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Segunda edição do Circuito Gastronômico de Stella Artois homenageia o mês da gastronomia mineira

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Segunda edição do Circuito Gastronômico de Stella Artois homenageia o mês da gastronomia mineira

Valorizar o prazer de se reunir em volta da mesa, saborear uma boa comida e vivenciar uma experiência gastronômica completa. Essas atitudes, que fazem parte do estilo de vida Stella Artois e têm tudo a ver com a marca acredita, serão enaltecidas ao longo do mês de julho em uma campanha que homenageia o primeiro livro de gastronomia dedicado aos sabores de Minas: “Feijão, angu e couve – Ensaio sobre a comida dos mineiros”. A obra foi lançada em 1966 por Eduardo Frieiro, cujo aniversário, em 5 de julho, deu origem ao Dia Nacional da Gastronomia Mineira.

Na segunda edição do Circuito Stella Combina, cada um dos ingredientes do título do livro vai inspirar pratos especiais elaborados por renomados chefs da cozinha local. Os pratos poderão ser conferidos pelo público, entre 12 e 30 de julho, via delivery ou em restaurantes conhecidos por valorizarem os sabores de Minas, entre eles Boi Vitório, Capitão Leitão, Xapuri, Astoria, Caê e Casa da Agnes.  Na compra do prato participante o cliente pode adquirir um cálice exclusivo de Stella Combina, ilustrado com frases do livro de Frieiro, de poetas ou músicos mineiros.

Os pratos serão apresentados toda semana pelos chefs embaixadores do projeto Flávio Trombino, Djalma Victor e Agnes Frakasvolgyi. Nas redes sociais, eles vão contar histórias do livro e convidar o público a embarcar no saboroso universo da gastronomia mineira. “Belo Horizonte entrou para o seleto grupo das Cidades Criativas da Gastronomia, pela Unesco, reconhecimento que valoriza a economia, a projeção internacional e a própria cultura de minas. Vamos celebrar o mês da gastronomia mineira através de uma ótica mais inovadora e alinhada ao nosso propósito de proporcionar experiências e práticas culinárias de maneira simples e única”, ressalta a gerente de marketing regional de Stella Artois, Nathália Coutinho.

Toda a campanha conta com o reconhecimento do selo de Cidade Criativa da Gastronomia pela Unesco. Com o intuito de reforçar o papel da Stella em fomentar a cultura gastronômica belorizontina, os restaurantes participantes serão presenteados com uma cesta especial contendo um exemplar do livro Feijão, Angu e Couve, um cálice temático da campanha entre outros itens.

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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