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Samsung lança Odyssey G5 e amplia família de monitores gamers

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A Samsung decidiu ampliar a família de monitores gamers no Brasil e apresenta agora o Odyssey G5. Com tela de 34″ e curvatura de 1000R, considerada a ideal para o campo de visão humano, o novo monitor se junta ao Odyssey G7 e ao Odyssey G9, lançados no segundo semestre de 2020, e já está disponível para compra na loja online da Samsung.

“Desde o ano passado, a Samsung redobrou os esforços para atender aos desejos e às exigências de um público tão importante como os gamers. Nos tornamos a marca oficial da T1, uma das principais equipes de eSports do planeta, e agora expandimos a família Odyssey no Brasil com mais um lançamento repleto de recursos e detalhes especiais para os jogadores mais rigorosos, afirma Kauê Melo, diretor da divisão de B2B e monitores da Samsung Brasil.

O Odyssey G5 possui resolução Ultra WQHD (3440 x 1440) e tempo de resposta de apenas 1ms, permitindo que o jogador sempre se antecipe aos movimentos dos adversários. Já a taxa de atualização é de 165Hz, deixando os gamers prontos para conquistar os territórios inimigos, sem atrasos ou oscilações, nem mesmo nas cenas mais rápidas dos jogos.
Outro recurso capaz de reduzir o travamento e a oscilação das imagens é a compatibilidade com o AMD FreesSync Premium. Já com o HDR10 as cenas ficam mais nítidas e vibrantes graças ao contraste aperfeiçoado, revelando todos os segredos que se escondem nas sombras com pretos profundamente escuros e aproveitando melhor os brancos mais luminosos para uma experiência de resolução incrivelmente detalhada.

Como a família Odyssey vai sempre além, a Samsung preparou novidades também para o design do G5, que não possui bordas nas telas e conta com visual impecável da parte traseira. Além disso, foi desenvolvido um menu de jogo inspirado nas preferências dos gamers, com cores vibrantes e aspecto futurista.

O Odyssey G5 tem proporção de tela 21:9, brilho típico de 250 cd/㎡ e contraste padrão de 2.500:1. E, além da curvatura da tela de 1000R, a jornada dos gamers fica ainda mais confortável graças a recursos já conhecidos como Eye Saver Mode¹ e Flicker Free. Outra possibilidade interessante é a de dividir a tela a partir de fontes diferentes com o Picture-by-Picture, permitindo que o jogador explore um game enquanto confere, por exemplo, um tutorial para passar aquela fase.
Os monitores Odyssey são ideais para todo tipo de gamer, dos casuais aos profissionais, e são os equipamentos oficiais da T1, uma das maiores equipes de e-sports do mundo. Conheça mais detalhes sobre os modelos G7 e G9, lançados em 2020, e visite a loja online da Samsung para ter acesso a condições especiais de compra de nosso portfólio completo de monitores.
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Britânia lança campanha de Dia dos Pais com inteligência artificial e foco nos momentos do cotidiano

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A Britânia acaba de colocar no ar sua campanha nacional de Dia dos Pais 2026 sob o conceito institucional “Para os momentos que importam”. A estratégia de marketing foi desenhada para reforçar que o ato de presentear vai além do valor material do produto, posicionando a marca de eletroportáteis e eletrodomésticos como uma facilitadora de momentos de carinho, cuidado e conexão real nas pequenas rotinas familiares.

A peça central da campanha dá continuidade à narrativa emocional iniciada no Dia das Mães de 2026. Produzido pela GRID Content, o filme publicitário destaca-se pelo uso de inteligência artificial aplicada à pós-produção. Na campanha, a tecnologia foi adotada como um recurso estético e criativo para enriquecer a transição das cenas, mantendo a autenticidade e a sensibilidade das interações cotidianas reais entre pai e filho.

A nova campanha chega ao mercado respaldada pelo excelente desempenho comercial registrado pela Britânia no Dia dos Pais de 2025, período em que a marca alcançou um crescimento expressivo de no tíquete médio de vendas em comparação ao ano anterior. Os resultados financeiros comprovam uma tendência consolidada de consumo de presentes úteis, voltados para a casa e para o preparo de refeições compartilhadas.

A campanha de Dia dos Pais desdobra-se em uma estratégia de comunicação integrada 360 graus. A marca ativará pontos de contato estratégicos que incluem compra de mídia online e offline, forte presença de conteúdo nas redes sociais, ações táticas com influenciadores digitais e assessoria de imprensa corporativa.

Esse movimento integra-se a um plano de expansão institucional que, nos últimos anos, ampliou os investimentos da Britânia em patrocínios de eventos gastronômicos, inserções publicitárias em grandes emissoras de TV aberta e materiais personalizados de merchandising nos pontos de venda (PDV).

Ana Luiza Buffara, vice-presidente da Britânia, ressalta a importância da data para a conexão histórica da marca com a população. “Há 70 anos, a Britânia faz parte da rotina das famílias brasileiras. Nesta data, queremos lembrar que presentear é também uma forma de demonstrar cuidado, carinho e criar memórias. Afinal, são os pequenos momentos compartilhados no dia a dia que realmente fortalecem a relação entre pais e filhos.”

Com o lançamento, a Britânia reafirma sua proposta de valor e aproximação emocional com o consumidor, ofertando um portfólio completo que integra as categorias de cuidados pessoais, cozinha e eletrodomésticos, facilitando as tarefas do lar e liberando tempo para o que realmente importa: a convivência familiar.

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Viés racial em Inteligência Artificial e as falhas de representatividade e os limites éticos do mercado de US$ 617 bilhões

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O mercado global de Inteligência Artificial caminha para atingir a marca de US$ 617 bilhões até o final do segundo semestre de 2026, mantendo uma taxa de expansão de ao ano, segundo dados da consultoria alemã Statista. No entanto, diante das mais de 47 mil ferramentas ativas mapeadas pela plataforma “There’s An AI For That” (TAAFT) em setores que vão do recrutamento empresarial à publicidade, desenvolvedores e especialistas acendem um alerta: os vieses raciais e algorítmicos podem comprometer a sustentabilidade e a confiabilidade desse crescimento tecnológico.

O debate ganhou contornos urgentes com a divulgação do documento “Lado Sombrio do Escalonamento de Conjuntos de Dados” no GitHub. O estudo revelou que, em 14 modelos multimodais baseados na arquitetura Vision Transformers (ViT-L) — sistemas que processam texto e imagem simultaneamente —, a probabilidade de uma imagem de um homem negro ou latino ser erroneamente associada ao termo “criminoso” aumentou em até .

Cáren Cruz, CEO da Pittaco Consultoria, especialista em imagem identitária e participante da 9ª temporada do programa Shark Tank Brasil, explica que a atual crise ética da inteligência artificial generativa herda falhas estruturais de tecnologias de análise facial desenvolvidas há quase uma década. “Ainda em 2017, a pesquisadora Joy Buolamwini, do MIT Media Lab, vinha denunciando falhas nos sistemas de visão computacional a partir da sua própria experiência como mulher negra. Em 2018, ao lado de Timnit Gebru, ela publicou o estudo Gender Shades, demonstrando que softwares comerciais de análise facial apresentavam índices de erro drasticamente maiores ao analisar mulheres de pele escura em comparação a homens de pele clara.”

Para Cáren Cruz, a raiz do problema reside na curadoria dos bancos de dados que alimentam os algoritmos de machine learning. Sem uma base de dados que represente a pluralidade humana, a inteligência artificial acaba por reproduzir e automatizar as desigualdades históricas do ambiente analógico. “A tecnologia não nasce neutra. Ela aprende a partir de bancos de dados, imagens, descrições e repertórios que também carregam desigualdades históricas. Se esses dados foram construídos com baixa diversidade racial, a ferramenta tende a reproduzir essas limitações. Quando o sistema altera características fundamentais de uma pessoa negra, está reproduzindo uma lógica histórica em que determinados traços são tratados como algo a ser corrigido ou neutralizado.”

Com mais de 18 anos de atuação no mercado de consultoria identitária corporativa, a CEO da Pittaco defende que a diversidade racial e a precisão técnica em colorimetria devem ser tratadas como prioridades de engenharia pelas big techs. A executiva relembra uma dinâmica de desenvolvimento de produto em que participou de um grupo focal nacional: a metodologia de uma instituição tentou categorizar a pele negra em apenas 6 tons. Trata-se de uma simplificação analítica ineficaz para o mercado de cosméticos, imagem e tecnologia, especialmente no Brasil.  “Quem trabalha com imagem sabe que essa redução não abraça a complexidade das peles negras. Não estamos falando de uma única cor ou classificação, mas de um espectro muito amplo, que envolve variações de pigmentação, subtons, luminosidades, contrastes e profundidades cromáticas decorrentes de intensas miscigenações. A inovação verdadeira precisa reconhecer, preservar e respeitar a pluralidade das aparências negras sem apagar, suavizar ou padronizar aquilo que nos identifica.”

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