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Seis fatos que provam a escalada da inteligência criativa no marketing

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Com a criação de um novo modelo de negócio, surge também uma grande desconfiança do mercado sobre se aquele novo serviço é realmente confiável e vantajoso. Foi assim com aplicativos de mobilidade urbana, de bancos e com a própria internet. Contudo, quando essas inovações começam a ganhar tração, normalmente após muito tempo de trabalho, todas essas incertezas parecem mudar. E, o que antes era uma grande dúvida, se transforma em: como vivi sem isso até hoje?

O fato é que hoje a sociedade está diante da ascensão de negócios disruptivos criados com um propósito bem definido e com foco em inovação. E como não poderia ser diferente, isso também impactou o universo do marketing, principalmente nos últimos anos. No início, as campanhas eram baseadas e pulverizadas em massa, depois os canais de comunicação foram ampliados e hoje estamos na era da tecnologia e dos dados.

Pensando nisso, e com o intuito de contribuir com o mercado, o CEO da VidMob, Alex Collmer, explica algumas tendências que servirão como norte para quem busca se basear no conceito de inteligência criativa dentro do segmento da comunicação. Confira!

1 – O atrito criativo se tornará um fator onipresente por décadas

Nas próximas décadas o mercado vai observar o atrito criativo aumentar em todas as comunicações globais. A dificuldade de criar todos os ativos necessários para o sucesso (entre pago, orgânico, merchandising, a jornada completa de comércio e todo o ciclo de vida do CRM) torna-se esmagadora para qualquer empresa sem a utilização da tecnologia criativa adequada.

2 – A comunicação ficará cada vez mais complexa com o tempo

O vídeo permanecerá crescendo até que seja substituído por algo mais interessante, possivelmente AR (realidade aumentada) primeiro, e depois algo mais complexo. “O tempo aponta sempre para uma maior complexidade. Não vamos voltar a uma era da internet dominada por texto estático, ou mesmo por imagens”, explica Alex. Assim, à medida que essa evolução vai acontecendo, é fundamental que os profissionais de marketing se mantenham atualizados. Isso porque, o mercado vai continuar em constante processo de expansão de canais e, com eles, surgiram inúmeras possibilidades sobre o que pode ser feito para, de fato, prender a atenção do consumidor.

3 – Agências de marketing e publicidade continuarão lucrando

Aproximadamente 100 bilhões de dólares são investidos anualmente em holdings de marketing e publicidade e, a tendência é que esse número aumente ainda mais. Isso porque essas empresas são valorizadas pelo mercado pela sua expertise e grande habilidade em entender o mercado. Assim, nos próximos anos será possível observar cada vez mais essa ascensão e novas parcerias sendo formadas com outras empresas que tenham ferramentas diferenciadas para esse mercado.

4 – A tecnologia continuará sendo o motor propulsor para que as marcas se conectem de forma única com o público

No mercado, como um todo, os softwares têm tido grande sucesso pela sua capacidade de realizar atividades de forma escalável, repetível e com custo muito baixo. Entretanto, no marketing eles são usados com o intuito de criar uma mensagem única, capaz de criar uma conexão genuína e impactante com o consumidor. Assim, não faria sentido nenhum se todas as marcas de cosméticos utilizassem a mesma solução criativa para criar suas campanhas em escala.

É claro que isso não significa que a tecnologia não possa ter um papel na criatividade. “O caminho é uma plataforma que potencialize as criações humanas, automatizando tarefas operacionais e fornecendo dados importantes para que a tomada de decisões criativas seja feita de forma mais inteligente”, conta o CEO.

5 – Os recursos de Inteligência Artificial e Machine Learning continuarão seguindo a Lei de Moore

Nos próximos 10 anos, o mercado vai observar 100 vezes mais evolução do que nos últimos 10. Isso significa que as empresas que constroem sistemas hoje para capturar dados exclusivos crescerão em valor agregado, ao passo que a capacidade de gerar análises estratégicas amadurecer. Isso fará com que se coloquem em uma posição de privilégio para fornecer significativamente mais valor aos seus clientes e parceiros mais cedo do que o esperado. “Com base na minha experiência, acredito que uma API totalmente focada em Inteligência Criativa se tornará uma das plataformas mais valiosas do mundo. E, embora certamente esteja em debate quem preencherá essa oportunidade, acho que é indiscutível que alguém o faça”, comenta Collmer.

6 – Empresas de software para o mercado criativo terão valores de mercado de US$ 2 a 3 trilhões

Antes de aprofundar nesse assunto, é preciso deixar claro que não será uma única empresa que vai captar todo (ou mesmo a maioria) desse valor. Além disso, essa receita não sairá exclusivamente das holdings. Contudo, cada vez mais as empresas vão atuar com marcas, holdings, agências independentes, entre outros players, desenvolvendo parcerias que beneficiarão todo o ecossistema, aumentando seu valor de mercado.

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Trident consolida linha X-Gamers e se posiciona como “Player 2” do público gamer no Brasil

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A Trident, marca da Mondelēz International, reforça sua ofensiva estratégica no universo dos esportes eletrônicos e do entretenimento digital. Com o fortalecimento da linha X-Gamers, a marca amplia seu diálogo com a Geração Z através dos sabores Citrus Mix e Acid Berry, consolidando o conceito de que o produto é o aliado ideal tanto para partidas casuais quanto para sessões de alta performance. Sob a nova assinatura “Masca & Faz Sua Play”, a agência LePub São Paulo desenhou uma comunicação que reconhece a pluralidade dos jogadores, do estilo for fun ao try hard.

A estratégia da marca vai além do posicionamento de produto; trata-se de uma inserção cultural que visa combater a pressão do “mundo real”. Ao se colocar como um Player 2, a Trident propõe que mascar a goma auxilia no foco e no controle emocional, seja em competições de elite ou em momentos de socialização analógica. A linha apresenta-se em embalagens de 48,3g no formato garrafa, design pensado especificamente pela praticidade exigida durante o gameplay.

Dentro da segmentação da linha, o Citrus Mix foi associado ao casual gamer, aquele que busca conexão com amigos e entretenimento impulsionado por creators e pelo hype. Já o Acid Berry é direcionado aos jogadores que buscam vitória em longas jornadas competitivas. Para amarrar esses perfis, a campanha Bottle Royale utiliza um trocadilho com o popular gênero battle royale, reforçando a identidade visual e funcional da embalagem.

Samara Barros, gerente de marketing de Trident, explica que a marca busca ser um suporte para os diferentes ritmos de cada usuário. “Todo mundo joga por um motivo diferente; para relaxar, para se distrair, para competir ou até para esquecer um pouco a pressão do dia a dia. Com X-Gamers, a gente quis estar presente nesses momentos de um jeito leve, como um parceiro mesmo, que acompanha e auxilia o ritmo de cada jogador. É mascar e fazer sua play”, afirma a executiva.

Para sustentar esse posicionamento no live marketing e nas plataformas digitais, a Trident também anunciou o patrocínio à Kings League Brazil. A parceria prevê uma série de ativações, transmissões e experiências imersivas que levam o conceito da marca para fora das telas e para dentro das comunidades. Ao integrar-se organicamente ao calendário competitivo e de entretenimento, a marca reafirma sua capacidade de entender o comportamento de uma geração que não vê fronteiras entre o jogo e a vida real.

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Estudo Tensões Culturais 2026 revela brasileiro mergulhado em otimismo defensivo e fadiga de decisão

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Em um momento em que a instabilidade deixou de ser um evento esporádico para se tornar uma condição permanente, a Quiddity, consultoria de pesquisa estratégica do ecossistema Untold|, apresentou oficialmente o estudo “Tensões Culturais 2026”. O lançamento, realizado no Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia (MuBE), em São Paulo, traçou um diagnóstico minucioso do comportamento do consumidor após ouvir 1.355 pessoas em todo o território nacional. A análise destaca o papel central da Geração Z na reconfiguração das relações de consumo e a urgência de uma nova postura das marcas diante de crises sistêmicas.

A pesquisa aponta que o tradicional otimismo brasileiro, antes utilizado como ferramenta de sobrevivência, já não é capaz de neutralizar a convergência entre emergência climática, disrupção tecnológica e a saturação de informações. Esse cenário gera o que o estudo classifica como information overload, resultando em efeitos cognitivos como a fadiga de decisão. “O brasileiro, historicamente, vive em cenário de instabilidade recorrente. O ambiente nunca foi realmente seguro por muito tempo, e a sociedade aprendeu a viver em alerta. Mas, o que muda agora? Dessa vez, não é apenas o Brasil que vive sob tensão e pela primeira vez não temos um caminho claro a seguir”, contextualiza Rebeca Gharibian, sócia e diretora geral da Quiddity.

Nesse ecossistema de incerteza ampliada, surge o conceito de “otimismo defensivo”. O consumidor, agora mais cético e exausto, busca refúgio em microcomunidades e círculos de confiança restritos. Dentro dessa dinâmica, a Geração Z assume o protagonismo ao impor um pragmatismo que pune a hipocrisia institucional. Para esses jovens, a coerência entre discurso e prática é inegociável, o que torna a reputação das empresas um ativo extremamente volátil e dependente de comportamentos reais, não apenas promessas de marketing.

Everton Schultz, líder do grupo Untold|, reforça que a mudança no sistema de influência é profunda e irreversível. “Entender esse estado de espírito é crucial para qualquer líder de negócio hoje. Marcas e instituições perderam o controle da conversa. Vivemos em um Brasil em tensão, e emerge um novo sistema de influência, com protagonismo nítido da Geração Z”, afirma o executivo.

O estudo conclui que, para serem relevantes em 2026, as marcas precisam atuar como redutoras de atrito na vida do consumidor. Em vez de disputarem atenção por meio do volume, as estratégias vencedoras serão aquelas que oferecerem segurança, clareza e transparência. Em um mercado onde a confiança é a moeda mais valiosa, o desafio das organizações passa a ser a construção de um legado de autenticidade em meio ao ruído permanente.

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