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Samsung cria Future Generation Lab para se aproximar das novas gerações

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A Samsung anuncia no Brasil o Future Generation Lab (Future Gen. Lab), área global estratégica da companhia para se aproximar das novas gerações, com foco inicial na Geração Z, formada por pessoas nascidas entre a segunda metade dos anos 1990 até 2010. O objetivo é se aprofundar em quais são as necessidades e desejos de um público consumidor que convive desde sempre no mundo digital e conectado.

Para isso, foi criada uma equipe interna composta por 73 funcionários dedicados da Samsung, a maioria na faixa dos 20 anos, nos escritórios de todo o mundo, incluindo Coréia do Sul, América do Norte, Europa, Sudeste Asiático, Oriente Médio, África, Índia, Rússia, China e América do Sul, no Brasil. Os novos funcionários trabalham em cooperação para reconhecer novas tendências e sugerir a criação de novos projetos, com foco em áreas de interesse que incluem tecnologia, games, esportes, artes e cultura, demonstrando como a percepção e a experiência da Geração Z podem ampliar a visão da companhia e proporcionar conversas genuínas com seus consumidores.

Os colaboradores do Future Gen. Lab na Samsung compartilham suas ideias, pontos de vista e expectativas com os executivos para ajudá-los a compreender o comportamento e os gostos dessa geração. A estratégia global também tem como objetivo fornecer insights que sirvam de apoio na tomada de decisões e ponto de partida para criação de campanhas de marketing, produtos e serviços.

Todos os colaboradores do Future Gen. Lab passaram por um treinamento da Samsung e receberam informações importantes para esse trabalho dentro da empresa. Os integrantes participaram de imersões com especialistas em redes sociais, marketing digital, pesquisas de mercado e áreas correlatas, além de aprenderem sobre o processo de criação de conteúdo e narrativa visual utilizado por influenciadores de sucesso.

“Além da característica consultiva dessas equipes, os membros do Future Gen. Lab estarão à frente de projetos específicos, criados a partir de novos insights para falar com esse público alvo de forma mais genuína. Eles vão explorar as ferramentas e linguagens disponíveis para criar um contato mais próximo e, inclusive, mostrar os nossos produtos e suas aplicações no dia a dia de um jeito mais autêntico, inovador e real. O Future Gen. Lab vai guiar a Samsung no presente e no futuro. Hoje, de GenZ para GenZ, e daí em diante”, afirma Arthur Wong, diretor de marketing da Samsung América Latina.

Os integrantes dessas equipes já estão trabalhando na produção de conteúdos focados nos interesses e no estilo de vida da Geração Z, levando em conta seus valores, opiniões e localizações geográficas. Os membros do projeto também estarão à frente da organização de eventos e novas parcerias com marcas e formadores de opinião relevantes para o seu público.

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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

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O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.

O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.

A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.

O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.

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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

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Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.

Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.

O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.

Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.

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