantes diários e consolidando o espaço como um case de sucesso em brand experience e engenharia de entretenimento.
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Descompasso estratégico limita o retorno sobre o investimento na Creator Economy brasileira

A consolidação do marketing de influência como uma das principais forças do branding contemporâneo é incontestável, mas a execução das campanhas ainda esbarra em dores estruturais. No Brasil, embora 94% das corporações reconheçam que parcerias contínuas e de longo prazo com criadores de conteúdo geram retornos mais consistentes, expressivos 70% do mercado ainda concentram suas verbas em ativações puramente táticas e pontuais. Os dados são da Pesquisa ROI & Influência, realizada pela YOUPIX em parceria com a Nielsen.
Este descompasso ganhou contornos mais urgentes após os debates do SXSW 2026. O festival global de inovação chancelou a Creator Economy como uma agenda estratégica de alta liderança e geração de novos negócios, pressionando as marcas a abandonarem os vícios de formatos analógicos de publicidade.
Para Thyago Iasino, diretor de estratégias digitais, canais e conteúdo da HouseCricket, a indústria precisa recalibrar sua visão operacional. “O influenciador deixou de ser mídia. Quem ainda trata creator como espaço publicitário está comprando alcance e abrindo mão do principal ativo dessa relação, que é a confiança construída com a audiência”, pontua o executivo.
Essa transformação é empurrada por uma mudança drástica no comportamento do consumidor. Atualmente, 65% dos internautas brasileiros já efetuaram compras motivados por recomendações nas redes sociais (Opinion Box), ao passo que, na esfera global, o índice de pessoas impactadas por criadores em suas decisões financeiras chega a 86%. O cenário prova que a métrica de sucesso migrou do alcance em massa para a profundidade da conexão.
Um dos grandes consensos do mercado corporativo em 2026 é a transição dos influenciadores de meros canais de distribuição para verdadeiras unidades de negócio independentes. O ecossistema caminha para um modelo onde os creators assumem papéis consultivos, atuando no planejamento de campanhas, na validação de portfólios em laboratórios de inovação e, frequentemente, como sócios e cocriadores de linhas de produtos em regime de joint venture.
Essa sofisticação eleva a régua da cobrança por eficiência. O investimento no setor deixou a gaveta de verbas experimentais de live marketing e passou a exigir um impacto nítido nos principais indicadores de performance (KPIs) das empresas, como custo de aquisição de clientes (CAC), conversão em vendas e ganho de market share.
Apesar do amadurecimento conceitual, a comprovação de dados continua sendo o calcanhar de Aquiles das agências e marcas. De acordo com o relatório Influencer Trends 2026, assinado pela Ogilvy, metade dos profissionais de marketing globais (50%) admite não ter ferramentas ou processos claros para provar o retorno financeiro (ROI) de suas ações com influenciadores. Mais grave ainda: 44% das campanhas rodam sem metas preestabelecidas.
Com o aumento expressivo dos aportes financeiros na Creator Economy, o mercado caminha a passos largos para um cenário de severa cobrança por maturidade profissional. As marcas que saírem na frente serão aquelas que entenderem que o marketing de influência não se resume a um post pago no feed, mas sim a uma construção de reputação a longo prazo, cujo ativo final é a confiança do consumidor.








