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Samsung apresenta o primeiro monitor faz tudo

O estilo de vida das pessoas mudou. Os ambientes de casa foram adaptados para o home office. Quartos e salas de estar deram lugar as estações de trabalho durante o dia e à noite passaram a dar espaço para o lazer e entretenimento. Pensando nessa nova realidade, a Samsung apresenta o Smart Monitor, o primeiro faz tudo do mundo, especialmente criado para o home office.
O Smart Monitor é o dispositivo ideal para aulas online, oferece a melhor tela para trabalhar e, por ser híbrido, permite ao consumidor assistir sua série, filme ou programa preferido. Disponível no modelo M5 de 24”, o produto vem com o Smart Hub e o sistema operacional Tizen, o mesmo presente nas smart TVs da Samsung, que permite acessar conteúdos de entretenimento de vídeos on demand, incluindo Netflix e Youtube¹. O consumidor precisa apenas estabelecer uma conexão Wi-Fi para desfrutar de todos os serviços OTT. O produto também chega com controle remoto e dois alto-falantes integrados, de 5W cada.
Conectividade
Além do acesso a todo esse tipo de entretenimento, o Smart Monitor traz muito mais conectividade que os monitores tradicionais, com uma conexão simples e sem cabos. Já pensou acessar ao Office 365² e todos os seus documentos online? A Samsung já e por isso incorporou mais essa facilidade direto no monitor, permitindo que você salve os seus arquivos direto na nuvem. E não para por aí. Com ele, é possível obter acesso remoto ao seu computador do trabalho, caso você tenha esquecido de realizar uma tarefa enquanto estava no escritório. Basta selecionar o ícone de PC remoto no seu dispositivo.
Outra grande funcionalidade é o Tap View ³, no monitor ele funciona da mesma maneira que nas Smart TVs, basta aproximar o seu smartphone Galaxy na lateral do monitor e pronto. Você poderá ver todos os conteúdos do seu smartphone numa tela grande de maneira simples e rápida. O Smart Monitor também é o único monitor no mundo compatível com a tecnologia Air Play 2⁴, que dá acesso a streaming de conteúdo sem precisar emparelhar o dispositivo por completo.
O produto também amplia as possibilidades com o Samsung Dex ⁵, que deixa a interface do smartphone semelhante a de um computador, controlando aplicativos ou funções do smartphone por meio do monitor, o que traz uma área de trabalho maior para quem trabalha de casa.
Conforto visual
O modo Eye Saver minimiza a luz azul do monitor para trazer mais conforto visual ao dia a dia do usuário, principalmente pra quem faz longas jornadas de trabalho. O Flicker Free é mais uma vantagem presente nesse monitor, que remove a tremulação causada pelo brilho na tela, proporcionando menos cansaço visual também.
Para proporcionar uma experiência ainda mais agradável, o monitor também vem com o recursoAdaptative Picture, que ajusta automaticamente a cor e o brilho do display. A função possibilita alta qualidade de imagem na tela em qualquer ambiente em que estiver instalado.
“Durante muito tempo os monitores foram desenvolvidos para públicos e tarefas específicas, como gamers, editores de vídeo ou que simplesmente permitem aumentar a produtividade diária. Com o aumento do trabalho remoto e também do ‘homeschooling’, o monitor passou a ser de toda a família e usado para múltiplas funções. Então, por que não adaptar o monitor como uma ferramenta apropriada para todas essas tarefas? O Smart Monitor foi desenvolvido com esta finalidade e para este novo cenário, ou seja, pensado para o dia a dia de pessoas que buscam muito mais”, explica Kauê Melo, diretor da divisão de B2B e monitores da Samsung Brasil.
As campanhas do novo produto, desenvolvidas pela Fbiz, aparecerão em peças digitais, em que serão abordadas mensagens como os benefícios do produto durante o home office e todas as atividades de casa que podem ser feitas com o novo monitor Smart da Samsung.
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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.
O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.
A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.
O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.
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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.
Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.
O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.
Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.







