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Sagrada Comunicação cria campanha para Yuny

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A campanha do novo empreendimento da Yuny Incorporadora – o Uwin Brooklin – tem a assinatura da Sagrada Comunicação, agência de publicidade especialista em marketing imobiliário, que faz parte do Grupo ECI. O empreendimento faz parte de uma linha de apartamentos studio e um dormitório, localizados em bairros estratégicos de São Paulo, próximo a eixos de transporte público. Assim, nasceu a campanha UWIN – u world in neighborhood. Seu mundo no seu bairro.

De acordo com a diretora executiva da Sagrada Comunicação, Denise Petrone, a mudança de comportamento dos consumidores favoreceu o surgimento de um novo conceito de moradia, com unidades compactas. Desta forma, a Yuny criou uma nova linha de empreendimentos que estão alinhados com os valores de uma geração que quer mudança, propósitos, novas soluções e agilidade.

“ Os imóveis foram idealizados para um público que desafia as convenções de moradia e a forma como vivemos em comunidade, acreditando que o indivíduo é parte do que o cerca. Como premissa, os empreendimentos possuem espaços compartilhados e estão sempre localizados a uma curta distância das estações de metrô”, explica Petrone.

A Sagrada desenvolveu dois filmes que, além de apresentar o novo conceito de moradia com lazer completo espaços compartilhados, também questionam a forma como as pessoas convivem e se conectam com a cidade, dando destaque a meios de transporte como bike, metrô e patinete, sobretudo na mobilidade compartilhada. Tudo de um modo simples, econômico e prático. A divulgação prevê um grande esforço digital e out of home, com presença nas estações de metrô e cptm, com faces digitais e estáticas. O objetivo é acompanhar a jornada em movimento do dia a dia do público alvo.

“Transmitimos o desafio para a Sagrada conceituar e dar nome a nossa linha de empreendimentos com produtos elaborados para o público single. Serão lançamentos que comumente chamamos no mercado de “produtos de eixo”, ou seja, empreendimentos concebidos para terrenos localizados em vias de acesso e deslocamento na cidade. Nele acreditamos que a adesão será majoritariamente de público jovem que busca alternativas para moradia próximo ao trabalho, desfrutar mais do bairro que passa maior parte do seu dia e dispensar o uso de carro e horas de trânsito. Os empreendimentos contarão com soluções tecnológicas, itens de serviços que traduzem o lifestyle desse público. O desafio da Sagrada foi estabelecer e apresentar ao nosso público alvo uma linha de raciocínio que evidencie a compra de imóveis para um público que não tem como objetivos imediatos tal realização. Estamos muito satisfeitos com o resultado apresentado”, diz João Henrique Firmino, coordenador de marketing da Yuny.

A identidade da campanha foi inspirada nestas diretrizes. “Criamos uma marca que traduz a essência de uma sociedade e como ela se expressa individualmente, quebrando e contestando estereótipos e que busca ambientes inspiradores. Desta forma, a campanha questiona o modo de viver no automático e apresentamos formas de ampliar as possibilidades de quem agora pode morar, trabalhar, conviver no seu endereço. Mais que donos de uma casa, as pessoas se apropriarão do seu bairro”, explica Renato Bruchmann, diretor criativo da Sagrada Comunicação.

O lançamento do projeto foi feito por meio de um live meeting, transmitido ao vivo do stand de vendas, para centenas de corretores. Durante a pandemia, o protocolo de atendimento no stand seguirá as recomendações das autoridades de saúde. Serão feitos agendamentos de visitas para evitar aglomerações. O local também conta com tapetes sanitizantes, medidor de temperatura, álcool em gel, disponibilização de máscaras e mesas que asseguram distanciamento mínimo de 1,5 metros entre as pessoas.

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Britânia lança campanha de Dia dos Pais com inteligência artificial e foco nos momentos do cotidiano

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A Britânia acaba de colocar no ar sua campanha nacional de Dia dos Pais 2026 sob o conceito institucional “Para os momentos que importam”. A estratégia de marketing foi desenhada para reforçar que o ato de presentear vai além do valor material do produto, posicionando a marca de eletroportáteis e eletrodomésticos como uma facilitadora de momentos de carinho, cuidado e conexão real nas pequenas rotinas familiares.

A peça central da campanha dá continuidade à narrativa emocional iniciada no Dia das Mães de 2026. Produzido pela GRID Content, o filme publicitário destaca-se pelo uso de inteligência artificial aplicada à pós-produção. Na campanha, a tecnologia foi adotada como um recurso estético e criativo para enriquecer a transição das cenas, mantendo a autenticidade e a sensibilidade das interações cotidianas reais entre pai e filho.

A nova campanha chega ao mercado respaldada pelo excelente desempenho comercial registrado pela Britânia no Dia dos Pais de 2025, período em que a marca alcançou um crescimento expressivo de no tíquete médio de vendas em comparação ao ano anterior. Os resultados financeiros comprovam uma tendência consolidada de consumo de presentes úteis, voltados para a casa e para o preparo de refeições compartilhadas.

A campanha de Dia dos Pais desdobra-se em uma estratégia de comunicação integrada 360 graus. A marca ativará pontos de contato estratégicos que incluem compra de mídia online e offline, forte presença de conteúdo nas redes sociais, ações táticas com influenciadores digitais e assessoria de imprensa corporativa.

Esse movimento integra-se a um plano de expansão institucional que, nos últimos anos, ampliou os investimentos da Britânia em patrocínios de eventos gastronômicos, inserções publicitárias em grandes emissoras de TV aberta e materiais personalizados de merchandising nos pontos de venda (PDV).

Ana Luiza Buffara, vice-presidente da Britânia, ressalta a importância da data para a conexão histórica da marca com a população. “Há 70 anos, a Britânia faz parte da rotina das famílias brasileiras. Nesta data, queremos lembrar que presentear é também uma forma de demonstrar cuidado, carinho e criar memórias. Afinal, são os pequenos momentos compartilhados no dia a dia que realmente fortalecem a relação entre pais e filhos.”

Com o lançamento, a Britânia reafirma sua proposta de valor e aproximação emocional com o consumidor, ofertando um portfólio completo que integra as categorias de cuidados pessoais, cozinha e eletrodomésticos, facilitando as tarefas do lar e liberando tempo para o que realmente importa: a convivência familiar.

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Viés racial em Inteligência Artificial e as falhas de representatividade e os limites éticos do mercado de US$ 617 bilhões

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O mercado global de Inteligência Artificial caminha para atingir a marca de US$ 617 bilhões até o final do segundo semestre de 2026, mantendo uma taxa de expansão de ao ano, segundo dados da consultoria alemã Statista. No entanto, diante das mais de 47 mil ferramentas ativas mapeadas pela plataforma “There’s An AI For That” (TAAFT) em setores que vão do recrutamento empresarial à publicidade, desenvolvedores e especialistas acendem um alerta: os vieses raciais e algorítmicos podem comprometer a sustentabilidade e a confiabilidade desse crescimento tecnológico.

O debate ganhou contornos urgentes com a divulgação do documento “Lado Sombrio do Escalonamento de Conjuntos de Dados” no GitHub. O estudo revelou que, em 14 modelos multimodais baseados na arquitetura Vision Transformers (ViT-L) — sistemas que processam texto e imagem simultaneamente —, a probabilidade de uma imagem de um homem negro ou latino ser erroneamente associada ao termo “criminoso” aumentou em até .

Cáren Cruz, CEO da Pittaco Consultoria, especialista em imagem identitária e participante da 9ª temporada do programa Shark Tank Brasil, explica que a atual crise ética da inteligência artificial generativa herda falhas estruturais de tecnologias de análise facial desenvolvidas há quase uma década. “Ainda em 2017, a pesquisadora Joy Buolamwini, do MIT Media Lab, vinha denunciando falhas nos sistemas de visão computacional a partir da sua própria experiência como mulher negra. Em 2018, ao lado de Timnit Gebru, ela publicou o estudo Gender Shades, demonstrando que softwares comerciais de análise facial apresentavam índices de erro drasticamente maiores ao analisar mulheres de pele escura em comparação a homens de pele clara.”

Para Cáren Cruz, a raiz do problema reside na curadoria dos bancos de dados que alimentam os algoritmos de machine learning. Sem uma base de dados que represente a pluralidade humana, a inteligência artificial acaba por reproduzir e automatizar as desigualdades históricas do ambiente analógico. “A tecnologia não nasce neutra. Ela aprende a partir de bancos de dados, imagens, descrições e repertórios que também carregam desigualdades históricas. Se esses dados foram construídos com baixa diversidade racial, a ferramenta tende a reproduzir essas limitações. Quando o sistema altera características fundamentais de uma pessoa negra, está reproduzindo uma lógica histórica em que determinados traços são tratados como algo a ser corrigido ou neutralizado.”

Com mais de 18 anos de atuação no mercado de consultoria identitária corporativa, a CEO da Pittaco defende que a diversidade racial e a precisão técnica em colorimetria devem ser tratadas como prioridades de engenharia pelas big techs. A executiva relembra uma dinâmica de desenvolvimento de produto em que participou de um grupo focal nacional: a metodologia de uma instituição tentou categorizar a pele negra em apenas 6 tons. Trata-se de uma simplificação analítica ineficaz para o mercado de cosméticos, imagem e tecnologia, especialmente no Brasil.  “Quem trabalha com imagem sabe que essa redução não abraça a complexidade das peles negras. Não estamos falando de uma única cor ou classificação, mas de um espectro muito amplo, que envolve variações de pigmentação, subtons, luminosidades, contrastes e profundidades cromáticas decorrentes de intensas miscigenações. A inovação verdadeira precisa reconhecer, preservar e respeitar a pluralidade das aparências negras sem apagar, suavizar ou padronizar aquilo que nos identifica.”

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